OFERTA FORMATIVA

Ref. 1601 Inscrições Fechadas

Registo de acreditação: CFAEBM-092223

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 14-12-2022

Fim: 14-12-2022

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas de Mira

Formador

Carla Suzana Martins Lourenço

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar

Razões

O primeiro socorro caracteriza-se pelo tratamento inicial e temporário efetuado a acidentados e/ou vítimas de doença súbita. Pretende-se, com ele, preservar a vida, minorar a incapacidade e reduzir o sofrimento. De acordo com o contexto, pode necessitar de cuidados como proteção de feridas, imobilização de fraturas, controlo de hemorragias externas, desobstrução das vias respiratórias e/ou realização de manobras de Suporte Básico de Vida (SBV). A escola é o local onde crianças, pessoal docente e não docente passam grande parte do dia. As crianças, pela sua natureza e imaturidade são ainda mais suscetíveis à ocorrência de acidentes. Assim sendo, faz todo o sentido investir na formação de todos, mas, especialmente, na dos adultos que as rodeiam.

Objetivos

- Aumentar a literacia em cuidados de primeiros socorros ao pessoal docente e não docente do AE de Mira - Instruir sobre resposta adequada em variadas situações de primeiros socorros, salientando a importância do pedido de ajuda precoce, o alerta e a assertividade na prestação do socorro à vítima - Capacitar pessoal docente e não docente para a prestação de primeiros socorros adequados, incluindo o SBV - Assegurar um Kit atualizado em cada um dos estabelecimentos de ensino do AE de Mira

Conteúdos

Realização de formação ao pessoal docente e não docente sobre primeiros socorros: • salientando a importância do pedido de ajuda precoce, o alerta e a assertividade na prestação do socorro à vítima • demonstrando a prática do Algoritmo de SBV • promovendo atitudes e comportamentos adequados em situação de acidente escolar • capacitando para o SB e para o SBV


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 14-12-2022 (Quarta-feira) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial

Ref. 1611 Inscrições Fechadas

Registo de acreditação: CFAEBM-102223

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 14-12-2022

Fim: 14-12-2022

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas de Mira

Formador

Carla Suzana Martins Lourenço

Destinatários

Pessoal não docente;

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar

Razões

O primeiro socorro caracteriza-se pelo tratamento inicial e temporário efetuado a acidentados e/ou vítimas de doença súbita. Pretende-se, com ele, preservar a vida, minorar a incapacidade e reduzir o sofrimento. De acordo com o contexto, pode necessitar de cuidados como proteção de feridas, imobilização de fraturas, controlo de hemorragias externas, desobstrução das vias respiratórias e/ou realização de manobras de Suporte Básico de Vida (SBV). A escola é o local onde crianças, pessoal docente e não docente passam grande parte do dia. As crianças, pela sua natureza e imaturidade são ainda mais suscetíveis à ocorrência de acidentes. Assim sendo, faz todo o sentido investir na formação de todos, mas, especialmente, na dos adultos que as rodeiam.

Objetivos

- Aumentar a literacia em cuidados de primeiros socorros ao pessoal docente e não docente do AE de Mira - Instruir sobre resposta adequada em variadas situações de primeiros socorros, salientando a importância do pedido de ajuda precoce, o alerta e a assertividade na prestação do socorro à vítima - Capacitar pessoal docente e não docente para a prestação de primeiros socorros adequados, incluindo o SBV - Assegurar um Kit atualizado em cada um dos estabelecimentos de ensino do AE de Mira

Conteúdos

Realização de formação ao pessoal docente e não docente sobre primeiros socorros: • salientando a importância do pedido de ajuda precoce, o alerta e a assertividade na prestação do socorro à vítima • demonstrando a prática do Algoritmo de SBV • promovendo atitudes e comportamentos adequados em situação de acidente escolar • capacitando para o SB e para o SBV


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 14-12-2022 (Quarta-feira) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial

Ref. 1722 Inscrições Fechadas

Registo de acreditação: CFAEBM-132223

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 27-12-2022

Fim: 27-12-2022

Regime: Presencial

Local: Escola Básica 2/3 Dr. Pedrosa Veríssimo, Paião

Formador

Helder José Carvalheiro Ramalho

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar

Razões

A sociedade atravessa uma revolução digital, o que faz com que os nossos alunos estejam constantemente rodeados de objetos tecnológicos que podem utilizar e explorar diariamente para colaborar, pesquisar informação, estudar e desenvolver variadas atividades lúdicas. Desta forma e não podendo o Agrupamento de Escolas do Paião ficar indiferente a este facto, esta instituição concebeu uma Sala de Aula do Futuro (SAF) direcionada para o contexto digital, pretendendo-se também que este espaço seja uma mais-valia para o cumprimento dos objetivos traçados no Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital da Escola (PADDE). É de salientar que a implementação do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e a sua articulação com as Aprendizagens Essenciais vem colocar novos desafios no que se refere à adoção de metodologias promotoras de aprendizagens significativas. É neste contexto que surgem os Ambientes Educativos Inovadores como espaços de trabalho pensados e desenhados para o desenvolvimento de situações de aprendizagem ativa, compatíveis com as exigências inerentes à evolução social e tecnológica. Deste modo, esta atividade de formação é parte integrante do plano estratégico do Agrupamento que continua a mostrar-se empenhado na renovação da ação educativa e na adoção de novas práticas pedagógicas devidamente enquadradas com o Projeto Educativo.

Objetivos

Conhecer os equipamentos que compõem a SAF, bem com as suas funcionalidades e aplicação no trabalho diário da sala de aula. Reconhecer a SAF como um lugar destinado à inovação no processo de ensino-aprendizagem. Desafiar os professores a repensar o papel da tecnologia nas aulas, pondo em prática novas metodologias de ensino, criativas e motivadoras. Sensibilizar os professores para a importância das metodologias de aprendizagem ativas centradas nos alunos. Contribuir para o cumprimento das metas traçadas no PADDE.

Conteúdos

Regulamento da SAF, Future Classroom Lab, Laboratórios de aprendizagem, ActivPanel, multitoque, multiutilizadores, quadro interativo, tablets na sala de aula.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 27-12-2022 (Terça-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Presencial


240

Ref. 1761 Inscrições abertas até 01-01-2023

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-117814/22

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 06-01-2023

Fim: 28-01-2023

Regime: e-learning

Local: online

Formador

Manuel João da Conceição e Pires

Destinatários

Professores dos Grupos 330, 410, 420, 430 e 520

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 330, 410, 420, 430 e 520. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 330, 410, 420, 430 e 520.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar e Associação de Professores de Filosofia

Razões

O Perfil dos Alunos pretende que estes “mobilizam valores e competências que lhes permitam (...) tomar decisões livres e fundamentadas sobre questões éticas e dispor de uma capacidade de participação cívica, ativa, consciente e responsável”. O debate de questões de ética prática, nomeadamente as que se prendem com a problemática da vida e da morte, constitui-se como uma oportunidade para este desiderato. Estas questões estão presentes não só nos módulos finais dos 10º e 11º anos de Filosofia, mas também em disciplinas como Inglês (Questões de Bioética), Biologia e Geologia (Biodiversidade; Reprodução), Geografia A (População; Recursos Naturais), Economia A (Distribuição dos Rendimentos) e Português, podendo ser a ponte para DAC’s ou Projetos de Cidadania e Desenvolvimento. A formação justifica-se assim pela necessidade de dotar os professores de competências que lhes permitam debater questões de ética prática de forma profícua com os seus alunos.

Objetivos

O principal objetivo é proporcionar aos formandos a oportunidade de atualizarem, desenvolverem e articularem entre si os seus conhecimentos e competências no âmbito do debate de um conjunto, não exaustivo, mas significativo, de questões de ética prática de modo a construírem e partilharem recursos didáticos diversificados, mutuamente complementares, com vista a uma maior interdisciplinaridade e a uma renovação qualitativa das suas práticas pedagógicas. A ação será estruturada de forma que os formandos venham a ser capazes de: (ver detalhe em anexo)

Conteúdos

KIT DE ÉTICA PRÁTICA Pilares da Ética: • O ponto de vista do universo • O princípio da imparcialidade • A supremacia ética Pensar questões de ética prática • Asserções e argumentos • Avaliação de argumentos e teorias • Testar premissas éticas e não éticas • Argumentos e experiências mentais ÉTICA EM AÇÃO: ABORTO Posição Pró-vida vs Posição Pró-Escolha Argumentos a favor da posição Pró-vida: • Argumento da Humanidade do Feto • Argumento da Potencialidade • Argumento da Regra de Ouro • O Argumento da Privação do Futuro Argumentos a favor da posição Pró-Escolha: • Argumento da Condição da Consciência de Si • O Argumento do Violinista EUTANÁSIA: Posição Conservadora vs Posição Pró-Escolha Distinções Conceptuais: Tipos de Eutanásia: Voluntária, Não-Voluntária, Involuntária Modos de Eutanásia: Ativa e Passiva Argumentos contra a Eutanásia: • Argumento da Santidade da Vida Humana • Argumento da Natureza Humana • Argumento da Possibilidade de Erro • Argumento do Direito Inalienável à Vida • Argumento da Encosta Escorregadia Argumentos a favor da Eutanásia: • Argumento do Suicídio à Eutanásia • Argumento da Preferência da Eutanásia Ativa • Argumento da Equivalência Entre Matar e Deixar Morrer • Argumento da vida Biográfica vs Vida Biológica RICOS E POBRES O Conceito de Pobreza e Riqueza Absoluta O Argumento de Singer a Favor da Obrigação de Ajudar • O Argumento da Criança no Lago • O princípio da obrigação de impedir um grande mal e o dever de ajudar Argumentos a Favor da Não Obrigação de Ajudar • O Argumento Cuidar dos Nossos • O Argumento dos Direitos de Propriedade • O Argumento da População e Ética da Triagem • O Argumento da Responsabilidade Governamental • O Argumento do Padrão Superrogatório A possibilidade de uma ética mínima da obrigação de ajudar? MANIPULAÇÃO GENÉTICA E CLONAGEM HUMANA • Terapia genética versus eugenismo: que diferença? Que limites? • Virtudes do Melhoramento Humano versus Sabedoria da Repugnância • O Nosso Futuro Pós-Humano: Nick Bostrom versus Francis Fukuyama A Possibilidade de um princípio de prudência aberta?

Metodologias

As sessões serão de cariz teórico-prático e serão dinamizadas através da tematização dialógica de cada um dos conteúdos, sempre contextualizados a partir de casos práticos que constituirão a base para o debate e análise crítica de teses e argumentos. As metodologias privilegiadas serão o diálogo vertical e horizontal, o trabalho de grupo, o trabalho de pesquisa e a leitura ativa, sempre que necessário acompanhadas de apresentações e recursos multimédia. Os conteúdos teórico-práticos serão explorados e discutidos nas sessões síncronas, a realizar na plataforma Zoom. Desta forma, os formandos poderão adquirir as competências essenciais à conceção, elaboração, acompanhamento e avaliação de ensaios, integrando-os como dispositivos didático-pedagógicos, de caráter hermenêutico e heurístico, na sua prática letiva. A componente prática, a realizar nas sessões síncronas na plataforma Zoom e, essencialmente, no trabalho assíncrono/autónomo irá na leitura de partes da bibliografia de referência, na resolução de pequenos desafios e na conceção de planificação de atividades e de recursos de aula que serão apresentados e discutidos nas sessões síncronas.

Avaliação

Para além dos materiais e das reflexões realizadas durante a formação síncrona, os formandos terão que elaborar: • Um projeto filosófico, realizado em modalidade de trabalho de grupo que será apresentado e alvo de análise crítica na última sessão síncrona. • Um trabalho individual, na modalidade de ensaio filosófico, que materialize as competências adquiridas e funcione como a modelização de um dispositivo de ensino-aprendizagem a implementar na prática letiva com os alunos. • Assiduidade e participação nas sessões – 20% • Realização de tarefas – 30% • Reflexão fundamentada – 50% • Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. • Trabalhos práticos e reflexões críticas efetuadas, a partir das e nas sessões presenciais, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados na escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC – 3/2007 – Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores – Insuficiente; - 5 a 6,4 valores – Regular; - 6,5 a 7,9 valores – Bom; - 8 a 8,9 valores – Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.

Bibliografia

Galvão, Pedro, org. (2005). A Ética do Aborto. Perspetivas e Argumentos. Lisboa, Dinalivro. McMahan, Jeff (2002). The Ethics of Killing. Problems at the Margins of Life. Oxford, Oxford University Press. LaFollette, Hugh, ed. (2003). The Oxford Handbook of Practical Ethics. Oxford, Oxford University Press. Singer, Peter (2000). Ética Prática. Lisboa, Gradiva. Vaughn, Lewis (2016). Doing Ethics. Moral Reasoning and Contemporary Issues. W. W. Norton and Company, New York-London.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 06-01-2023 (Sexta-feira) 19:00 - 21:00 2:00 Online síncrona
2 07-01-2023 (Sábado) 09:30 - 12:30 3:00 Online síncrona
3 13-01-2023 (Sexta-feira) 19:00 - 21:00 2:00 Online síncrona
4 14-01-2023 (Sábado) 09:30 - 12:30 3:00 Online síncrona
5 20-01-2023 (Sexta-feira) 19:00 - 21:00 2:00 Online síncrona
6 21-01-2023 (Sábado) 09:30 - 12:30 3:00 Online síncrona
7 27-01-2023 (Sexta-feira) 19:00 - 21:00 2:00 Online síncrona
8 28-01-2023 (Sábado) 09:30 - 12:30 3:00 Online síncrona

INSCREVER-ME

Ref. 1431 Inscrições abertas até 16-12-2022

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-112200/21

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 07-01-2023

Fim: 10-02-2023

Regime: e-learning

Local: online

Destinatários

Professores do Grupo 410

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar e Associação de Professores de Filosofia

Razões

O problema do livre-arbítrio é um dos temas das Aprendizagens Essenciais de Filosofia o 10.º ano. Introduzido como problema metafísico há alguns anos no ensino secundário, o conhecimento acessível aos professores do sistema de ensino português sobre este tema é obtido sobretudo a partir dos manuais escolares ou de textos de divulgação filosófica para o grande público. O curso tem como principais objetivos aproximar os formandos da discussão contemporânea em torno de um dos problemas centrais da filosofia: o problema do livre-arbítrio, promovendo o contacto e a discussão com textos de referência da discussão neste domínio, com vista ao reforço do conhecimento dos professores, essencial para uma preparação didática das atividades letivas.

Objetivos

1. Apresentar a relação entre o problema do livre-arbítrio e o princípio das possibilidades alternativas. 2. Formular explicitamente o “Argumento da Consequência” de Peter van Inwagen. 3. Relacionar o argumento da consequência com as diferentes perspetivas sobre o problema do livre-arbítrio. 4. Caracterizar a resposta ao argumento da consequência baseada na análise condicional do princípio das possibilidades alternativa. 5. Explicitar a resposta ao argumento da consequência baseada na rejeição do princípio das possibilidades alternativas: os casos de Frankfurt. 6. Avaliar criticamente as diferentes perspetivas em confronto.

Conteúdos

1.ª sessão | 3 horas: - Apresentação dos participantes e formadores; - Informação sobre os objetivos da ação, conteúdos formativos e metodologia de avaliação; - Distribuição de material; - Breve retrospetiva da discussão do problema do livre-arbítrio; - Explicitação da relação entre o problema do livre-arbítrio e o princípio das possibilidades alternativas. 2.ª sessão | 3 horas: - Leitura de textos de Peter van Inwagen; - Formulação explícita do argumento da consequência; - Articulação do argumento da consequência com as diferentes perspetivas sobre o problema do livre-arbítrio. 3.ª sessão | 3 horas: - Caracterização da resposta ao argumento da consequência baseada na análise condicional do princípio das possibilidades alternativas; - Discussão da análise condicional do princípio das possibilidades alternativas. 4.ª sessão | 3 horas: - Explicitar a resposta ao argumento da consequência baseada na rejeição do princípio das possibilidades alternativas: os casos de Frankfurt: - Apresentação dos casos de Frankfurt; - Discussão dos casos de Frankfurt. - Avaliar criticamente as diferentes perspetivas em confronto. 5.ª sessão | 3 horas: - Introdução à lógica modal proposicional. 6.ª sessão | 3 horas: - Leitura de textos de Peter van Inwagen; - Formulação explícita da versão modal do “Argumento da Consequência”; - Discussão crítica da versão modal do “Argumento da Consequência”. 7.ª sessão | 3 horas: - Objeção dos mundos sem passado. 8.ª sessão | 3 horas: - O compatibilismo de milagres locais, de David Lewis. 9.ª sessão | 1 hora: - Avaliação.

Metodologias

O curso terá a duração de 25h e cada sessão terá como ponto de partida a análise, e subsequente discussão, de um argumento e/ou texto de referência.

Avaliação

• Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas síncronas. • A avaliação consistirá numa pequena resenha crítica sobre uma das teorias/argumentos discutidas/os e sua aplicação em contexto de sala de aula, com explicitação descritiva de um percurso didático. • Trabalhos práticos e reflexões críticas efetuadas, a partir das e nas sessões presenciais, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados nas escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC – 3/2007 – Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores – Insuficiente; - 5 a 6,4 valores – Regular; - 6,5 a 7,9 valores – Bom; - 8 a 8,9 valores – Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.

Bibliografia

Conee, Earl & Sider, Theodore (2005). “Livre-arbítrio e Determinismo” in Enigmas da Existência. Lisboa: Editorial Bizâncio, 2010, 145–171. Kane, Robert (2005). A Contemporary Introduction to Free Will. Oxford: Oxford University Press. van Inwagen, Peter (1983). An Essay on Free Will. Oxford: Oxford University Press. Watson, Gary (2003). Free Will. 2nd Ed. New York: Oxford University Press.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 07-01-2023 (Sábado) 09:30 - 12:30 3:00 Online síncrona
2 13-01-2023 (Sexta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
3 14-01-2023 (Sábado) 09:30 - 12:30 3:00 Online síncrona
4 20-01-2023 (Sexta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
5 21-01-2023 (Sábado) 09:30 - 12:30 3:00 Online síncrona
6 27-01-2023 (Sexta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
7 28-01-2023 (Sábado) 09:30 - 12:30 3:00 Online síncrona
8 03-02-2023 (Sexta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
9 04-02-2023 (Sábado) 09:30 - 12:30 3:00 Online síncrona
10 10-02-2023 (Sexta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona

INSCREVER-ME

Ref. 1841 Inscrições Fechadas

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-117398/22

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 30.0 horas

Início: 25-01-2023

Fim: 10-05-2023

Regime: e-learning

Local: online

Formador

Isabel Maria Rodrigues Bernardo

José Manuel Tarelho Soares

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar

Razões

O Agrupamento de Escolas Lima-de-Faria, Cantanhede (AELdF) integrou a fase piloto do projeto de autonomia e flexibilidade curricular, e, desde esse momento, tem vindo a refletir sobre as práticas avaliativas e a desenvolver ações, no sentido de haver uma maior articulação entre as atividades de ensino e aprendizagem e a avaliação. Com a introdução do Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital da Escola, novos passos foram dados, para que as tecnologias digitais sejam usadas para o apoio à avaliação do trabalho colaborativo e para a triangulação de processos e de procedimentos de avaliação.

Objetivos

1. Apreender, a partir da clarificação concetual e sua exemplificação, os fundamentos de uma conceção pedagógica de avaliação. 2. Refletir fundamentada e criticamente sobre a conceção pedagógica de avaliação face ao enquadramento legal estabelecido nos DL n.º 54 e n.º 55/2018 de 6 de julho, e portarias regulamentadoras deste último. 3. Identificar os elementos estruturantes de uma política de avaliação e de classificação para o AELdF. 4. Elaborar e discutir exemplos de processos e de procedimentos de avaliação, tanto ao nível das competências transversais como das didáticas específicas das disciplinas. 5. Coordenar os resultados do processo formativo com a implementação do plano de ação, aprovado pelo conselho pedagógico do AELdF, para a implementação de uma política de avaliação e de classificação.

Conteúdos

1. O que é uma conceção pedagógica de avaliação? (5h síncronas; 5h assíncronas) Dos tipos às dimensões: - onde está a diferença entre tipificar a avaliação como sumativa ou formativa ou afirmar que a avaliação pode ter uma dimensão formativa ou sumativa e esta uma dimensão classificatória? - qual a diferença entre uma avaliação das e para as aprendizagens? O suporte legal, e suas aporias, na implementação de uma conceção pedagógica da avaliação. 2. Como operacionalizar pedagogicamente uma conceção pedagógica de avaliação? (2,5h síncronas; 2,5 assíncronas) A relevância das atividades em sala de aula: colocar o aluno no centro da aprendizagem. O papel do feedback e das suas diferentes tipologias. A relevância da triangulação e os diferentes tipos de triangulação. 3. Como operacionalizar institucionalmente uma conceção pedagógica de avaliação? (2,5h síncronas; 2,5 assíncronas) O papel e os elementos constitutivos de uma política de avaliação e de classificação de agrupamento. Definição de descritores de avaliação a partir de competências transversais. 4. Como operacionalizar didaticamente uma conceção pedagógica de avaliação? (5h síncronas; 5h assíncronas) Exemplos práticos de definição de processos e procedimentos de avaliação e de classificação a partir das didáticas específicas das disciplinas.

Metodologias

A formação decorrerá de janeiro a maio de 2023. As três primeiras sessões, de 2h30 cada, terão um carácter mais teórico de apresentação e de discussão de conceitos e em torno da reflexão sobre o enquadramento legal de uma conceção pedagógica das avaliações e terão um equivalente em tempo assíncrono para leitura, pelos formandos, de bibliografia de referência de forma a terem fundamentos teóricos e empíricos, resultantes de investigação, para discutirem os conceitos em causa e o impacto que têm enquanto referentes estruturadores da prática docente. As três sessões seguintes, de 2h30 cada, terão uma dimensão mais prática, quer com a identificação, pelos formandos, dos elementos que virão a constituir a política de avaliação e de classificação do AELdF quer com a apresentação de exemplos práticos de processos e procedimentos de avaliação e de classificação a partir das didáticas específicas das disciplinas. A formação será ainda acompanhada pela equipa que no AELdF coordena o plano de ação para a implementação de uma política de avaliação e de classificação do AELdF, equipa da qual os dois formadores fazem parte.

Avaliação

Para além da participação nas sessões, os formandos farão trabalhos ao longo do período de formação que serão partilhados e discutidos nas sessões síncronas. No final da formação, será solicitada uma reflexão individual sobre os resultados do processo formativo. • Pontualidade e participação nas sessões - 10% + 10% • Realização de tarefas – 30% • Reflexão fundamentada – 50% • Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. • Trabalhos práticos e reflexões críticas efetuadas, a partir das e nas sessões presenciais, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados na escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC – 3/2007 – Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores – Insuficiente; - 5 a 6,4 valores – Regular; - 6,5 a 7,9 valores – Bom; - 8 a 8,9 valores – Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.

Bibliografia

Fernandes, D. (2016). Para uma teoria da avaliação formativa. Revista Portuguesa de Educação, 19(2), 21-50. Fernandes, D. (2019). Para um enquadramento teórico da avaliação formativa e da avaliação sumativa das aprendizagensescolares. In M.I. R. Ortigão, D. Fernandes, T. V. Pereira, & L. Santos (Orgs.). Avaliar para aprender em Portugal e noBrasil: Perspectivas teóricas, práticas e de desenvolvimento (pp.139-164). Curitiba: CRV.https://repositorio.ul.pt/handle/10451/40370 Hattie, J., & Timperley, H. (2007). The power of feedback. Review of Educational Research, 77, 81-112.http://www.columbia.edu/~mvp19/ETF/Feedback.pdf Machado, E. A. (2020). Participação dos alunos nos processos de avaliação. Projeto MAIA. Instituto de Educação daUniversidade de Lisboa.https://www.researchgate.net/publication/340940594_Participacao_dos_Alunos_nos_Processos_de_Avaliacao Machado, E. A. (2020a). Feedback. Projeto MAIA. Instituto de Educação da Universidade de Lisboa.https://www.researchgate.net/publication/340940671_Feedback


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 25-01-2023 (Quarta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
2 08-02-2023 (Quarta-feira) 17:30 - 19:30 2:00 Online síncrona
3 15-02-2023 (Quarta-feira) 17:30 - 19:30 2:00 Online síncrona
4 08-03-2023 (Quarta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
5 19-04-2023 (Quarta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
6 10-05-2023 (Quarta-feira) 17:30 - 19:30 2:00 Online síncrona

Ref. 1831 Inscrições abertas até 14-02-2023

Registo de acreditação: CFAEBM-212223

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 15-02-2023

Fim: 15-02-2023

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, Figueira da Foz

Formador

José Carlos Batista Vicente

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar

Razões

A educação formal escolar em certos níveis etários tem evoluído condicionada por uma sociedade que dá mais importância à informação do que à formação. Mas de nada serve ter pessoas perfeitamente formadas tecnologicamente, se estes conhecimentos não são acompanhados de uma sólida formação humana, que permita ao indivíduo desenvolverse harmoniosamente dentro de uma sociedade cada vez mais complexa e exigente. O Xadrez é um instrumento formativo de primeira ordem, já que faz desenvolver capacidades intelectuais que ajudam a fomentar conhecimentos do mundo atual e contribui para a formação integral da pessoa. Os objetivos educativos que se pretendem alcançar com o ensino/aprendizagem do xadrez podem classificar-se em três grandes grupos, atendendo aos diferentes aspetos formativos sobre que incidem: - Desenvolvimento intelectual e cognitivo; - Educação social e desportiva; - Desenvolvimento pessoal e formação do caráter.

Objetivos

- Contactar com a história do xadrez; - Compreender as regras básicas do jogo, indissociadas dos princípios éticos; - Percecionar na relação pedagógica interdisciplinar as possibilidades de aplicação do xadrez; - Concretizar com um projecto apresentado, a aplicação didática do xadrez.

Conteúdos

1. A história do xadrez; 2. O Xadrez e a Ética; 3. Regras básicas do jogo e a sua prática; 4. O xadrez e os “diversos saberes”: Geometria, Aritmética, Lógica, Artes, …; 5. Um projeto concreto de “Aplicação didática do xadrez”.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 15-02-2023 (Quarta-feira) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial

INSCREVER-ME

Ref. 1501 Inscrições abertas até 17-02-2023

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116697/22

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 03-03-2023

Fim: 24-03-2023

Regime: e-learning

Local: online

Formador

Aires Nuno Rebelo Almeida

Destinatários

Professores do Grupo 410

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar e Associação de Professores de Filosofia

Razões

A existência de Deus é o pressuposto central das grandes religiões e, por isso mesmo, um dos problemas centrais da filosofia da religião, que é um dos quatro grandes núcleos temáticos das Aprendizagens Essenciais de Filosofia do 11.º ano e uma das questões perenes da reflexão filosófica, com implicações de grande relevância cultural, ética, social e pessoal. Embora este núcleo temático já fizesse parte do programa oficial de Filosofia, ele era de lecionação opcional, passando a ser de lecionação obrigatória com a implementação das Aprendizagens Essenciais. Isso significa que muitos professores poderiam não ter lecionado a filosofia da religião anteriormente, o que exige um esforço adicional de aprofundamento científico e de atualização didática. Esta ação visa precisamente responder a essa exigência, de modo a proporcionar aos professores a formação necessária a uma lecionação filosoficamente mais sólida e didaticamente mais motivadora para os alunos.

Objetivos

Justificar a importância cultural, social e pessoal da questão da existência de Deus Contextualizar a questão da existência de Deus e a sua importância para a filosofia da religião Distinguir e caracterizar as diferentes conceções da divindade Compreender as diferenças e afinidades entre o crente, o agnóstico e o ateu Conhecer os principais tipos de argumentos a favor e contra a existência de Deus e os respectivos textos de referência Distinguir diferentes perspetivas sobre a existência de Deus, na ausência de provas para ambos os lados Dominar a terminologia própria da filosofia da religião Desenvolver formas de discutir o problema da existência de Deus, respeitando as convicções de partida dos alunos Produzir e partilhar recursos didáticos originais e diversificados para usar nas aulas com os alunos Articular os recursos produzidos com a avaliação das aprendizagens dos alunos, tendo em conta as áreas de competência do PASEO

Conteúdos

1. O problema [1 hora síncrona] - Contextualização filosófica do problema da existência de Deus - Justificação da importância do problema da existência de Deus 2. A natureza da divindade: a conceção de deus [4 horas, duas das quais assíncronas] - Politeísmo, panteísmo, deísmo e teísmo - A conceção teísta de Deus e os atributos do Deus teísta 3. Argumentos teístas tradicionais a favor da existência do Deus [5 horas, duas das quais assíncronas] - Os argumentos cosmológicos: a versão de Tomás de Aquino e objeções - Os argumentos teleológicos: a versão de Tomás de Aquino e objeções - Os argumentos ontológicos: a versão de Anselmo e objeções - Desenvolvimentos modernos e contemporâneos dos argumentos tradicionais 4. Argumentos tradicionais contra a existência de Deus [4 horas, duas das quais assíncronas] - Argumentos do mal: o problema lógico e o problema da quantidade de indícios - Respostas teístas aos argumentos do mal - O ónus da prova e outros argumentos 5. Acreditar sem provas [4 horas, duas das quais assíncronas] - O fideísmo: a aposta de Pascal e objeções - Outros tipos de fideísmo 6. Propostas didáticas para a lecionação do problema da existência de Deus [7 horas assíncronas] - Organização de informação empírica de partida sobre a diversidade das religiões - Estratégias e recursos textuais e extratextuais - Propostas de avaliação diagnóstica e formativa

Metodologias

— As sessões síncronas serão de cariz teórico-prático. Nessa medida, a parte inicial será dedicada à caracterização do problema e suas implicações práticasa e ao esclarecimento dos conceitos centrais envolvidos. A parte seguinte consistirá na apresentação e formulação dos argumentos, juntamente com as respetivas fontes textuais, seguindo-se um debate orientado e o esclarecimento de dúvidas. Cada sessão síncrona terminará com a apresentação de propostas de realização de tarefas práticas, a realizar nas sessões assíncronas. — As sessões assíncronas na plataforma Moodle incidirão sobre a produção de materiais didáticos com a concretização das propostas de planificação para lecionação dos temas contemplados nas Aprendizagens Essenciais. Cada formando terá de fazer um comentário crítico e fundamentado a pelo menos uma proposta alheia apresentada.

Avaliação

• Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. • A avaliação consistirá num trabalho final que incluirá uma proposta completa de lecionação de um dos subtemas (duas a três aulas), a qual deve incluir os recursos a utilizar, acompanhados de uma adequada justificação didática e filosófica e que será discutido na última sessão síncrona. A avaliação terá ainda em conta a qualidade dos contributos de cada formando nos debates presenciais e na realização das tarefas das sessões assíncronas. • Trabalhos práticos e reflexões críticas efetuadas, a partir das e nas sessões presenciais, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados na escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC – 3/2007 – Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores – Insuficiente; - 5 a 6,4 valores – Regular; - 6,5 a 7,9 valores – Bom; - 8 a 8,9 valores – Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.

Bibliografia

Martin, Michael, (dir.) (2007). Um Mundo sem Deus: Ensaios sobre o Ateísmo. Lisboa: Edições 70, 2010. Murcho, Desidério (2020). A Existência de Deus: O Essencial. Lisboa: Plátano Editora. Plantinga, Alvin (1974). Deus, a Liberdade e o Mal. São Paulo: Edições Vida Nova, 2012. Rowe, William L. (2010). Introdução à Filosofia da Religião. Lisboa: Verbo, 2011. Swinburne, Richard (1996). Será que Deus Existe? Lisboa: Gradiva, 1998.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 03-03-2023 (Sexta-feira) 18:30 - 21:00 2:30 Online síncrona
2 10-03-2023 (Sexta-feira) 18:30 - 21:00 2:30 Online síncrona
3 17-03-2023 (Sexta-feira) 18:30 - 21:00 2:30 Online síncrona
4 24-03-2023 (Sexta-feira) 18:30 - 21:00 2:30 Online síncrona

INSCREVER-ME

Ref. 1341 Inscrições abertas até 24-02-2023

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-115477/22

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 04-03-2023

Fim: 25-03-2023

Regime: e-learning

Local: online

Formador

Artur Emanuel Ilharco Galvão

Destinatários

Professores dos Grupos 300, 400 e 410

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 300, 400 e 410. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 300, 400 e 410.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar e Associação de Professores de Filosofia

Razões

O humor e o riso são atributos universais ao ser humano e a todas as suas sociedades. Contudo, durante muito tempo o humor não foi visto, nem pensado, como sendo filosoficamente importante. O humor e o riso, pode mesmo afirmar-se, foram por vezes considerados como perigosos, pois, por exemplo, fazem com que as emoções se sobreponham ao autocontrole racional, ou contêm em si algo de malicioso (visto a comédia ser uma forma de desprezo do outro) ou, ainda, tendem a violar as regras (sejam elas as da conversação, do bom gosto e até da ética). Esta má reputação encontra uma clara expressão na personagem de Jorge de Burgos em O Nome da Rosa, quando afirma: “O riso é um vento demoníaco que deforma os contornos do rosto e faz os homens parecerem macacos”. A presente ação visa fornecer uma abordagem ampla do humor e da sua aplicabilidade no contexto da sala de aula, salientando a sua importância e pertinência atual, bem como apresentando alguns dos seus limites e perigos. Tratando-se de um tema transversal contribui para o desenvolvimento dos descritores dos domínios A, D, E, F, G, H e J, do Perfil dos alunos, podendo contribuir para a descoberta da complexidade e das subtilezas da vida e do pensamento, levando os alunos a desenvolverem capacidades de escuta, reflexão e pensamento criativo.

Objetivos

1. Compreender a natureza do humor e a sua aplicabilidade na sala de aula 2. Analisar as principais teorias do humor: superioridade, incongruência, alívio, jogo e disposicional 3. Explorar as potencialidades e limitações pedagógicas do humor na sala de aula 4. Refletir sobre a axiologia do humor 5. Desenvolver abordagens pedagógicas e dispositivos didáticos sobre o tema e que possam vir a ser partilhados como recursos educativos abertos

Conteúdos

1. A Seriedade do Humor 1.1. A má reputação do humor 1.2. Humor, verdade, virtude e a existência humana 2. A Natureza do Humor 2.1. Teoria da superioridade 2.2. Teoria da incongruência 2.3. Teoria do alívio 2.4. Teoria do jogo 2.5. Teoria disposicional 3. Humor na Sala de Aula 3.1. O conflito entre humor e educação 3.2. O problema do desinteresse e o humor como solução 3.3. Implicações pedagógicas: Os casos da exemplificação e do estilo-livre 3.4. Objeções e respostas 3.5. O pythonismo pragmático 4. Humor e Valor 4.1. Homo Sapiens e Homo Ridens 4.2. A sabedoria cómica 4.3. Humor e estética 4.4. Humor e ética 5. Humor e Auto-Transcedência

Metodologias

- As sessões serão de cariz teórico-prático. Nesse sentido, serão desenvolvidas atividades de leitura, análise e avaliação de textos e de construção de planificações, de materiais didáticos e de instrumentos de análise. - Os métodos usados serão o diálogo vertical e horizontal, o trabalho de grupo e o trabalho de pesquisa. Serão usados recursos como apresentações e textos. - Os conteúdos teórico-práticos serão explorados e discutidos nas sessões síncronas, a realizar na plataforma Zoom. - A componente prática, a realizar nas sessões síncronas na plataforma Zoom e no trabalho assíncrono / autónomo consiste na conceção de planificação de atividades e de recursos de aula que serão apresentados e discutidos nas sessões síncronas. - As plataformas Moodle e Zoom constituem dois dos elementos nucleares para a partilha de informações (textos, vídeos), avaliações (tarefas e reflexão final) e para a formação em geral.

Avaliação

A avaliação consistirá num trabalho final que incluirá uma proposta completa de lecionação de um dos subtemas, a qual deve incluir os recursos a utilizar, acompanhados de uma adequada justificação didática e filosófica e que será discutido na última sessão síncrona. A avaliação terá ainda em conta a qualidade dos contributos de cada formando nos debates presenciais e na realização das tarefas das sessões assíncronas. • Assiduidade e participação nas sessões - 20% • Realização de tarefas – 30% • Reflexão fundamentada – 50% • Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. • Trabalhos práticos e reflexões críticas efetuadas, a partir das e nas sessões presenciais, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados na escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC – 3/2007 – Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores – Insuficiente; - 5 a 6,4 valores – Regular; - 6,5 a 7,9 valores – Bom; - 8 a 8,9 valores – Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.

Bibliografia

- Critchley, S. – On Humour. London: Routledge, 2002. - Mordechai, G. – Humor, Laughter and Human Flourishing: A Philosophical Exploration of the Laughing Animal. Hidelberg: Springr, 2014. - Morreall , J. (Ed.) – The Phillosophy of Laughter and Humor. Albany: SUNY, 1987. - Morreall, J. – Comic Relief: A Compreensive Philosophy of Humor. Malden: Wiley-Blackwell, 2009. - Morrison, M. K. – Using Humor to Maximize Learning. Lanham: Rowan & Littlefield Education, 2008.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 04-03-2023 (Sábado) 09:00 - 13:30 4:30 Online síncrona
2 11-03-2023 (Sábado) 09:00 - 13:30 4:30 Online síncrona
3 18-03-2023 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Online síncrona
4 25-03-2023 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Online síncrona

INSCREVER-ME

Ref. 1691 A decorrer

Registo de acreditação: CFAEBM-122223

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 16-11-2022

Fim: 08-02-2023

Regime: e-learning

Local: Escola Básica Marquês de Marialva, Cantanhede

Formador

Rui Marques de Abreu

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar

Razões

Na sequência das ações encetadas ao longo dos dois anos letivos transatos, no âmbito do projeto de intervenção para o AEMM, em turmas-piloto e na comunidade educativa, que visavam articular ensino-aprendizagem-avaliação, a avaliação pedagógica afigura-se, na atualidade, como uma força motriz em constante aperfeiçoamento, cuja meta é o sucesso educativo de todos os alunos, pelo que constitui um enorme desafio para as escolas. Neste contexto, esta formação de curta duração assume particular relevância no reforço da capacitação dos docentes para práticas pedagógicas e avaliativas que primem pela centralidade do aluno na construção de aprendizagens significativas.

Objetivos

1. Divulgar estratégias de ação já implementadas no âmbito do projeto de intervenção MAIA, no AEMM, ao nível das diferentes áreas do saber. 2. Promover reflexões sobre práticas pedagógicas e avaliativas, com partilha e esclarecimento de dúvidas. 3. Potenciar, no AEMM, um referencial comum de avaliação pedagógica, mais transparente, justo e com significado.

Conteúdos

1.ª sessão (online) MAIA: nova gramática de avaliação. Como? Porquê? 2.ª sessão (online) Práticas de inovação pedagógica | Metodologias ativas focalizadas na construção do conhecimento 3.ª sessão (online) Práticas de inovação pedagógica | Rubricas de avaliação: virtualidades e exemplos usados no AEMM (tarefas de aprendizagem essenciais e transversais) 4.ª sessão (online) Práticas de inovação pedagógica | Estratégias de feedback para refletir-motivar-aprender melhor


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 18-01-2023 (Quarta-feira) 18:00 - 19:30 1:30 Online síncrona
2 25-01-2023 (Quarta-feira) 18:00 - 19:30 1:30 Online síncrona
3 08-02-2023 (Quarta-feira) 18:00 - 19:30 1:30 Online síncrona
4 08-03-2023 (Quarta-feira) 18:00 - 19:30 1:30 Online síncrona

Ref. 1771 A decorrer

Registo de acreditação: CFAEBM-172223

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 4.0 horas

Início: 16-11-2022

Fim: 15-02-2023

Regime: e-learning

Local: online

Formador

João Pedro Soares Fernandes

Ângelo Filipe Ramos Freitas de Castro

Destinatários

Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar e UAARE

Razões

Dadas as ausências de curta, média e longa duração de alunos-atletas da rede nacional de escolas UAARE por motivos desportivos, torna-se necessário capacitar as equipas de escola UAARE com estratégias de comunicação e articulação com os Conselhos de Turma dos respetivos alunos-atletas. Existe na rede um conjunto de boas práticas que devem ser sistematizadas de forma a informar as práticas das respetivas escolas, devidamente contextualizadas bem como a necessidade de refletir sobre o modelo de apoios pedagógicos, através da discussão de casos reais e a sistematização de cenários.

Objetivos

• Reforço do trabalho colaborativo e em rede das equipas de escola UAARE, com foco disciplinar • Partilha de boas práticas na rede nacional • Discussão e reflexão sobre casos de apoios pedagógicos na rede nacional • Sistematização de cenários de apoio

Conteúdos

1. Tipos de apoios pedagógicos e cenários de ausência de alunos-atletas: curta, média e longa duração; 2. Mecanismos de comunicação e articulação entre SEAM e Conselhos de Turma – casos práticos; 3. Apoios pedagógicos na rede nacional – análise de casos; 4. Cenários de apoios pedagógicos a alunos-atletas – uma sistematização.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 16-11-2022 (Quarta-feira) 17:00 - 19:00 2:00 Online síncrona
2 15-02-2023 (Quarta-feira) 17:00 - 19:00 2:00 Online síncrona

Ref. 1821 A decorrer

Registo de acreditação: CFAEBM-202223

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 4.0 horas

Início: 16-11-2022

Fim: 15-02-2023

Regime: e-learning

Local: online

Formador

João Pedro Soares Fernandes

Ângelo Filipe Ramos Freitas de Castro

Destinatários

Esta AFCD destina-se exclusivamente a Psicólogos de Escolas UAARE

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar e UAARE

Razões

Dadas as ausências de curta, média e longa duração de alunos-atletas da rede nacional de escolas UAARE por motivos desportivos, torna-se necessário capacitar as equipas de escola UAARE com estratégias de comunicação e articulação com os Conselhos de Turma dos respetivos alunos-atletas. Existe na rede um conjunto de boas práticas que devem ser sistematizadas de forma a informar as práticas das respetivas escolas, devidamente contextualizadas bem como a necessidade de refletir sobre o modelo de apoios pedagógicos, através da discussão de casos reais e a sistematização de cenários.

Objetivos

• Reforço do trabalho colaborativo e em rede das equipas de escola UAARE, com foco disciplinar • Partilha de boas práticas na rede nacional • Discussão e reflexão sobre casos de apoios pedagógicos na rede nacional • Sistematização de cenários de apoio

Conteúdos

1. Tipos de apoios pedagógicos e cenários de ausência de alunos-atletas: curta, média e longa duração; 2. Mecanismos de comunicação e articulação entre SEAM e Conselhos de Turma – casos práticos; 3. Apoios pedagógicos na rede nacional – análise de casos; 4. Cenários de apoios pedagógicos a alunos-atletas – uma sistematização.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 16-11-2022 (Quarta-feira) 17:00 - 19:00 2:00 Online síncrona
2 15-02-2023 (Quarta-feira) 17:00 - 19:00 2:00 Online síncrona

Ref. 1391 A decorrer

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116788/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas

Início: 04-10-2022

Fim: 21-02-2023

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas de Montemor-o-Velho

Formador

Catarina Maria Neto da Cruz

Destinatários

Professores do Grupo de Recrutamento 110

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo de Recrutamento 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo de Recrutamento 110.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar (POCH)

Razões

No âmbito do projeto Contexto e Visão para a revisão curricular das Aprendizagens Essenciais em Matemática, em agosto de 2021 foram homologadas as novas Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Básico (Despacho n.º 8209/2021, de 19 de agosto) que entrarão em vigor a partir do ano letivo: a) 2022/2023, no que respeita aos 1.º, 3.º, 5.º e 7.º anos de escolaridade; b) 2023/2024, no que respeita aos 2.º, 4.º, 6.º e 8.º anos de escolaridade; c) 2024/2025, no que respeita ao 9.º ano de escolaridade. Tendo consciência da necessidade de formação dos professores do grupo 110 para a operacionalização destes novos documentos curriculares em Matemática no Ensino Básico, procurar-se-á desenvolver uma formação focada em aspetos específicos das novas AE de Matemática para o Ensino Básico (AE, 2021), destacando o que de mais significativo e novo existe nestes documentos curriculares.

Objetivos

No final da formação, os professores participantes devem: - Compreender, de forma aprofundada, as orientações curriculares expressas nas novas AE de Matemática para o Ensino Básico, o seu racional e as consequências para o ensino da Matemática; - Estar dotados do conhecimento didático e o conhecimento matemático requeridos para o ensino orientado pelas novas AE de Matemática para o Ensino Básico; - Realizar práticas de ensino de Matemática que contemplem a planificação de aulas, a sua concretização e consequente reflexão, em contextos de trabalho colaborativo, tornando-se sensíveis e capazes de resolução para os problemas que possam surgir na prática de ensino das novas AE de Matemática para o 1.º ciclo do Ensino Básico.

Conteúdos

Orientações curriculares para o ensino da Matemática no Ensino Básico expressas nas novas AE 2021 (2 sessões de 2,5h cada): - Caracterização das novas AE de Matemática - Articulação entre os temas nas novas AE de Matemática - Reflexos dos princípios nas opções curriculares das novas AE de Matemática Serão propostas tarefas que permitirão trabalhar as novas AE segundo diversos ângulos. Articulação entre diferentes temas matemáticos e capacidades matemáticas transversais, incorporando as capacidades e atitudes gerais transversais (5 sessões de 2,5h cada): - Conteúdos de aprendizagem (conhecimentos, capacidades matemáticas, capacidades e atitudes gerais) que uma dada tarefa preferencialmente pode promover - Análise de produções de alunos - Feedback oral e escrito a fornecer pelo professor - Recursos, em particular tecnológicos, e suas potencialidades Serão propostas tarefas de formação constituídas por tarefas a propor aos alunos, e um conjunto de questões que incidem sobre o ensino da Matemática, a partir das características da tarefa dos alunos, de produções de alunos, de episódios de sala de aula, de notas de campo de aulas realizadas no âmbito da operacionalização destas novas AE. Práticas de ensino promotoras do desenvolvimento integrado de temas matemáticos, capacidades matemáticas transversais e capacidades e atitudes gerais transversais (3 sessões de 2,5h cada): - Planificação (objetivos de aprendizagem, tarefas, formas de as explorar e recursos, em particular ferramentas tecnológicas) - Operacionalização (dinâmica da aula; papel do professor e dos alunos, discussão em grande grupo) - Reflexão (aprendizagens realizadas, dificuldades reveladas pelos alunos e ações do professor, identificação de aspetos a melhorar, causas e aperfeiçoamentos para futuro). A primeira sessão será dedicada ao início da planificação da aula a lecionar, e as duas restantes decorrerão após o término do trabalho autónomo e destinar-se-ão à apresentação e reflexão da intervenção na prática letiva. Para o trabalho autónomo propor-se-á a leitura de textos que sustentem teoricamente algumas ideias chave das orientações curriculares consideradas nos documentos curriculares, assim como a leitura de textos de apoio sobre os temas trabalhados. Prevê-se ainda que o trabalho autónomo incida na conclusão da planificação, na realização da aula e na preparação da apresentação aos restantes formandos desta intervenção na prática letiva.

Metodologias

A periodicidade deverá ser variável: começando de forma mais concentrada, passando a ser mais espaçada decorridos cerca de 2/3 da formação, a fim de permitir tempo para uma intervenção na prática letiva. Sessões presenciais (momentos em pequenos grupos e em grande grupo): análise e discussão das AE, de textos teóricos que as suportam, resolução e discussão de tarefas de formação e planificação e reflexão de uma intervenção na prática. As tarefas de formação poderão incluir a resolução de tarefas a propor aos alunos, o seu enquadramento curricular, a análise de produções matemáticas de alunos e de episódios de sala de aula, e o seu enquadramento curricular no âmbito das novas AE de Matemática.

Avaliação

Trabalho autónomo (individual ou em pequenos grupos): leitura das AE e de textos disponibilizados, planificação, concretização e reflexão da intervenção na prática, preparação da apresentação, em pequenos grupos, dessa intervenção e elaboração de um trabalho final individual crítico-reflexivo.

Modelo

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões presenciais, a planificação de tarefas para os alunos e análise da sua realização na sala de aula, e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá ser uma reflexão escrita individual sobre a formação, as aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, e a sua participação na formação.

Bibliografia

Canavarro, A. P. (2009). O pensamento algébrico na aprendizagem da Matemática dos primeiros anos. Quadrante, 16(2), 81-118. Canavarro, A. P., Oliveira, H., & Menezes, L. (2012). Práticas de ensino exploratório da matemática: O caso de Célia. In A. P. Canavarro, L. Santos, A. Boavida, H. Oliveira, L. Menezes, & S. Carreira (Eds.), Investigação em Educação Matemática – Práticas de ensino da Matemática, Livro de Atas do Encontro de Investigação em Educação Matemática EIEM2012 (pp. 255-266). Castelo de Vide: SPIEM. NCTM (2017). Princípios para a Ação. Lisboa: APM. Educação e Matemática, 2022, nº 162 (número temático sobre pensamento computacional) Henriques, A., & Oliveira, H. (2012). Investigações estatísticas. Um caminho a seguir? Educação e Matemática, 120, 3-8.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 04-10-2022 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
2 10-10-2022 (Segunda-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
3 18-10-2022 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
4 08-11-2022 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
5 22-11-2022 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
6 06-12-2022 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
7 03-01-2023 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
8 17-01-2023 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
9 07-02-2023 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
10 21-02-2023 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial


176

Ref. 1401 A decorrer

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116787/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas

Início: 04-10-2022

Fim: 21-02-2023

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas Figueira Norte

Formador

Nuno Lopes Martins

Destinatários

Professores do Grupo de Recrutamento 230

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo de Recrutamento 230. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo de Recrutamento 230.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar (POCH)

Razões

No âmbito do projeto Contexto e Visão para a revisão curricular das Aprendizagens Essenciais em Matemática, em agosto de 2021 foram homologadas as novas Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Básico (Despacho n.º 8209/2021, de 19 de agosto) que entrarão em vigor a partir do ano letivo: a) 2022/2023, no que respeita aos 1.º, 3.º, 5.º e 7.º anos de escolaridade; b) 2023/2024, no que respeita aos 2.º, 4.º, 6.º e 8.º anos de escolaridade; c) 2024/2025, no que respeita ao 9.º ano de escolaridade. Tendo consciência da necessidade de formação dos professores do grupo 230 para a operacionalização destes novos documentos curriculares em Matemática do Ensino Básico procurar-se-á desenvolver uma formação focada em aspetos específicos das novas AE de Matemática para o Ensino Básico, destacando o que de mais significativo e novo existe nestes documentos curriculares.

Objetivos

No final da formação, os professores participantes devem ser capazes de: - Compreender, de forma aprofundada, as orientações curriculares expressas nas novas AE de Matemática para o Ensino Básico, o seu racional e as consequências para o ensino da Matemática; - Estar capacitados com o conhecimento didático e o conhecimento matemático requeridos para o ensino orientado pelas novas AE de Matemática para o Ensino Básico; - Realizar experiências de ensino de Matemática que contemplem a planificação de aulas, a sua concretização e consequente reflexão, em contextos de trabalho colaborativo, tornando-se sensíveis e alertados para os problemas que possam surgir na prática de ensino das novas AE de Matemática para o 2.º ciclo do Ensino Básico.

Conteúdos

Orientações curriculares para o ensino da Matemática no Ensino Básico expressas nas novas AE 2021 (2 sessões de 2,5h cada): - Caracterização das novas AE de Matemática - Articulação entre os temas nas novas AE de Matemática - Reflexos dos princípios nas opções curriculares das novas AE de Matemática Serão propostas tarefas que permitirão trabalhar as novas AE segundo diversos ângulos. Articulação entre diferentes temas matemáticos e capacidades matemáticas transversais, incorporando as capacidades e atitudes gerais transversais (5 sessões de 2,5h cada): - Conteúdos de aprendizagem (conhecimentos, capacidades matemáticas, capacidades e atitudes gerais) que uma dada tarefa preferencialmente pode promover - Análise de produções de alunos - Feedback oral e escrito a fornecer pelo professor - Recursos, em particular tecnológicos, e suas potencialidades Serão propostas tarefas de formação constituídas por tarefas a propor aos alunos, e um conjunto de questões que incidem sobre o ensino da Matemática, a partir das características da tarefa dos alunos, de produções de alunos, de episódios de sala de aula, de notas de campo de aulas realizadas no âmbito da operacionalização destas novas AE. Práticas de ensino promotoras do desenvolvimento integrado de temas matemáticos, capacidades matemáticas transversais e capacidades e atitudes gerais transversais (3 sessões de 2,5h cada): - Planificação (objetivos de aprendizagem, tarefas, formas de as explorar e recursos, em particular ferramentas tecnológicas) - Operacionalização (dinâmica da aula; papel do professor e dos alunos, discussão em grande grupo) - Reflexão (aprendizagens realizadas, dificuldades reveladas pelos alunos e ações do professor, identificação de aspetos a melhorar, causas e aperfeiçoamentos para futuro). A primeira sessão será dedicada ao início da planificação da aula a lecionar, e as duas restantes decorrerão após o término do trabalho autónomo e destinar-se-ão à apresentação e reflexão da intervenção na prática letiva. Para o trabalho autónomo propor-se-á a leitura de textos que sustentem teoricamente algumas ideias chave das orientações curriculares consideradas nos documentos curriculares, assim como a leitura de textos de apoio sobre os temas trabalhados. Prevê-se ainda que o trabalho autónomo incida na conclusão da planificação, na realização da aula e na preparação da apresentação aos restantes formandos desta intervenção na prática letiva.

Metodologias

A periodicidade deverá ser variável: começando de forma mais concentrada, passando a ser mais espaçada decorridos cerca de 2/3 da formação, a fim de permitir tempo para uma intervenção na prática letiva. Sessões presenciais (momentos em pequenos grupos e em grande grupo): análise e discussão das AE, de textos teóricos que as suportam, resolução e discussão de tarefas de formação e planificação e reflexão de uma intervenção na prática. As tarefas de formação a propor nessas sessões poderão incluir a resolução de tarefas a propor aos alunos, a análise de produções de alunos e de episódios de sala de aula, e o seu enquadramento curricular no âmbito das novas AE de Matemática. Trabalho autónomo (individual ou em pequenos grupos): leitura das AE e de textos disponibilizados, na planificação, concretização e reflexão da intervenção na prática, preparação da apresentação, em pequenos grupos, dessa intervenção e elaboração de um trabalho final individual crítico-reflexivo.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões presenciais, a planificação de tarefas para os alunos e análise da sua realização na sala de aula, e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá ser uma reflexão escrita individual sobre a formação, as aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, e a sua participação na formação.

Bibliografia

Educação e Matemática, 158 Educação e Matemática, 162 NCTM (2017). Princípios para a ação. Lisboa: APM. Ponte, J. P., Quaresma, M., & Mata Pereira, J. (2020). Como desenvolver o raciocínio matemático na sala de aula? Educação e Matemática, 156, 7-11. Veloso, E. (2012). Simetria e transformações geométricas. Lisboa: APM.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 04-10-2022 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
2 13-10-2022 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
3 18-10-2022 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
4 08-11-2022 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
5 22-11-2022 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
6 06-12-2022 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
7 03-01-2023 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
8 17-01-2023 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
9 07-02-2023 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
10 21-02-2023 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial


177

Ref. 1412 A decorrer

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116783/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas

Início: 04-10-2022

Fim: 18-04-2023

Regime: b-learning

Local: Agrupamento de Escolas Marquês de Marialva, Cantanhede

Formador

Catarina Isabel Marques de Carvalho Ferreira Barreto Soares da Silva

Destinatários

Professores do Grupo de Recrutamento 500

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo de Recrutamento 500. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo de Recrutamento 500.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar (POCH)

Razões

No âmbito do projeto Contexto e Visão para a revisão curricular das Aprendizagens Essenciais em Matemática, em agosto de 2021 foram homologadas as novas Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Básico (Despacho n.º 8209/2021, de 19 de agosto) que entrarão em vigor a partir do ano letivo: a) 2022/2023, no que respeita aos 1.º, 3.º, 5.º e 7.º anos de escolaridade; b) 2023/2024, no que respeita aos 2.º, 4.º, 6.º e 8.º anos de escolaridade; c) 2024/2025, no que respeita ao 9.º ano de escolaridade. Tendo consciência da necessidade de formação dos professores do grupo 500, para a operacionalização destes novos documentos curriculares em Matemática do Ensino Básico procurar-se-á desenvolver uma formação focada em aspetos específicos das novas AE de Matemática para o Ensino Básico (AE, 2021), destacando o que de mais significativo e novo existe nestes documentos curriculares.

Objetivos

No final da formação, os professores participantes devem: - Compreender, de forma aprofundada, as orientações curriculares expressas nas novas AE de Matemática para o Ensino Básico, o seu racional e as consequências para o ensino da Matemática; - Estar dotados com o conhecimento didático e o conhecimento matemático requeridos para o ensino orientado pelas novas AE de Matemática para o Ensino Básico; - Realizar práticas de ensino de Matemática que contemplem a planificação de aulas, a sua concretização e consequente reflexão, em contextos de trabalho colaborativo, tornando-se sensíveis e capazes de resolução para os problemas que possam surgir na prática de ensino das novas AE de Matemática para o 3.º ciclo do Ensino Básico.

Conteúdos

Orientações curriculares para o ensino da Matemática no Ensino Básico expressas nas novas AE 2021 (2 sessões de 2,5h cada): - Caracterização das novas AE de Matemática - Articulação entre os temas nas novas AE de Matemática - Reflexos dos princípios nas opções curriculares das novas AE de Matemática Serão propostas tarefas que permitirão trabalhar as novas AE segundo diversos ângulos. Articulação entre diferentes temas matemáticos e capacidades matemáticas transversais, incorporando as capacidades e atitudes gerais transversais (5 sessões de 2,5h cada): - Conteúdos de aprendizagem (conhecimentos, capacidades matemáticas, capacidades e atitudes gerais) que uma dada tarefa preferencialmente pode promover - Análise de produções de alunos - Feedback oral e escrito a fornecer pelo professor - Recursos, em particular tecnológicos, e suas potencialidades Serão propostas tarefas de formação constituídas por tarefas a propor aos alunos, e um conjunto de questões que incidem sobre o ensino da Matemática, a partir das características da tarefa dos alunos, de produções de alunos, de episódios de sala de aula, de notas de campo de aulas realizadas no âmbito da operacionalização destas novas AE. Práticas de ensino promotoras do desenvolvimento integrado de temas matemáticos, capacidades matemáticas transversais e capacidades e atitudes gerais transversais (3 sessões de 2,5h cada): - Planificação (objetivos de aprendizagem, tarefas, formas de as explorar e recursos, em particular ferramentas tecnológicas) - Operacionalização (dinâmica da aula; papel do professor e dos alunos, discussão em grande grupo) - Reflexão (aprendizagens realizadas, dificuldades reveladas pelos alunos e ações do professor, identificação de aspetos a melhorar, causas e aperfeiçoamentos para futuro). A primeira sessão será dedicada ao início da planificação da aula a lecionar, e as duas restantes decorrerão após o término do trabalho autónomo e destinar-se-ão à apresentação e reflexão da intervenção na prática letiva. Para o trabalho autónomo propor-se-á a leitura de textos que sustentem teoricamente algumas ideias chave das orientações curriculares consideradas nos documentos curriculares, assim como a leitura de textos de apoio sobre os temas trabalhados. Prevê-se ainda que o trabalho autónomo incida na conclusão da planificação, na realização da aula e na preparação da apresentação aos restantes formandos desta intervenção na prática letiva.

Metodologias

A periodicidade deverá ser variável: começando de forma mais concentrada, passando a ser mais espaçada decorridos cerca de 2/3 da formação, a fim de permitir tempo para uma intervenção na prática letiva. Sessões presenciais (pequenos grupos e em grande grupo): análise e discussão das AE, de textos teóricos que as suportam, resolução e discussão de tarefas de formação e planificação e reflexão de uma intervenção na prática. As tarefas de formação a propor poderão incluir a resolução de tarefas a propor aos alunos, o seu enquadramento curricular, a análise de produções matemáticas de alunos e de episódios de sala de aula, e o seu enquadramento curricular no âmbito das novas AE de Matemática. Trabalho autónomo (individual ou em pequenos grupos): leitura das AE e de textos disponibilizados, planificação, concretização e reflexão da intervenção na prática, preparação da apresentação, em pequenos grupos, dessa intervenção e elaboração de um trabalho final individual crítico-reflexivo.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões presenciais, a planificação de tarefas para os alunos e análise da sua realização na sala de aula, e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá ser uma reflexão escrita individual sobre a formação, as aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, e a sua participação na formação.

Bibliografia

Educação e Matemática, 158 (Temático sobre avaliação) Educação e Matemática, 162 (Temático sobre pensamento computacional) NCTM (2017). Princípios para a ação. Lisboa: APM Ponte, J. P., Quaresma, M., & Mata Pereira, J. (2020). Como desenvolver o raciocínio matemático na sala de aula? Educação e Matemática, 156, 7-11 Veloso, E. (2012). Simetria e transformações geométricas. Lisboa: APM


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 10-10-2022 (Segunda-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
2 18-10-2022 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
3 08-11-2022 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
4 22-11-2022 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
5 06-12-2022 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
6 17-01-2023 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
7 31-01-2023 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
8 14-02-2023 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
9 21-03-2023 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
10 18-04-2023 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona


179

Ref. 1411 A decorrer

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116783/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas

Início: 27-09-2022

Fim: 28-03-2023

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, Figueira da Foz

Formador

Catarina Isabel Marques de Carvalho Ferreira Barreto Soares da Silva

Destinatários

Professores do Grupo de Recrutamento 500

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo de Recrutamento 500. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo de Recrutamento 500.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar (POCH)

Razões

No âmbito do projeto Contexto e Visão para a revisão curricular das Aprendizagens Essenciais em Matemática, em agosto de 2021 foram homologadas as novas Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Básico (Despacho n.º 8209/2021, de 19 de agosto) que entrarão em vigor a partir do ano letivo: a) 2022/2023, no que respeita aos 1.º, 3.º, 5.º e 7.º anos de escolaridade; b) 2023/2024, no que respeita aos 2.º, 4.º, 6.º e 8.º anos de escolaridade; c) 2024/2025, no que respeita ao 9.º ano de escolaridade. Tendo consciência da necessidade de formação dos professores do grupo 500, para a operacionalização destes novos documentos curriculares em Matemática do Ensino Básico procurar-se-á desenvolver uma formação focada em aspetos específicos das novas AE de Matemática para o Ensino Básico (AE, 2021), destacando o que de mais significativo e novo existe nestes documentos curriculares.

Objetivos

No final da formação, os professores participantes devem: - Compreender, de forma aprofundada, as orientações curriculares expressas nas novas AE de Matemática para o Ensino Básico, o seu racional e as consequências para o ensino da Matemática; - Estar dotados com o conhecimento didático e o conhecimento matemático requeridos para o ensino orientado pelas novas AE de Matemática para o Ensino Básico; - Realizar práticas de ensino de Matemática que contemplem a planificação de aulas, a sua concretização e consequente reflexão, em contextos de trabalho colaborativo, tornando-se sensíveis e capazes de resolução para os problemas que possam surgir na prática de ensino das novas AE de Matemática para o 3.º ciclo do Ensino Básico.

Conteúdos

Orientações curriculares para o ensino da Matemática no Ensino Básico expressas nas novas AE 2021 (2 sessões de 2,5h cada): - Caracterização das novas AE de Matemática - Articulação entre os temas nas novas AE de Matemática - Reflexos dos princípios nas opções curriculares das novas AE de Matemática Serão propostas tarefas que permitirão trabalhar as novas AE segundo diversos ângulos. Articulação entre diferentes temas matemáticos e capacidades matemáticas transversais, incorporando as capacidades e atitudes gerais transversais (5 sessões de 2,5h cada): - Conteúdos de aprendizagem (conhecimentos, capacidades matemáticas, capacidades e atitudes gerais) que uma dada tarefa preferencialmente pode promover - Análise de produções de alunos - Feedback oral e escrito a fornecer pelo professor - Recursos, em particular tecnológicos, e suas potencialidades Serão propostas tarefas de formação constituídas por tarefas a propor aos alunos, e um conjunto de questões que incidem sobre o ensino da Matemática, a partir das características da tarefa dos alunos, de produções de alunos, de episódios de sala de aula, de notas de campo de aulas realizadas no âmbito da operacionalização destas novas AE. Práticas de ensino promotoras do desenvolvimento integrado de temas matemáticos, capacidades matemáticas transversais e capacidades e atitudes gerais transversais (3 sessões de 2,5h cada): - Planificação (objetivos de aprendizagem, tarefas, formas de as explorar e recursos, em particular ferramentas tecnológicas) - Operacionalização (dinâmica da aula; papel do professor e dos alunos, discussão em grande grupo) - Reflexão (aprendizagens realizadas, dificuldades reveladas pelos alunos e ações do professor, identificação de aspetos a melhorar, causas e aperfeiçoamentos para futuro). A primeira sessão será dedicada ao início da planificação da aula a lecionar, e as duas restantes decorrerão após o término do trabalho autónomo e destinar-se-ão à apresentação e reflexão da intervenção na prática letiva. Para o trabalho autónomo propor-se-á a leitura de textos que sustentem teoricamente algumas ideias chave das orientações curriculares consideradas nos documentos curriculares, assim como a leitura de textos de apoio sobre os temas trabalhados. Prevê-se ainda que o trabalho autónomo incida na conclusão da planificação, na realização da aula e na preparação da apresentação aos restantes formandos desta intervenção na prática letiva.

Metodologias

A periodicidade deverá ser variável: começando de forma mais concentrada, passando a ser mais espaçada decorridos cerca de 2/3 da formação, a fim de permitir tempo para uma intervenção na prática letiva. Sessões presenciais (pequenos grupos e em grande grupo): análise e discussão das AE, de textos teóricos que as suportam, resolução e discussão de tarefas de formação e planificação e reflexão de uma intervenção na prática. As tarefas de formação a propor poderão incluir a resolução de tarefas a propor aos alunos, o seu enquadramento curricular, a análise de produções matemáticas de alunos e de episódios de sala de aula, e o seu enquadramento curricular no âmbito das novas AE de Matemática. Trabalho autónomo (individual ou em pequenos grupos): leitura das AE e de textos disponibilizados, planificação, concretização e reflexão da intervenção na prática, preparação da apresentação, em pequenos grupos, dessa intervenção e elaboração de um trabalho final individual crítico-reflexivo.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões presenciais, a planificação de tarefas para os alunos e análise da sua realização na sala de aula, e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá ser uma reflexão escrita individual sobre a formação, as aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, e a sua participação na formação.

Bibliografia

Educação e Matemática, 158 (Temático sobre avaliação) Educação e Matemática, 162 (Temático sobre pensamento computacional) NCTM (2017). Princípios para a ação. Lisboa: APM Ponte, J. P., Quaresma, M., & Mata Pereira, J. (2020). Como desenvolver o raciocínio matemático na sala de aula? Educação e Matemática, 156, 7-11 Veloso, E. (2012). Simetria e transformações geométricas. Lisboa: APM


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 27-09-2022 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
2 11-10-2022 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
3 25-10-2022 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
4 15-11-2022 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
5 29-11-2022 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
6 10-01-2023 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
7 24-01-2023 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
8 07-02-2023 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
9 14-03-2023 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
10 28-03-2023 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona


178

Ref. 1361 Em avaliação

Registo de acreditação: CFAEBM-012223

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 07-01-2023

Fim: 01-04-2023

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas de Mira

Formador

Fernanda Paula Fernandes dos Reis Pinheiro

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar (POCH)

Razões

A avaliação, a aprendizagem e o ensino são três processos pedagógicos incontornáveis e fundamentais que devem ser devidamente compreendidos por todos os intervenientes nos sistemas educativos (e.g., docentes, gestores escolares, decisores políticos, encarregados de educação). A avaliação, em qualquer nível de ensino, só fará real sentido se estiver fortemente articulada, ou mesmo integrada, com o ensino e com a aprendizagem. (…). A avaliação não pode nem deve ser encarada como um processo isolado ou desligado do currículo e do desenvolvimento curricular. Nestes termos, as conceções e práticas de avaliação estão intimamente associadas às conceções curriculares e, concomitantemente, às conceções que se sustentam acerca do ensino e da aprendizagem. Isto significa que o entendimento que temos sobre a educação em geral e sobre o papel das escolas, assim como as nossas ideias sobre a aprendizagem e o ensino, influenciam fortemente o que pensamos acerca da avaliação das aprendizagens e das suas práticas. Estas são ideias que deverão orientar as tomadas de decisão a qualquer nível dos sistemas educativos, desde o nível político, passando pelo nível da administração da educação, até ao nível pedagógico no contexto das escolas e das salas de aula. No contexto de mudanças significativas ao nível da gestão do currículo, e face à necessidade de apoiar os professores e as escolas no processo de melhoria das práticas de avaliação pedagógica, foi definido o Projeto MAIA que visa contribuir para um incremento das competências e conhecimentos inerentes ao processo de avaliação das aprendizagens por parte dos professores e apoiar e acompanhar as escolas no desenvolvimento de projetos pedagógicos e didáticos em torno de práticas de avaliação formativa, feedback e participação, critérios de avaliação e processos de recolha de informação.

Objetivos

- Compreender a natureza, os processos e as finalidades do Projeto MAIA; - Explicitar os princípios e fundamentos da avaliação pedagógica; - Justificar a importância da avaliação pedagógica para a melhoria das a aprendizagens dos alunos; - Contribuir para a literacia no âmbito da avaliação das aprendizagens.

Conteúdos

1. Objetivos, organização e relevância do Projeto MAIA - 1h; 2. Natureza e fundamentos da avaliação– 1h; 3. Processos de avaliação pedagógica – 4h: 3.1. Práticas de avaliação pedagógica (formativa e sumativa); 3.2. Feedback: natureza, distribuição e utilização pelos alunos e professores; 3.3. Aprendizagens Essenciais, critérios de avaliação, descrição de níveis de desempenho e Standards; 3.4. Processos de recolha de informação

Metodologias

Sugere-se a adoção de uma dinâmica reflexiva e interativa, através da qual seja possível potenciar diversas perspetivas e as diferentes experiências. Sendo certo que os AE/ENA estarão em fases diferentes, importa dar tempo e voz para a partilha das diversas experiências. O recurso aos materiais deve servir para apoiar e ilustrar o percurso temático proposto, sem nenhum carácter exaustivo e/ou meramente expositivo. As folhas do Projeto MAIA dispõem de diversas atividades de formação que podem ser adotadas neste contexto e com as devidas adaptações.


Observações

Esta AFCD destina-se exclusivamente a docentes do Agrupamento de Escolas de Mira.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 07-01-2023 (Sábado) 09:00 - 11:00 2:00 Presencial


168

Ref. 1301 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-113762/22

Modalidade: Colóquios; congressos; simpósios; jornadas ou iniciativas congéneres

Duração: 13.0 horas

Início: 18-11-2022

Fim: 19-11-2022

Regime: Presencial

Local: Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz

Destinatários

Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar, Centro de Literatura Portuguesa, Centro de Estudos Humanísticos da Universidade dos Açores, Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra. Apoio: CM Figueira da Foz

Razões

Os Lusíadas (publicados pela primeira vez há 450 anos) estão presentes no cânone literário escolar desde que este se constituiu e estabilizou em finais do século XIX. As alterações que se vêm verificando na Escola, tanto nos aspetos logísticos como no que diz respeito aos objetivos cívicos e pessoais a alcançar justificam um debate sobre os procedimentos pedagógicos que vêm prevalecendo. Num plano diferente, as dinâmicas de investigação que se verificam nos estudos literários em geral e nos estudos camonianos em particular, requerem um esforço de formação contínua, tendo em vista o ajustamento e a adequação dos conteúdos e das perspetivas.

Objetivos

Os objetivos a atingir pela presente iniciativa de formação são essencialmente de quatro tipos. No plano científico, visa-se proporcionar uma formação atualizada aos professores, com base nas aquisições mais recentes e mais sólidas que têm sido objeto de pesquisa e publicação. No plano didático, pretende-se promover a divulgação de práticas de sucesso, convocando o testemunho de docentes que se vêm consagrando ao ensino da epopeia camoniana. Um terceiro objetivo relaciona-se com interdiscursividade do texto camoniano, destacando as múltiplas experiências de adaptação que têm sido feitas no plano da imagem e do suporte, com o objetivo de tornar o texto mais atrativo. Por último, através do testemunho de personalidades de relevo na vida cívica, procura-se identificar o rasto camoniano criado pela Escola na sensibilidade e na memória dos cidadãos.

Conteúdos

Primeiro dia 1. Sessão de abertura, com explicação da estrutura e dos objetivos do Congresso. 2. Painel “Os estudos camonianos”: balanço crítico das orientações mais influentes que vêm marcando esta área de pesquisa, em ambiente universitário. 3. Painel “Camões, uma presença viva na literatura e nas artes de hoje”: depoimentos de ilustradores da epopeia de Camões e perspetivas de futuro, em ambiente digital. Segundo dia Painéis 1 e 2: “O que fazer com Os Lusíadas na Escola? dificuldades e indicadores de sucesso”: Apresentação e discussão de experiências concretas de ensino, a partir dos conteúdos programáticos em vigor. Painel 3: “Um poema para todos”, adaptações de Os Lusíadas, do século XVI aos nossos dias: resenha histórica dos esforços de ajustamento da epopeia camoniana a públicos juvenis. Painel 4: Depois da Escola (o rasto de Os Lusíadas): testemunhos de figuras da vida cívica portuguesa, a partir do contacto que tiveram com a epopeia de Camões em contexto escolar. Painel 5: Os Lusíadas nos programas escolares: exame das práticas pedagógicas mais correntes e análise de algumas possibilidades de ajustamento e reconversão

Metodologias

O Congresso constará sobretudo de conferências e mesas-redondas. A organização do Programa contemplará, no entanto, períodos regulares destinados a intervenções do público. Esse objetivo será assegurado através da existência de moderadores experientes e qualificados. Acredita-se que o teor das matérias em discussão (designadamente a sua aplicabilidade prática) será suficientemente motivador. Elaboração de uma reflexão sobre a acção.

Avaliação

• Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. • Reflexões efectuadas, a partir das e nas sessões presenciais, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados nas escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC – 3/2007 – Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores – Insuficiente; - 5 a 6,4 valores – Regular; - 6,5 a 7,9 valores – Bom; - 8 a 8,9 valores – Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.

Modelo

Os formandos deverão frequentar pelo menos 2/3 das atividades previstas no Programa do Congresso. Deverão, depois, em conformidade com os critérios em vigor, elaborar um Relatório pessoal, a avaliar pelos promotores do Congresso.

Bibliografia

Alves, Hélio João S.,Camões, Corte-Real e o sistema da poesia épica quinhentista, Coimbra, Centro interuniversitário de Estudos Camonianos, 1999; Bernardes, José Augusto Cardoso Bernardes e Rui Afonso Mateus, A Literatura e o Ensino do Português, Lisboa, Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2013; Bernardes, José Augusto Cardoso, A Oficina de Camões. Apontamentos sobre Os Lusíadas, Coimbra, Imprensa da Universidade (Série Investigação), 2022; Fraga, Maria do Céu, Os géneros maiores na poesia lírica de Camões, Coimbra, Centro Interuniversitário de Estudos Camonianos, 2003; Silva, Vítor Manuel Aguiar e, A Lira Dourada e a Tuba canora, Lisboa, Cotovia, 2008


Observações

Os docentes que não pertencem aos Grupos de Docência 200, 210, 220 e 300 terão direito a um Certificado de participação.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 18-11-2022 (Sexta-feira) 15:30 - 20:00 4:30 Presencial
2 19-11-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
3 19-11-2022 (Sábado) 15:00 - 19:30 4:30 Presencial

Ref. 1721 Em avaliação

Registo de acreditação: CFAEBM-132223

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 16-11-2022

Fim: 16-11-2022

Regime: Presencial

Local: Escola Básica 2/3 Dr. Pedrosa Veríssimo, Paião

Formador

Helder José Carvalheiro Ramalho

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar

Razões

A sociedade atravessa uma revolução digital, o que faz com que os nossos alunos estejam constantemente rodeados de objetos tecnológicos que podem utilizar e explorar diariamente para colaborar, pesquisar informação, estudar e desenvolver variadas atividades lúdicas. Desta forma e não podendo o Agrupamento de Escolas do Paião ficar indiferente a este facto, esta instituição concebeu uma Sala de Aula do Futuro (SAF) direcionada para o contexto digital, pretendendo-se também que este espaço seja uma mais-valia para o cumprimento dos objetivos traçados no Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital da Escola (PADDE). É de salientar que a implementação do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e a sua articulação com as Aprendizagens Essenciais vem colocar novos desafios no que se refere à adoção de metodologias promotoras de aprendizagens significativas. É neste contexto que surgem os Ambientes Educativos Inovadores como espaços de trabalho pensados e desenhados para o desenvolvimento de situações de aprendizagem ativa, compatíveis com as exigências inerentes à evolução social e tecnológica. Deste modo, esta atividade de formação é parte integrante do plano estratégico do Agrupamento que continua a mostrar-se empenhado na renovação da ação educativa e na adoção de novas práticas pedagógicas devidamente enquadradas com o Projeto Educativo.

Objetivos

Conhecer os equipamentos que compõem a SAF, bem com as suas funcionalidades e aplicação no trabalho diário da sala de aula. Reconhecer a SAF como um lugar destinado à inovação no processo de ensino-aprendizagem. Desafiar os professores a repensar o papel da tecnologia nas aulas, pondo em prática novas metodologias de ensino, criativas e motivadoras. Sensibilizar os professores para a importância das metodologias de aprendizagem ativas centradas nos alunos. Contribuir para o cumprimento das metas traçadas no PADDE.

Conteúdos

Regulamento da SAF, Future Classroom Lab, Laboratórios de aprendizagem, ActivPanel, multitoque, multiutilizadores, quadro interativo, tablets na sala de aula.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 16-11-2022 (Quarta-feira) 14:45 - 17:45 3:00 Presencial


229

Ref. 1751 Em avaliação

Registo de acreditação: CFAEBM-162223

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 07-11-2022

Fim: 28-11-2022

Regime: e-learning

Local: online

Formador

Mário Sérgio Azenha Lagoa

Destinatários

Professores do Grupo 410

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar e Associação de Professores de Filosofia

Razões

A quarta edição do ciclo temático O trabalho filosófico: partilha de práticas, promovido pela APF, volta a assumir como finalidade central poder constituir-se como uma oportunidade de formação promotora da divulgação de práticas letivas inovadoras, centradas nos alunos, capazes de promover aprendizagens significativas e muitas das áreas de competências previstas no PASEO. Nessa medida, pretende-se proporcionar o acesso a propostas de didatização no âmbito do último módulo das Aprendizagens Essenciais de Filosofia dos 10.º e 11.º anos de escolaridade, construídas por autores de manuais escolares da disciplina. Deste modo, o presente ciclo contribuirá ativamente para a diversificação das possibilidades de desenvolvimento de temas/problemas mediante a análise e discussão de novos dispositivos didáticos. As sessões terão por isso não só um pendor teórico decorrente do enquadramento concetual do tema/problema a explorar, como uma vertente teórico-prática, dado a discussão das várias propostas contemplar a contextualização e análise das respetivas condições de implementação e instrumentos de avaliação a utilizar, com o objetivo de facilitar a seleção das áreas de competências do Perfil dos Alunos e respetivos descritores operativos.

Objetivos

● Explorar os princípios pedagógicos e metodológicos da autonomia e flexibilidade curricular e o papel da Filosofia no currículo do ensino secundário face ao Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. ● Promover a divulgação de dispositivos didáticos destinados a diversificar as alternativas de exploração dos Temas/Problemas das AE de Filosofia. ● Fomentar o trabalho colaborativo entre diferentes parceiros do ato educativo através da partilha de experiências e discussão de recursos didáticos facilitadores duma abordagem crítica e informada das realidades locais, nacionais e internacionais. ● Promover a discussão entre pares dos fundamentos didático-pedagógicos e do alcance formativo dos dispositivos apresentados.

Conteúdos

Temas/problemas do mundo contemporâneo (10º) Temas/problemas da cultura científico-tecnológica, de arte e de religião (11º)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 07-11-2022 (Segunda-feira) 21:00 - 22:30 1:30 Online síncrona
2 14-11-2022 (Segunda-feira) 21:00 - 22:30 1:30 Online síncrona
3 21-11-2022 (Segunda-feira) 21:00 - 22:30 1:30 Online síncrona
4 28-11-2022 (Segunda-feira) 21:00 - 22:30 1:30 Online síncrona

Ref. 1491 Em avaliação

Registo de acreditação: CFAEBM-072223

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 28-10-2022

Fim: 28-10-2022

Regime: Presencial

Local: Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz

Formador

Fernanda Paula Fernandes dos Reis Pinheiro

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 28-10-2022 (Sexta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial

Ref. 1701 Em avaliação

Registo de acreditação: CFAEBM-012223PND

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 28-10-2022

Fim: 28-10-2022

Regime: Presencial

Local: Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz

Formador

Fernanda Paula Fernandes dos Reis Pinheiro

Destinatários

Pessoal não docente;

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar



Ref. 1781 Em avaliação

Registo de acreditação: CFAEBM-182223

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 26-10-2022

Fim: 26-10-2022

Regime: Presencial

Local: Auditório da Biblioteca Municipal de Cantanhede

Formador

José António Marques Moreira

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar e Universidade Aberta

Razões

Esta ação realiza-se no âmbito da Rede Internacional de Educação OnLIFE (rieonlife.com), concebida e organizada pelo Grupo de Pesquisa Educação Digital GPe-dU UNISINOS/CNPq, em parceria com a Universidade Aberta de Portugal – UAb-PT.

Objetivos

- Ouvir decisores políticos, professores e investigadores sobre os desafios e as ações desenvolvidas localmente na área da Educação em tempos de COVID-19; - Refletir sobre as mudanças que as medidas tomadas trouxeram, ou não, à Educação.

Conteúdos

- Identificação dos desafios que a pandemia COVID-19 trouxe às Escolas; ao Município e a Formação de Professores; - Medidas desenhadas e implementadas para fazer face aos desafios; - Reflexão sobre como as aprendizagens associadas a este processo impactaram mudanças na prática educativa.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 26-10-2022 (Quarta-feira) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial

Ref. 147T 3.8 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116826/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas

Início: 08-10-2022

Fim: 26-11-2022

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária Lima-de-Faria, Cantanhede

Formador

Artur Jorge Monteiro de Freitas

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar (POCH)

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as competências digitais dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 3) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

Pretende-se desenvolver com os docentes de nível 3 (C1/C2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e de processos que lhes permita potenciar as suas competências digitais na promoção de estratégias e ações inovadoras na comunidade educativa. São objetivos específicos: - formular estratégias pedagógicas inovadoras e promotoras das CD dos docentes e alunos; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - promover o desenvolvimento de ações que contribuam para os Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das suas escolas; - promover e estimular a reflexão, a partilha e a utilização crítica das tecnologias digitais em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1 e 2. - Exploração de documentos de enquadramento das políticas educativas. - Discussão, renovação e inovação na prática profissional. - Reflexão em torno de conceitos relacionados com escolas, professores e alunos digitalmente competentes. - Utilização das tecnologias digitais na colaboração e inovação pedagógica ao serviço da comunidade educativa. - Estratégias e metodologias relacionadas com o desenvolvimento curricular através de ambientes e ferramentas digitais. - Estratégias digitais de caráter científico-pedagógico promotoras do desenvolvimento profissional dos docentes. - Planeamento de atividades didático-pedagógicas promotoras do desenvolvimento da competência digital dos alunos. - Conceção de Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital: conceitos, metodologias de desenvolvimento, implementação, monitorização, avaliação.

Metodologias

As sessões presenciais/síncronas são destinadas à exploração do referencial DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas inovadoras num ambiente colaborativo, de partilha e de reflexão; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação, partilha e avaliação; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento da componente de trabalho autónomo. Ao longo das sessões conjuntas estimular-se-á a criação e/ou participação e colaboração em comunidades de prática neste âmbito. No trabalho autónomo pretende-se estimular a planificação e conceção de ações que contribuam para a criação dos Planos de Ação de Desenvolvimento Digital, bem como para a sua regular monitorização e posterior avaliação. Na última sessão presencial os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se momentos para a partilha e reflexão.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 08-10-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
2 12-10-2022 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
3 15-10-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
4 26-10-2022 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
5 29-10-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
6 02-11-2022 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
7 26-11-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial


195

Ref. 147T 3.9 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116826/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas

Início: 08-10-2022

Fim: 26-11-2022

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária Lima-de-Faria, Cantanhede

Formador

Artur Jorge Monteiro de Freitas

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar (POCH)

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as competências digitais dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 3) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

Pretende-se desenvolver com os docentes de nível 3 (C1/C2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e de processos que lhes permita potenciar as suas competências digitais na promoção de estratégias e ações inovadoras na comunidade educativa. São objetivos específicos: - formular estratégias pedagógicas inovadoras e promotoras das CD dos docentes e alunos; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - promover o desenvolvimento de ações que contribuam para os Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das suas escolas; - promover e estimular a reflexão, a partilha e a utilização crítica das tecnologias digitais em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1 e 2. - Exploração de documentos de enquadramento das políticas educativas. - Discussão, renovação e inovação na prática profissional. - Reflexão em torno de conceitos relacionados com escolas, professores e alunos digitalmente competentes. - Utilização das tecnologias digitais na colaboração e inovação pedagógica ao serviço da comunidade educativa. - Estratégias e metodologias relacionadas com o desenvolvimento curricular através de ambientes e ferramentas digitais. - Estratégias digitais de caráter científico-pedagógico promotoras do desenvolvimento profissional dos docentes. - Planeamento de atividades didático-pedagógicas promotoras do desenvolvimento da competência digital dos alunos. - Conceção de Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital: conceitos, metodologias de desenvolvimento, implementação, monitorização, avaliação.

Metodologias

As sessões presenciais/síncronas são destinadas à exploração do referencial DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas inovadoras num ambiente colaborativo, de partilha e de reflexão; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação, partilha e avaliação; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento da componente de trabalho autónomo. Ao longo das sessões conjuntas estimular-se-á a criação e/ou participação e colaboração em comunidades de prática neste âmbito. No trabalho autónomo pretende-se estimular a planificação e conceção de ações que contribuam para a criação dos Planos de Ação de Desenvolvimento Digital, bem como para a sua regular monitorização e posterior avaliação. Na última sessão presencial os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se momentos para a partilha e reflexão.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 08-10-2022 (Sábado) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
2 13-10-2022 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
3 15-10-2022 (Sábado) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
4 19-10-2022 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
5 29-10-2022 (Sábado) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
6 03-11-2022 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
7 26-11-2022 (Sábado) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial


196

Ref. 145T 2.31 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116824/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas

Início: 01-10-2022

Fim: 26-11-2022

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, Figueira da Foz

Formador

Francisco José Gomes Moço

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar (POCH)

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos alunos.

Objetivos

Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 2 (B1/B2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (C1/C2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: - promover o desenvolvimento, aprofundamento e densificação das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes para a implementação de atividades que promovam a aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos; - estimular a reflexão, partilha e utilização crítica das tecnologias em contexto educativo.

Conteúdos

- Documentos de enquadramento das políticas educativas. - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida.

Metodologias

As sessões presenciais são destinadas à exploração do DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas de partilha, suportadas por um ambiente colaborativo; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação e avaliação; à planificação e criação de atividades a implementar na escola, que promovam o desenvolvimento das CD docente e, simultaneamente, dos alunos; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento profissional docente. Em específico, na componente de trabalho autónomo, pretende-se assegurar a implementação das atividades planificadas nas sessões presenciais, em situações reais de ensino-aprendizagem com alunos, articulando o DigCompEdu com o respetivo currículo, e a reflexão sobre as práticas desenvolvidas. Na última sessão, os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se a discussão e a partilha.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 01-10-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
2 04-10-2022 (Terça-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Presencial
3 15-10-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
4 19-10-2022 (Quarta-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online síncrona
5 29-10-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
6 09-11-2022 (Quarta-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online síncrona
7 26-11-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial


184

Ref. 146T 1.17 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116825/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas

Início: 01-10-2022

Fim: 26-11-2022

Regime: b-learning

Local: Escola Dr. Bernardino Machado, Figueira da Foz

Formador

Pedro Manuel Leal Alberto

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar (POCH)

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores da Comissão Europeia (doravante DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 1) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se, assim, criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 1 (A1/A2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (B1/B2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: - promover o desenvolvimento das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes na utilização significativa de ambientes e ferramentas digitais e definição de estratégias diversificadas de integração destes em contexto educativo; - capacitar os docentes para a implementação de atividades promotoras da aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos.

Conteúdos

1. Documentos enquadradores das políticas educativas atuais associados ao Plano nacional de Transição Digital. 2. Envolvimento profissional: Exploração de opções digitais para colaboração e comunicação institucional e melhoria da prática profissional. 3. Recursos Digitais: Exploração, seleção e adequação de RED ao contexto de aprendizagem. Utilização de RED interativos. 4. Ensino e Aprendizagem: Exploração de estratégias de ensino e de aprendizagem digital. Integração significativa de RED na melhoria de atividades de ensino e aprendizagem. 5. Avaliação das aprendizagens: Exploração de estratégias de avaliação digital. Melhoria das abordagens de avaliação através de soluções digitais. 6. CD dos Alunos: Exploração de estratégias de promoção e uso pedagógico de tecnologias digitais. Utilização de ferramentas e estratégias para suporte ao desenho e implementação de atividades de promoção da CD dos alunos. 7. Planificação de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino.

Metodologias

As sessões presenciais/síncronas são destinadas à exploração do DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas de partilha, suportadas por um ambiente colaborativo; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação e avaliação; à planificação e criação de atividades a implementar na escola, que promovam o desenvolvimento das CD docente e, simultaneamente, dos alunos; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento profissional docente. Em específico, na componente de trabalho autónomo, pretende-se assegurar a implementação das atividades planificadas nas sessões presenciais, em situações reais de ensino-aprendizagem com alunos, articulando o DigCompEdu com o respetivo currículo, e a reflexão sobre as práticas desenvolvidas. Na última sessão, os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se a discussão e a partilha.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 01-10-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
2 11-10-2022 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
3 15-10-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
4 25-10-2022 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
5 05-11-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
6 15-11-2022 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
7 26-11-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial


185

Ref. 147T 3.5 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116826/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas

Início: 01-10-2022

Fim: 26-11-2022

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, Figueira da Foz

Formador

Francisco José Gomes Moço

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar (POCH)

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as competências digitais dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 3) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

Pretende-se desenvolver com os docentes de nível 3 (C1/C2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e de processos que lhes permita potenciar as suas competências digitais na promoção de estratégias e ações inovadoras na comunidade educativa. São objetivos específicos: - formular estratégias pedagógicas inovadoras e promotoras das CD dos docentes e alunos; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - promover o desenvolvimento de ações que contribuam para os Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das suas escolas; - promover e estimular a reflexão, a partilha e a utilização crítica das tecnologias digitais em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1 e 2. - Exploração de documentos de enquadramento das políticas educativas. - Discussão, renovação e inovação na prática profissional. - Reflexão em torno de conceitos relacionados com escolas, professores e alunos digitalmente competentes. - Utilização das tecnologias digitais na colaboração e inovação pedagógica ao serviço da comunidade educativa. - Estratégias e metodologias relacionadas com o desenvolvimento curricular através de ambientes e ferramentas digitais. - Estratégias digitais de caráter científico-pedagógico promotoras do desenvolvimento profissional dos docentes. - Planeamento de atividades didático-pedagógicas promotoras do desenvolvimento da competência digital dos alunos. - Conceção de Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital: conceitos, metodologias de desenvolvimento, implementação, monitorização, avaliação.

Metodologias

As sessões presenciais/síncronas são destinadas à exploração do referencial DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas inovadoras num ambiente colaborativo, de partilha e de reflexão; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação, partilha e avaliação; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento da componente de trabalho autónomo. Ao longo das sessões conjuntas estimular-se-á a criação e/ou participação e colaboração em comunidades de prática neste âmbito. No trabalho autónomo pretende-se estimular a planificação e conceção de ações que contribuam para a criação dos Planos de Ação de Desenvolvimento Digital, bem como para a sua regular monitorização e posterior avaliação. Na última sessão presencial os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se momentos para a partilha e reflexão.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 01-10-2022 (Sábado) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
2 06-10-2022 (Quinta-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Presencial
3 15-10-2022 (Sábado) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
4 20-10-2022 (Quinta-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online síncrona
5 29-10-2022 (Sábado) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
6 10-11-2022 (Quinta-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online síncrona
7 26-11-2022 (Sábado) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial


186

Ref. 145T 2.32 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116824/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas

Início: 01-10-2022

Fim: 26-11-2022

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, Figueira da Foz

Formador

Luís Miguel Carvalheiro Correia

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar (POCH)

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos alunos.

Objetivos

Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 2 (B1/B2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (C1/C2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: - promover o desenvolvimento, aprofundamento e densificação das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes para a implementação de atividades que promovam a aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos; - estimular a reflexão, partilha e utilização crítica das tecnologias em contexto educativo.

Conteúdos

- Documentos de enquadramento das políticas educativas. - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida.

Metodologias

As sessões presenciais são destinadas à exploração do DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas de partilha, suportadas por um ambiente colaborativo; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação e avaliação; à planificação e criação de atividades a implementar na escola, que promovam o desenvolvimento das CD docente e, simultaneamente, dos alunos; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento profissional docente. Em específico, na componente de trabalho autónomo, pretende-se assegurar a implementação das atividades planificadas nas sessões presenciais, em situações reais de ensino-aprendizagem com alunos, articulando o DigCompEdu com o respetivo currículo, e a reflexão sobre as práticas desenvolvidas. Na última sessão, os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se a discussão e a partilha.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 01-10-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
2 04-10-2022 (Terça-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Presencial
3 15-10-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
4 18-10-2022 (Terça-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online síncrona
5 29-10-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
6 10-11-2022 (Quinta-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online síncrona
7 26-11-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial


187

Ref. 145T 2.34 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116824/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas

Início: 01-10-2022

Fim: 26-11-2022

Regime: b-learning

Local: Escola Básica Marquês de Marialva, Cantanhede

Formador

João Paulo da Rocha Martins

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar (POCH)

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos alunos.

Objetivos

Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 2 (B1/B2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (C1/C2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: - promover o desenvolvimento, aprofundamento e densificação das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes para a implementação de atividades que promovam a aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos; - estimular a reflexão, partilha e utilização crítica das tecnologias em contexto educativo.

Conteúdos

- Documentos de enquadramento das políticas educativas. - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida.

Metodologias

As sessões presenciais são destinadas à exploração do DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas de partilha, suportadas por um ambiente colaborativo; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação e avaliação; à planificação e criação de atividades a implementar na escola, que promovam o desenvolvimento das CD docente e, simultaneamente, dos alunos; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento profissional docente. Em específico, na componente de trabalho autónomo, pretende-se assegurar a implementação das atividades planificadas nas sessões presenciais, em situações reais de ensino-aprendizagem com alunos, articulando o DigCompEdu com o respetivo currículo, e a reflexão sobre as práticas desenvolvidas. Na última sessão, os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se a discussão e a partilha.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 01-10-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
2 10-10-2022 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
3 22-10-2022 (Sábado) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
4 27-10-2022 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
5 05-11-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
6 15-11-2022 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
7 26-11-2022 (Sábado) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial


189

Ref. 145T 2.35 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116824/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas

Início: 01-10-2022

Fim: 26-11-2022

Regime: b-learning

Local: Escola Básica Marquês de Marialva, Cantanhede

Formador

João Paulo da Rocha Martins

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar (POCH)

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos alunos.

Objetivos

Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 2 (B1/B2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (C1/C2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: - promover o desenvolvimento, aprofundamento e densificação das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes para a implementação de atividades que promovam a aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos; - estimular a reflexão, partilha e utilização crítica das tecnologias em contexto educativo.

Conteúdos

- Documentos de enquadramento das políticas educativas. - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida.

Metodologias

As sessões presenciais são destinadas à exploração do DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas de partilha, suportadas por um ambiente colaborativo; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação e avaliação; à planificação e criação de atividades a implementar na escola, que promovam o desenvolvimento das CD docente e, simultaneamente, dos alunos; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento profissional docente. Em específico, na componente de trabalho autónomo, pretende-se assegurar a implementação das atividades planificadas nas sessões presenciais, em situações reais de ensino-aprendizagem com alunos, articulando o DigCompEdu com o respetivo currículo, e a reflexão sobre as práticas desenvolvidas. Na última sessão, os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se a discussão e a partilha.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 01-10-2022 (Sábado) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
2 11-10-2022 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
3 22-10-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
4 26-10-2022 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
5 05-11-2022 (Sábado) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
6 14-11-2022 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
7 26-11-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial


190

Ref. 145T 2.36 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116824/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas

Início: 01-10-2022

Fim: 26-11-2022

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária de Montemor-o-Velho

Formador

Susana Paula Malva Branco

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar (POCH)

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos alunos.

Objetivos

Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 2 (B1/B2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (C1/C2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: - promover o desenvolvimento, aprofundamento e densificação das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes para a implementação de atividades que promovam a aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos; - estimular a reflexão, partilha e utilização crítica das tecnologias em contexto educativo.

Conteúdos

- Documentos de enquadramento das políticas educativas. - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida.

Metodologias

As sessões presenciais são destinadas à exploração do DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas de partilha, suportadas por um ambiente colaborativo; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação e avaliação; à planificação e criação de atividades a implementar na escola, que promovam o desenvolvimento das CD docente e, simultaneamente, dos alunos; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento profissional docente. Em específico, na componente de trabalho autónomo, pretende-se assegurar a implementação das atividades planificadas nas sessões presenciais, em situações reais de ensino-aprendizagem com alunos, articulando o DigCompEdu com o respetivo currículo, e a reflexão sobre as práticas desenvolvidas. Na última sessão, os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se a discussão e a partilha.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 01-10-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
2 12-10-2022 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
3 22-10-2022 (Sábado) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
4 26-10-2022 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
5 05-11-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
6 16-11-2022 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
7 26-11-2022 (Sábado) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial


191

Ref. 145T 2.37 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116824/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas

Início: 01-10-2022

Fim: 26-11-2022

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária de Montemor-o-Velho

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar (POCH)

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos alunos.

Objetivos

Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 2 (B1/B2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (C1/C2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: - promover o desenvolvimento, aprofundamento e densificação das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes para a implementação de atividades que promovam a aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos; - estimular a reflexão, partilha e utilização crítica das tecnologias em contexto educativo.

Conteúdos

- Documentos de enquadramento das políticas educativas. - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida.

Metodologias

As sessões presenciais são destinadas à exploração do DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas de partilha, suportadas por um ambiente colaborativo; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação e avaliação; à planificação e criação de atividades a implementar na escola, que promovam o desenvolvimento das CD docente e, simultaneamente, dos alunos; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento profissional docente. Em específico, na componente de trabalho autónomo, pretende-se assegurar a implementação das atividades planificadas nas sessões presenciais, em situações reais de ensino-aprendizagem com alunos, articulando o DigCompEdu com o respetivo currículo, e a reflexão sobre as práticas desenvolvidas. Na última sessão, os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se a discussão e a partilha.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 01-10-2022 (Sábado) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
2 13-10-2022 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
3 22-10-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
4 27-10-2022 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
5 05-11-2022 (Sábado) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
6 17-11-2022 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
7 26-11-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial


192

Ref. 147T 3.6 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116826/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas

Início: 01-10-2022

Fim: 26-11-2022

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, Figueira da Foz

Formador

Ilídio José de Almeida Simões

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar (POCH)

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as competências digitais dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 3) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

Pretende-se desenvolver com os docentes de nível 3 (C1/C2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e de processos que lhes permita potenciar as suas competências digitais na promoção de estratégias e ações inovadoras na comunidade educativa. São objetivos específicos: - formular estratégias pedagógicas inovadoras e promotoras das CD dos docentes e alunos; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - promover o desenvolvimento de ações que contribuam para os Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das suas escolas; - promover e estimular a reflexão, a partilha e a utilização crítica das tecnologias digitais em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1 e 2. - Exploração de documentos de enquadramento das políticas educativas. - Discussão, renovação e inovação na prática profissional. - Reflexão em torno de conceitos relacionados com escolas, professores e alunos digitalmente competentes. - Utilização das tecnologias digitais na colaboração e inovação pedagógica ao serviço da comunidade educativa. - Estratégias e metodologias relacionadas com o desenvolvimento curricular através de ambientes e ferramentas digitais. - Estratégias digitais de caráter científico-pedagógico promotoras do desenvolvimento profissional dos docentes. - Planeamento de atividades didático-pedagógicas promotoras do desenvolvimento da competência digital dos alunos. - Conceção de Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital: conceitos, metodologias de desenvolvimento, implementação, monitorização, avaliação.

Metodologias

As sessões presenciais/síncronas são destinadas à exploração do referencial DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas inovadoras num ambiente colaborativo, de partilha e de reflexão; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação, partilha e avaliação; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento da componente de trabalho autónomo. Ao longo das sessões conjuntas estimular-se-á a criação e/ou participação e colaboração em comunidades de prática neste âmbito. No trabalho autónomo pretende-se estimular a planificação e conceção de ações que contribuam para a criação dos Planos de Ação de Desenvolvimento Digital, bem como para a sua regular monitorização e posterior avaliação. Na última sessão presencial os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se momentos para a partilha e reflexão.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 01-10-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
2 04-10-2022 (Terça-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online síncrona
3 15-10-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
4 19-10-2022 (Quarta-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online síncrona
5 29-10-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
6 09-11-2022 (Quarta-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online síncrona
7 26-11-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial


193

Ref. 147T 3.7 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116826/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas

Início: 01-10-2022

Fim: 26-11-2022

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária de Montemor-o-Velho

Formador

Ilídio José de Almeida Simões

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar (POCH)

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as competências digitais dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 3) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

Pretende-se desenvolver com os docentes de nível 3 (C1/C2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e de processos que lhes permita potenciar as suas competências digitais na promoção de estratégias e ações inovadoras na comunidade educativa. São objetivos específicos: - formular estratégias pedagógicas inovadoras e promotoras das CD dos docentes e alunos; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - promover o desenvolvimento de ações que contribuam para os Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das suas escolas; - promover e estimular a reflexão, a partilha e a utilização crítica das tecnologias digitais em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1 e 2. - Exploração de documentos de enquadramento das políticas educativas. - Discussão, renovação e inovação na prática profissional. - Reflexão em torno de conceitos relacionados com escolas, professores e alunos digitalmente competentes. - Utilização das tecnologias digitais na colaboração e inovação pedagógica ao serviço da comunidade educativa. - Estratégias e metodologias relacionadas com o desenvolvimento curricular através de ambientes e ferramentas digitais. - Estratégias digitais de caráter científico-pedagógico promotoras do desenvolvimento profissional dos docentes. - Planeamento de atividades didático-pedagógicas promotoras do desenvolvimento da competência digital dos alunos. - Conceção de Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital: conceitos, metodologias de desenvolvimento, implementação, monitorização, avaliação.

Metodologias

As sessões presenciais/síncronas são destinadas à exploração do referencial DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas inovadoras num ambiente colaborativo, de partilha e de reflexão; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação, partilha e avaliação; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento da componente de trabalho autónomo. Ao longo das sessões conjuntas estimular-se-á a criação e/ou participação e colaboração em comunidades de prática neste âmbito. No trabalho autónomo pretende-se estimular a planificação e conceção de ações que contribuam para a criação dos Planos de Ação de Desenvolvimento Digital, bem como para a sua regular monitorização e posterior avaliação. Na última sessão presencial os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se momentos para a partilha e reflexão.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 01-10-2022 (Sábado) 14:30 - 18:30 4:00 Presencial
2 06-10-2022 (Quinta-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online síncrona
3 15-10-2022 (Sábado) 14:30 - 18:30 4:00 Presencial
4 20-10-2022 (Quinta-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online síncrona
5 29-10-2022 (Sábado) 14:30 - 18:30 4:00 Presencial
6 10-11-2022 (Quinta-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online síncrona
7 26-11-2022 (Sábado) 14:30 - 18:30 4:00 Presencial


194

Ref. 1381 Em avaliação

Registo de acreditação: CFAEBM-032223

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 08-09-2022

Fim: 08-09-2022

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Helder José Carvalheiro Ramalho

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar (POCH)

Razões

Na atual conjuntura, ainda em contexto de pandemia e em pleno processo de transição digital da escola, torna-se importante mobilizar e rentabilizar as tecnologias de informação e comunicação para mitigar ou minimizar os constrangimentos da distância física que ocorrem no processo ensino-aprendizagem, promover a digitalização de forma crítica e práticas mais sustentáveis, “amigas do ambiente”.

Objetivos

- Dotar os docentes de competências básicas para uma utilização autónoma das ferramentas gratuitas disponibilizadas pelo pacote de serviços Google Workspace; - Informar sobre a existência ou a criação de repositórios e plataformas de partilha de conhecimentos, práticas e materiais; - Promover a discussão e a reflexão sobre boas práticas e estratégias de inclusão efetiva de todos os discentes no ensino à distância.

Conteúdos

1. O ecossistema de aplicações Google Workspace 2. A caixa de correio eletrónico Gmail e os Grupos 3. Os Docs, o Drive e as partilhas 4. O Google Classroom no contexto educativo. 5. O Google Meet para reuniões de trabalho.

Anexo(s)


Observações

Esta AFCD destina-se exclusivamente a docentes do Agrupamento de Escolas do Paião.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 07-09-2022 (Quarta-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Presencial


174

Ref. 1382 Em avaliação

Registo de acreditação: CFAEBM-032223

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 08-09-2022

Fim: 08-09-2022

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Helder José Carvalheiro Ramalho

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar (POCH)

Razões

Na atual conjuntura, ainda em contexto de pandemia e em pleno processo de transição digital da escola, torna-se importante mobilizar e rentabilizar as tecnologias de informação e comunicação para mitigar ou minimizar os constrangimentos da distância física que ocorrem no processo ensino-aprendizagem, promover a digitalização de forma crítica e práticas mais sustentáveis, “amigas do ambiente”.

Objetivos

- Dotar os docentes de competências básicas para uma utilização autónoma das ferramentas gratuitas disponibilizadas pelo pacote de serviços Google Workspace; - Informar sobre a existência ou a criação de repositórios e plataformas de partilha de conhecimentos, práticas e materiais; - Promover a discussão e a reflexão sobre boas práticas e estratégias de inclusão efetiva de todos os discentes no ensino à distância.

Conteúdos

1. O ecossistema de aplicações Google Workspace 2. A caixa de correio eletrónico Gmail e os Grupos 3. Os Docs, o Drive e as partilhas 4. O Google Classroom no contexto educativo. 5. O Google Meet para reuniões de trabalho.

Anexo(s)


Observações

Esta AFCD destina-se exclusivamente a docentes do Agrupamento de Escolas do Paião.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 07-09-2022 (Quarta-feira) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial


175

Ref. 1422 Em avaliação

Registo de acreditação: CFAEBM-042223

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 07-09-2022

Fim: 07-09-2022

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas do Paião

Formador

Fernanda Paula Fernandes dos Reis Pinheiro

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar (POCH)

Razões

O projeto MAIA apresenta como um dos principais eixos de sua ação a formação de professores em articulação direta com os CFAE. Neste âmbito, tendo por base as Oficinas de Formação ou os Círculos de Estudos, importa dar amplitude aos trabalhos e projetos desenvolvidos pelos formandos para além da turma de formação. Neste sentido, esta ACD tem por principal finalidade a partilha dos resultados das ações de formação, encarados na perspetiva de práticas que visam a melhoria das aprendizagens e que ganham com uma discussão aberta e partilhada entre a comunidade mais ampla das escolas associadas ao CFAE Beira Mar.

Objetivos

- Partilhar as experiências formativas no âmbito do Projeto MAIA, designadamente os Projetos de Intervenção elaborados no âmbito das Oficina de Formação; - Fomentar as práticas colaborativas e a dinamização de comunidades de prática; - Incentivar o desenvolvimento de práticas que contribuam para a melhoria das aprendizagens dos alunos

Conteúdos

A ACD deve ser constituída pela apresentação, discussão e avaliação, entre pares, dos produtos e resultados das atividades de formação no âmbito do Projeto MAIA, designadamente nas Oficinas e Círculos de Estudos. Como é organizada ao nível do CFAE Beira Mar, importa que a partilha seja o mais ampla possível, integrando todos os docentes da Unidade Orgânica associada.

Metodologias

Nesta ACD, haverá a possibilidade de feedback aos trabalhos realizados/apresentados. Os formadores assumirão o estatuto de amigos críticos, contribuindo para a melhoria e revisão dos trabalhos que forem apresentados.


Observações

Esta AFCD destina-se exclusivamente a docentes do Agrupamento de Escolas do Paião.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 05-11-2022 (Sábado) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial


181

Ref. 1363 Em avaliação

Registo de acreditação: CFAEBM-012223

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 06-09-2022

Fim: 04-10-2022

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas de Mira

Formador

Fernanda Paula Fernandes dos Reis Pinheiro

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar (POCH)

Razões

A avaliação, a aprendizagem e o ensino são três processos pedagógicos incontornáveis e fundamentais que devem ser devidamente compreendidos por todos os intervenientes nos sistemas educativos (e.g., docentes, gestores escolares, decisores políticos, encarregados de educação). A avaliação, em qualquer nível de ensino, só fará real sentido se estiver fortemente articulada, ou mesmo integrada, com o ensino e com a aprendizagem. (…). A avaliação não pode nem deve ser encarada como um processo isolado ou desligado do currículo e do desenvolvimento curricular. Nestes termos, as conceções e práticas de avaliação estão intimamente associadas às conceções curriculares e, concomitantemente, às conceções que se sustentam acerca do ensino e da aprendizagem. Isto significa que o entendimento que temos sobre a educação em geral e sobre o papel das escolas, assim como as nossas ideias sobre a aprendizagem e o ensino, influenciam fortemente o que pensamos acerca da avaliação das aprendizagens e das suas práticas. Estas são ideias que deverão orientar as tomadas de decisão a qualquer nível dos sistemas educativos, desde o nível político, passando pelo nível da administração da educação, até ao nível pedagógico no contexto das escolas e das salas de aula. No contexto de mudanças significativas ao nível da gestão do currículo, e face à necessidade de apoiar os professores e as escolas no processo de melhoria das práticas de avaliação pedagógica, foi definido o Projeto MAIA que visa contribuir para um incremento das competências e conhecimentos inerentes ao processo de avaliação das aprendizagens por parte dos professores e apoiar e acompanhar as escolas no desenvolvimento de projetos pedagógicos e didáticos em torno de práticas de avaliação formativa, feedback e participação, critérios de avaliação e processos de recolha de informação.

Objetivos

- Compreender a natureza, os processos e as finalidades do Projeto MAIA; - Explicitar os princípios e fundamentos da avaliação pedagógica; - Justificar a importância da avaliação pedagógica para a melhoria das a aprendizagens dos alunos; - Contribuir para a literacia no âmbito da avaliação das aprendizagens.

Conteúdos

1. Objetivos, organização e relevância do Projeto MAIA - 1h; 2. Natureza e fundamentos da avaliação– 1h; 3. Processos de avaliação pedagógica – 4h: 3.1. Práticas de avaliação pedagógica (formativa e sumativa); 3.2. Feedback: natureza, distribuição e utilização pelos alunos e professores; 3.3. Aprendizagens Essenciais, critérios de avaliação, descrição de níveis de desempenho e Standards; 3.4. Processos de recolha de informação

Metodologias

Sugere-se a adoção de uma dinâmica reflexiva e interativa, através da qual seja possível potenciar diversas perspetivas e as diferentes experiências. Sendo certo que os AE/ENA estarão em fases diferentes, importa dar tempo e voz para a partilha das diversas experiências. O recurso aos materiais deve servir para apoiar e ilustrar o percurso temático proposto, sem nenhum carácter exaustivo e/ou meramente expositivo. As folhas do Projeto MAIA dispõem de diversas atividades de formação que podem ser adotadas neste contexto e com as devidas adaptações.


Observações

Esta AFCD destina-se exclusivamente a docentes do Agrupamento de Escolas de Mira.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 21-01-2023 (Sábado) 09:00 - 11:00 2:00 Presencial


170

Ref. 1364 Em avaliação

Registo de acreditação: CFAEBM-012223

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 06-09-2022

Fim: 04-10-2022

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas de Mira

Formador

Fernanda Paula Fernandes dos Reis Pinheiro

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar (POCH)

Razões

A avaliação, a aprendizagem e o ensino são três processos pedagógicos incontornáveis e fundamentais que devem ser devidamente compreendidos por todos os intervenientes nos sistemas educativos (e.g., docentes, gestores escolares, decisores políticos, encarregados de educação). A avaliação, em qualquer nível de ensino, só fará real sentido se estiver fortemente articulada, ou mesmo integrada, com o ensino e com a aprendizagem. (…). A avaliação não pode nem deve ser encarada como um processo isolado ou desligado do currículo e do desenvolvimento curricular. Nestes termos, as conceções e práticas de avaliação estão intimamente associadas às conceções curriculares e, concomitantemente, às conceções que se sustentam acerca do ensino e da aprendizagem. Isto significa que o entendimento que temos sobre a educação em geral e sobre o papel das escolas, assim como as nossas ideias sobre a aprendizagem e o ensino, influenciam fortemente o que pensamos acerca da avaliação das aprendizagens e das suas práticas. Estas são ideias que deverão orientar as tomadas de decisão a qualquer nível dos sistemas educativos, desde o nível político, passando pelo nível da administração da educação, até ao nível pedagógico no contexto das escolas e das salas de aula. No contexto de mudanças significativas ao nível da gestão do currículo, e face à necessidade de apoiar os professores e as escolas no processo de melhoria das práticas de avaliação pedagógica, foi definido o Projeto MAIA que visa contribuir para um incremento das competências e conhecimentos inerentes ao processo de avaliação das aprendizagens por parte dos professores e apoiar e acompanhar as escolas no desenvolvimento de projetos pedagógicos e didáticos em torno de práticas de avaliação formativa, feedback e participação, critérios de avaliação e processos de recolha de informação.

Objetivos

- Compreender a natureza, os processos e as finalidades do Projeto MAIA; - Explicitar os princípios e fundamentos da avaliação pedagógica; - Justificar a importância da avaliação pedagógica para a melhoria das a aprendizagens dos alunos; - Contribuir para a literacia no âmbito da avaliação das aprendizagens.

Conteúdos

1. Objetivos, organização e relevância do Projeto MAIA - 1h; 2. Natureza e fundamentos da avaliação– 1h; 3. Processos de avaliação pedagógica – 4h: 3.1. Práticas de avaliação pedagógica (formativa e sumativa); 3.2. Feedback: natureza, distribuição e utilização pelos alunos e professores; 3.3. Aprendizagens Essenciais, critérios de avaliação, descrição de níveis de desempenho e Standards; 3.4. Processos de recolha de informação

Metodologias

Sugere-se a adoção de uma dinâmica reflexiva e interativa, através da qual seja possível potenciar diversas perspetivas e as diferentes experiências. Sendo certo que os AE/ENA estarão em fases diferentes, importa dar tempo e voz para a partilha das diversas experiências. O recurso aos materiais deve servir para apoiar e ilustrar o percurso temático proposto, sem nenhum carácter exaustivo e/ou meramente expositivo. As folhas do Projeto MAIA dispõem de diversas atividades de formação que podem ser adotadas neste contexto e com as devidas adaptações.


Observações

Esta AFCD destina-se exclusivamente a docentes do Agrupamento de Escolas de Mira.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 28-01-2023 (Sábado) 09:00 - 11:00 2:00 Presencial


171

Ref. 1365 Em avaliação

Registo de acreditação: CFAEBM-012223

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 06-09-2022

Fim: 04-10-2022

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas de Mira

Formador

Fernanda Paula Fernandes dos Reis Pinheiro

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar (POCH)

Razões

A avaliação, a aprendizagem e o ensino são três processos pedagógicos incontornáveis e fundamentais que devem ser devidamente compreendidos por todos os intervenientes nos sistemas educativos (e.g., docentes, gestores escolares, decisores políticos, encarregados de educação). A avaliação, em qualquer nível de ensino, só fará real sentido se estiver fortemente articulada, ou mesmo integrada, com o ensino e com a aprendizagem. (…). A avaliação não pode nem deve ser encarada como um processo isolado ou desligado do currículo e do desenvolvimento curricular. Nestes termos, as conceções e práticas de avaliação estão intimamente associadas às conceções curriculares e, concomitantemente, às conceções que se sustentam acerca do ensino e da aprendizagem. Isto significa que o entendimento que temos sobre a educação em geral e sobre o papel das escolas, assim como as nossas ideias sobre a aprendizagem e o ensino, influenciam fortemente o que pensamos acerca da avaliação das aprendizagens e das suas práticas. Estas são ideias que deverão orientar as tomadas de decisão a qualquer nível dos sistemas educativos, desde o nível político, passando pelo nível da administração da educação, até ao nível pedagógico no contexto das escolas e das salas de aula. No contexto de mudanças significativas ao nível da gestão do currículo, e face à necessidade de apoiar os professores e as escolas no processo de melhoria das práticas de avaliação pedagógica, foi definido o Projeto MAIA que visa contribuir para um incremento das competências e conhecimentos inerentes ao processo de avaliação das aprendizagens por parte dos professores e apoiar e acompanhar as escolas no desenvolvimento de projetos pedagógicos e didáticos em torno de práticas de avaliação formativa, feedback e participação, critérios de avaliação e processos de recolha de informação.

Objetivos

- Compreender a natureza, os processos e as finalidades do Projeto MAIA; - Explicitar os princípios e fundamentos da avaliação pedagógica; - Justificar a importância da avaliação pedagógica para a melhoria das a aprendizagens dos alunos; - Contribuir para a literacia no âmbito da avaliação das aprendizagens.

Conteúdos

1. Objetivos, organização e relevância do Projeto MAIA - 1h; 2. Natureza e fundamentos da avaliação– 1h; 3. Processos de avaliação pedagógica – 4h: 3.1. Práticas de avaliação pedagógica (formativa e sumativa); 3.2. Feedback: natureza, distribuição e utilização pelos alunos e professores; 3.3. Aprendizagens Essenciais, critérios de avaliação, descrição de níveis de desempenho e Standards; 3.4. Processos de recolha de informação

Metodologias

Sugere-se a adoção de uma dinâmica reflexiva e interativa, através da qual seja possível potenciar diversas perspetivas e as diferentes experiências. Sendo certo que os AE/ENA estarão em fases diferentes, importa dar tempo e voz para a partilha das diversas experiências. O recurso aos materiais deve servir para apoiar e ilustrar o percurso temático proposto, sem nenhum carácter exaustivo e/ou meramente expositivo. As folhas do Projeto MAIA dispõem de diversas atividades de formação que podem ser adotadas neste contexto e com as devidas adaptações.


Observações

Esta AFCD destina-se exclusivamente a docentes do Agrupamento de Escolas de Mira.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 04-02-2023 (Sábado) 09:00 - 11:00 2:00 Presencial


172

Ref. 1362 Em avaliação

Registo de acreditação: CFAEBM-012223

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 05-09-2022

Fim: 03-10-2022

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas de Mira

Formador

Fernanda Paula Fernandes dos Reis Pinheiro

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar (POCH)

Razões

A avaliação, a aprendizagem e o ensino são três processos pedagógicos incontornáveis e fundamentais que devem ser devidamente compreendidos por todos os intervenientes nos sistemas educativos (e.g., docentes, gestores escolares, decisores políticos, encarregados de educação). A avaliação, em qualquer nível de ensino, só fará real sentido se estiver fortemente articulada, ou mesmo integrada, com o ensino e com a aprendizagem. (…). A avaliação não pode nem deve ser encarada como um processo isolado ou desligado do currículo e do desenvolvimento curricular. Nestes termos, as conceções e práticas de avaliação estão intimamente associadas às conceções curriculares e, concomitantemente, às conceções que se sustentam acerca do ensino e da aprendizagem. Isto significa que o entendimento que temos sobre a educação em geral e sobre o papel das escolas, assim como as nossas ideias sobre a aprendizagem e o ensino, influenciam fortemente o que pensamos acerca da avaliação das aprendizagens e das suas práticas. Estas são ideias que deverão orientar as tomadas de decisão a qualquer nível dos sistemas educativos, desde o nível político, passando pelo nível da administração da educação, até ao nível pedagógico no contexto das escolas e das salas de aula. No contexto de mudanças significativas ao nível da gestão do currículo, e face à necessidade de apoiar os professores e as escolas no processo de melhoria das práticas de avaliação pedagógica, foi definido o Projeto MAIA que visa contribuir para um incremento das competências e conhecimentos inerentes ao processo de avaliação das aprendizagens por parte dos professores e apoiar e acompanhar as escolas no desenvolvimento de projetos pedagógicos e didáticos em torno de práticas de avaliação formativa, feedback e participação, critérios de avaliação e processos de recolha de informação.

Objetivos

- Compreender a natureza, os processos e as finalidades do Projeto MAIA; - Explicitar os princípios e fundamentos da avaliação pedagógica; - Justificar a importância da avaliação pedagógica para a melhoria das a aprendizagens dos alunos; - Contribuir para a literacia no âmbito da avaliação das aprendizagens.

Conteúdos

1. Objetivos, organização e relevância do Projeto MAIA - 1h; 2. Natureza e fundamentos da avaliação– 1h; 3. Processos de avaliação pedagógica – 4h: 3.1. Práticas de avaliação pedagógica (formativa e sumativa); 3.2. Feedback: natureza, distribuição e utilização pelos alunos e professores; 3.3. Aprendizagens Essenciais, critérios de avaliação, descrição de níveis de desempenho e Standards; 3.4. Processos de recolha de informação

Metodologias

Sugere-se a adoção de uma dinâmica reflexiva e interativa, através da qual seja possível potenciar diversas perspetivas e as diferentes experiências. Sendo certo que os AE/ENA estarão em fases diferentes, importa dar tempo e voz para a partilha das diversas experiências. O recurso aos materiais deve servir para apoiar e ilustrar o percurso temático proposto, sem nenhum carácter exaustivo e/ou meramente expositivo. As folhas do Projeto MAIA dispõem de diversas atividades de formação que podem ser adotadas neste contexto e com as devidas adaptações.


Observações

Esta AFCD destina-se exclusivamente a docentes do Agrupamento de Escolas de Mira.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 14-01-2023 (Sábado) 09:00 - 11:00 2:00 Presencial


169

Ref. 1371 Concluída

Registo de acreditação: CFAEBM-022223

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 16-11-2022

Fim: 16-11-2022

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, Figueira da Foz

Formador

Eliana Fernandes Silva

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar

Razões

Na escola, tem-se observado um número crescente de alunos que manifestam ansiedade na relação com os outros e nas situações de desempenho (testes, apresentações orais, participação na aula, etc.). A preocupação com o que os outros pensam de si e do seu desempenho, sendo muito intensa, torna-se interferente, limitando as suas relações com colegas e professores, e prejudicando a sua capacidade de mostrar o que efetivamente sabe, em situações de desempenho. Considerando a relação privilegiada que os professores têm com os alunos e ainda o facto de que os quadros clínicos de ansiedade social e de ansiedade de desempenho se manifestam no contexto de aula (p.e., alunos com crises de ansiedade), surge como essencial dotar os professores de conhecimento que lhes permita compreender estas dificuldades e de estratégias que lhes permitam modelar competências de regulação da ansiedade.

Objetivos

- Facilitar a identificação por parte dos professores dos alunos com quadro de ansiedade; - Enumerar estratégias que podem usar para ajudar os alunos a gerir a sua ansiedade.

Conteúdos

1. Compreender a ansiedade e a sua manifestação 2. Ansiedade social e de desempenho: definição, etiologia e fatores de manutenção 3. Como ajudar: estratégias facilitadoras da mudança


Observações

Esta AFCD destina-se exclusivamente a docentes da Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, Figueira da Foz.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 16-11-2022 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial

Ref. 1331 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-112080/21

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 04-11-2022

Fim: 12-11-2022

Regime: e-learning

Local: online

Formador

Aires Nuno Rebelo Almeida

Destinatários

Professores do Grupo 410

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar e Associação de Professores de Filosofia

Razões

A questão da justiça social, centrada na discussão da proposta de John Rawls, é um dos mais relevantes tópicos filosóficos incluídos nas Aprendizagens Essências do 10º ano de Filosofia, além de se tratar de um problema de inegável atualidade social. Trata-se de uma questão filosófica cuja lecionação é relativamente recente e que muitos docentes da disciplina de Filosofia sentem não estar ainda suficientemente solidificada, seja em termos didáticos como científicos. Esta ação visa, por isso, responder às reais necessidades de muitos professores da disciplina de Filosofia.

Objetivos

O objetivo principal é proporcionar aos formandos a oportunidade de atualizarem e aprofundarem os conhecimentos teórico-práticos na área da filosofia política, de modo a desenvolverem as competências científicas relacionadas com a lecionação do problema filosófico em causa, permitindo-lhes também construir recursos didáticos com qualidade e adequados à renovação do processo pedagógico. Nesse sentido, espera-se que os formandos venham: - Compreender melhor o problema da justiça social e o conceito de justiça em causa; - Contextualizar histórica e filosoficamente a teoria da justiça de Rawls. - Analisar o método contratualista proposto por Rawls para encontrar os princípios da justiça; - Conhecer os textos de referência, nomeadamente as passagens relevantes da obra de referência de Rawls, em particular acerca dos princípios da justiça; - Conhecer as principais críticas à teoria de Rawls, em especial as libertárias e comunitaristas; - Iniciar a elaboração de materiais didáticos originais para usar nas aulas com os alunos.

Conteúdos

1. Contextualizar histórica e filosoficamente o problema da justiça redistributiva e a noção básica de justiça: utilitarismo e intuicionismo 2. A abordagem contratualista de Rawls: a posição original e o véu de ignorância 3. Os pressupostos subjacentes à posição original 4. Os princípios da justiça e sua articulação 5. A justificação dos princípios: estratégia maximin e equilíbrio refletido 6. Críticas comunitaristas à teoria da justiça de Rawls 7. Críticas libertaristas à teoria da justiça de Rawls 8. Críticas igualitaristas à teoria da justiça de Rawls 9. O impacto da teoria da justiça de Rawls 10. Propostas de trabalho a desenvolver com os alunos.

Metodologias

As sessões síncronas terão um caráter misto: teórico-prático. A parte inicial será dedicada ao conhecimento das fontes textuais e ao esclarecimento dos conceitos centrais envolvidos. A parte seguinte será destinada ao debate orientado e ao esclarecimento de dúvidas. Cada sessão síncrona terminará com a apresentação de propostas de realização de tarefas práticas, a realizar nas sessões assíncronas. As tarefas das sessões assíncronas incidirão sobre os aspetos didáticos, com a concretização das propostas de planificação para lecionação dos temas contemplados nas Aprendizagens Essenciais.

Avaliação

A avaliação consistirá num trabalho final que incluirá uma proposta completa de lecionação de um dos subtemas (duas a três aulas), a qual deve incluir os recursos a utilizar, acompanhados de uma adequada justificação didática e filosófica e que será discutido na última sessão síncrona. A avaliação terá ainda em conta a qualidade dos contributos de cada formando nos debates presenciais e na realização das tarefas das sessões assíncronas. • Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. • Trabalhos práticos e reflexões críticas efectuadas, a partir das e nas sessões presenciais, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados na escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC – 3/2007 – Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores – Insuficiente; - 5 a 6,4 valores – Regular; - 6,5 a 7,9 valores – Bom; - 8 a 8,9 valores – Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.

Bibliografia

- Kukathas, C e Pettit, P. (1990) Rawls: “Uma Teoria da Justiça” e seus Críticos. Lisboa: Gradiva, 2005. - Rawls, John (1993) O Liberalismo Político. Lisboa: Editorial Presença, 1996. - Rawls, John (1971) Uma Teoria da Justiça. Lisboa: Editorial Presença, 2001. - Rosas, João Cardoso (2011) Concepções da Justiça Lisboa: Edições 70.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 04-11-2022 (Sexta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
2 05-11-2022 (Sábado) 09:30 - 12:30 3:00 Online síncrona
3 11-11-2022 (Sexta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
4 12-11-2022 (Sábado) 09:30 - 12:30 3:00 Online síncrona

Ref. 1321 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-111780/21

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 08-10-2022

Fim: 29-10-2022

Regime: e-learning

Local: online

Formador

Artur Emanuel Ilharco Galvão

Destinatários

Professores dos Grupos 410, 510 e 520

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 410, 510 e 520. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 410, 510 e 520.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Razões

Os esforços para classificar o conhecimento são antigos. Aristóteles procurou ordenar as várias esferas da cultura em função da natureza do seu objeto e método, identificando três ciências: a teórica, a prática e a poiética, sendo claro que a ciência (silogistica) não poderia responder a todas as questões humanas e que outras áreas tinham de lidar com a dimensão mais contingente da vida. Distingui-las era fundamental para cada uma desempenhar adequadamente o seu papel. Contemporaneamente, as tentativas de encontrar critérios de classificação do conhecimento mantém toda a sua pertinência, pois os ataques às áreas tradicionais, nomeadamente à ciência (teorias da conspiração e movimentos anti-intelectuais) têm diluído distinções, gerado confusão e questionado o valor de todo o empreendimento epistémico e mesmo colocar em risco vidas humanas (p.e., a charlatanice inerente a tratamentos médicos alternativos ou a pseudociência em torno da COVID-19). A presente ação visa fornecer uma abordagem ampla do problema da demarcação, salientando a sua importância e pertinência atual, bem como apresentando alguns dos seus principais defensores e detratores. Tratando-se de um tema central no programa de Filosofia do 11º (Secção do Módulo IV – “Estatuto do Conhecimento Científico”) e das Aprendizagens Essenciais (visando desenvolver os descritores A, C, D, E, F, I), poderá contribuir fortemente para uma reflexão crítica dos alunos, levando-os a compreender o modo como o genuíno conhecimento se distingue do conhecimento ilusório e para evitar as armadilhas do sincretismo, que visam colocar todas as áreas de pensamento culturais ao mesmo nível (ciência, paraciência e pseudociência).

Objetivos

1. Compreender a natureza e a importância do problema da demarcação 2. Analisar alguns dos critérios de demarcação propostos pela Filosofia da Ciência 3. Explorar as limitações dos vários critérios de demarcação 4. Conhecer os críticos do problema da demarcação 5. Desenvolver abordagens pedagógicas e dispositivos didáticos sobre o tema e que possam vir a ser partilhados como recursos educativos abertos

Conteúdos

Os conteúdos desta ação 1. Introdução Panorâmica 1.1. A necessidade de classificar o conhecimento 1.2. Problemas do problema da demarcação: 1.2.1. Valor e legitimidade 1.2.2. Se tem valor, onde distinguir? Ciência, não-ciência, paraciência e pseudociência 1.2.3. Se tem valor, como distinguir? Há um critério? 1.2.4. Se não tem valor? Tudo é conhecimento? 2. Critérios de Demarcação 2.1. Antiguidade (Aristóteles) 2.1.1. Objeto da demarcação 2.1.2. Critério da demonstração lógica 2.1.3. Problema do critério da demonstração lógica 2.2. Positivismo Lógico (A. J. Ayer) 2.2.1. Objeto da demarcação 2.2.2. Critério da verificabilidade 2.2.3. Problemas com a verificabilidade 2.3. Falsificacionismo (K. Popper, I. Lakatos) 2.3.1. Objeto da demarcação 2.3.2. Critério de falsificabilidade lógico 2.3.3. Critério de falsificabilidade sofisticado 2.3.4. Problemas da falsificabilidade 2.4. Historicismo (T. Kuhn) 2.4.1. Objeto de demarcação 2.4.2. Critério da resolução de quebra-cabeças 2.4.3. Problemas da resolução de quebra-cabeças 2.5. Sociologia (R. Merton) 2.5.1. Objeto de demarcação 2.5.2. O ‘ethos’ como critério 2.5.3. Problemas do ‘ethos’ 2.6. Abordagem dos Critério Múltiplos (M. Mahner) 2.6.1. Objeto de demarcação 2.6.2. Critérios múltiplos 2.6.3. Problemas dos critérios múltiplos 3. A ‘Morte’ da Demarcação 3.1. A retórica vazia da demarcação (L. Laudan) 3.2. Vale tudo? (P. Feyerabend) 4. A Filosofia da Pseudociência: A Demarcação Reconsiderada

Metodologias

- As sessões serão de cariz teórico-prático. Nesse sentido, serão desenvolvidas atividades de leitura, análise e avaliação de textos e de construção de planificações, de materiais didáticos e de instrumentos de análise. - Os métodos usados serão o diálogo vertical e horizontal, o trabalho de grupo e o trabalho de pesquisa. Serão usados recursos como apresentações e textos. - Os conteúdos teórico-práticos serão explorados e discutidos nas sessões síncronas, a realizar na plataforma Zoom. - A componente prática, a realizar nas sessões síncronas na plataforma Zoom e no trabalho assíncrono / autónomo consiste na conceção de planificação de atividades e de recursos de aula que serão apresentados e discutidos nas sessões síncronas. - As plataformas Moodle e Zoom constituem dois dos elementos nucleares para a partilha de informações (textos, vídeos), avaliações (tarefas e reflexão final) e para a formação em geral.

Avaliação

• Assiduidade e participação nas sessões - 20% • Realização de tarefas – 30% • Reflexão fundamentada, com elaboração de recursos didáticos – 50% • Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. • Trabalhos práticos e reflexões críticas efetuadas, a partir das e nas sessões presenciais, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados na escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC – 3/2007 – Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores – Insuficiente; - 5 a 6,4 valores – Regular; - 6,5 a 7,9 valores – Bom; - 8 a 8,9 valores – Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.

Bibliografia

MacIntyre, L. – The Scientific Attitude: Defending Science from Denial, Fraud and Pseudoscience. Cambridge: MIT, 2019. Mahner, M. – “Demarcating Science from Non-Science”. In: Kuipers, T. (Ed.) – General Philosophy of Science: Focal Issues. Amsterdam: ELSEVIER, 2007, p. 515-575. Pigniucci, M. – Nonsense on Stilts: How to Tell Science from Bunk. Chicago: The University of Chicago Press, 2010. Pigniucci, M.; Boudry, M (Ed.) – Philosophy of Pseudocience: Reconsidering the Demarcation Problem. Chicago: The University of Chicago Press, 2013. Regal, B. – Pseudoscience: A Critical Encyclopedia. Santa Barbara: ABC CLIO, 2009.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 08-10-2022 (Sábado) 09:00 - 13:30 4:30 Online síncrona
2 15-10-2022 (Sábado) 09:00 - 13:30 4:30 Online síncrona
3 22-10-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Online síncrona
4 29-10-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Online síncrona

Ref. 1441 Concluída

Registo de acreditação: CFAEBM-052223

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 21-09-2022

Fim: 21-09-2022

Regime: Presencial

Local: Escola EB 2º e 3º Ciclos Dr. João de Barros, Figueira da Foz

Formador

Bela Elisabete Ferreira Correia de Matos

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar

Razões

Afigura-nos essencial entender a multiculturalidade como uma riqueza, seja para trabalhar, seja para viver em eociedade. Assim, é urgente que todos tenham e desenvolvam, na prática, a vontade de quebrar o provérbio malaio “Conhece-me Antes de me Odiares".

Objetivos

OBJETIVO OERAL No final, os participantes conhecerão e identificarão as especificidades culturais dos portugueses ciganos, bem como as semelhanças com as tradiçôes portuguesas de outrora. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Identificar o percurso histórico, os 3 grupos de ciganos, as leis repressivas, os 3 grupos de ciganos em Portugal, a Lei Cigana, o Luto, o Casamento, os Valores simbólicos dos ciganos Conhecer pistas de intervenção com as comunidades ciganos na educação.

Conteúdos

I. Os Ciganos - A Origem - Os Grupos Originários - O Êxodo - A Chegada à Europa - As Leis Repreasivas - Grupoa em Portugal II. Os pontos comuns aos grupos de ciganos em Portugal - Os Valores Simbólicos III. Pistas de trabalho para trabalhar com as comunidades ciganas - Na Educação - Outras

Metodologias

Método expositivo, conjugado com os métodos interrogativo e demonstrativo

Avaliação

Avaliação sumativa final (breve questionário de afirmações V ou F)

Bibliografia

associacaoribaltambicacigana@gmail.com


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 21-09-2022 (Quarta-feira) 17:15 - 20:15 3:00 Presencial

Ref. 1481 Concluída

Registo de acreditação: CFAEBM-062223

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 21-09-2022

Fim: 21-09-2022

Regime: Presencial

Local: Escola EB 2º e 3º Ciclos Dr. João de Barros, Figueira da Foz

Formador

Bela Elisabete Ferreira Correia de Matos

Destinatários

Pessoal não docente;

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar

Razões

Afigura-nos essencial entender a multiculturalidade como uma riqueza, seja para trabalhar, seja para viver em eociedade. Assim, é urgente que todos tenham e desenvolvam, na prática, a vontade de quebrar o provérbio malaio “Conhece-me Antes de me Odiares".

Objetivos

OBJETIVO OERAL No final, os participantes conhecerão e identificarão as especificidades culturais dos portugueses ciganos, bem como as semelhanças com as tradiçôes portuguesas de outrora. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Identificar o percurso histórico, os 3 grupos de ciganos, as leis repressivas, os 3 grupos de ciganos em Portugal, a Lei Cigana, o Luto, o Casamento, os Valores simbólicos dos ciganos Conhecer pistas de intervenção com as comunidades ciganos na educação.

Conteúdos

I. Os Ciganos - A Origem - Os Grupos Originários - O Êxodo - A Chegada à Europa - As Leis Repreasivas - Grupoa em Portugal II. Os pontos comuns aos grupos de ciganos em Portugal - Os Valores Simbólicos III. Pistas de trabalho para trabalhar com as comunidades ciganas - Na Educação - Outras

Metodologias

Método expositivo, conjugado com os métodos interrogativo e demonstrativo

Avaliação

Avaliação sumativa final (breve questionário de afirmações V ou F)

Bibliografia

associacaoribaltambicacigana@gmail.com


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 21-09-2022 (Quarta-feira) 17:15 - 20:15 3:00 Presencial

Ref. 1311 Concluída

Registo de acreditação: CFAEBM-002223

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 4.0 horas

Início: 29-06-2022

Fim: 29-06-2022

Regime: Presencial

Local: Auditório do Conservatório de Música de Coimbra

Formador

Fernanda Paula Fernandes dos Reis Pinheiro

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

CFAE Beira Mar, Nova Ágora – CFAE, CFAE CENFORMAZ, CF Rede de Cooperação e Aprendizagem

Razões

No âmbito da implementação da autonomia e flexibilidade curricular, e de acordo com os normativos legais em vigor, os domínios de autonomia curricular assumem particular relevo como “áreas de confluência de trabalho interdisciplinar e ou de articulação curricular, desenvolvidas a partir da matriz curricular–base de uma oferta educativa e formativa, tendo por referência os documentos curriculares, em resultado do exercício de autonomia e flexibilidade, sendo, para o efeito, convocados, total ou parcialmente, os tempos destinados a componentes de currículo, áreas disciplinares e disciplinas” (Decreto-Lei n.º 55/2018). Nesta perspetiva, pretende-se criar um espaço de reflexão para capacitar os docentes para o desenvolvimento desta opção curricular prevista na legislação.

Conteúdos

1. Reflexão sobre a importância da implementação de Domínios de Autonomia Curricular (DAC) no contexto da legislação em vigor 2. Princípios para a planificação e concretização de DAC 3. Trabalho prático 4. Partilha e considerações sobre o trabalho desenvolvido

Avaliação

Avaliação da Ação pelos formandos e pelos formadores através de questionário de satisfação (link a remeter pelo CFAE após a Ação).


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 29-06-2022 (Quarta-feira) 14:30 - 18:30 4:00 Presencial

Ref. 127T 6.1 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-111103/21

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas

Início: 07-05-2022

Fim: 18-06-2022

Regime: Presencial

Local: AE Lima-de-Faria, Cantanhede

Formador

Pedro Manuel Leal Alberto

Destinatários

Educadores de Infância;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância;. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância;.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar

Razões

Considera-se fundamental no PTD a integração e capacitação digital dos educadores de infância nas suas práticas pedagógicas. Esta capacitação representa uma forte aposta no processo de valorização e no desenvolvimento profissional dos docentes no domínio da literacia digital e das competências digitais, no sentido de os dotar das competências necessárias à integração transversal, de modo a que estas se afirmem como facilitadoras das práticas profissionais e pedagógicas e, simultaneamente, promotoras de inovação no processo de ensino e de aprendizagem. O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores é o referencial que dá suporte a este plano, contribuindo para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional.

Objetivos

Pretende-se apoiar os educadores na promoção de estratégias e de ações integradoras do digital que permitam melhorar a qualidade do trabalho realizado. São objetivos específicos da oficina: . Conceber, selecionar e partilhar recursos digitais no âmbito da educação de infância; . Integrar o digital nas propostas educativas, numa perspetiva da articulação plena das aprendizagens; . Planificar, avaliar e comunicar com recurso ao digital. .Capacitar os docentes da EPE para a promoção da utilização crítica e responsável de diferentes suportes digitais nas atividades do quotidiano das crianças.

Conteúdos

1. Exploração de opções digitais para colaboração e comunicação institucional e melhoria da prática profissional. 2. Exploração de estratégias de promoção do uso pedagógico de tecnologias digitais. 3. Exploração, seleção e adequação de Recursos Educativos Digitais (RED) ao contexto de aprendizagem. 4. Integração significativa de RED na melhoria de atividades de ensino e aprendizagem. 5. Exploração de recursos digitais de apoio ao planeamento e à avaliação das aprendizagens. 6. Planificação de atividades, projetos e outras metodologias com recurso às tecnologias digitais. 7. Utilização de estratégias para suporte ao desenho e implementação de atividades de promoção da cidadania digital das crianças. 8. Apresentação e partilha das atividades desenvolvidas pelos formandos na oficina. 9. Reflexão e debate sobre as atividades apresentadas e análise dos resultados obtidos pela sua implementação. 10. Avaliação e conclusões.

Metodologias

As sessões presenciais são destinadas: à exploração, reflexão e articulação das OCEPE com a integração dos ambientes digitais nas aprendizagens das crianças; à realização de atividades práticas de partilha, suportadas por um ambiente colaborativo; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação e avaliação; à planificação e criação de atividades a implementar na educação pré-escolar, que promovam o desenvolvimento das CD dos docentes; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento profissional docente. Na última sessão, os formandos apresentarão os resultados das atividades, com evidências, proporcionando-se a discussão e a partilha. Trabalho autónomo: Em específico, na componente de trabalho autónomo, pretende-se assegurar a implementação das atividades planificadas nas sessões presenciais, em situações reais de ensino-aprendizagem, tendo por base as OCEPE, e a reflexão sobre as práticas desenvolvidas.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Modelo

Os critérios gerais de avaliação definidos pelo CFAE Beira Mar têm subjacentes a aplicação das alterações ao Regime Jurídico da Formação Contínua determinadas pelo art.º 4.º do Decreto Lei n.º 15/07 de 19 de Janeiro, conjugadas com as orientações emanadas através das Cartas Circulares 1/2007, 2/2007 e 3/2007 do CCPFC, bem como o seu Regulamento para acreditação e creditação de Ações de formação contínua, de setembro de 2016. A sua aplicação implica a existência de uma cultura de avaliação que considera a prestação efetiva dos formandos e possibilita uma avaliação diferenciadora. Critérios e indicadores e respetiva ponderação nas diversas modalidades na avaliação quantitativa de pessoal docente: 1 (40%) Participação (oral ou online) 10% Realização das Tarefas nas Sessões 20% Pontualidade 10% 2 (50%) Produção de Trabalhos e/ou Materiais 30% Investigação/ implementação 10% Avaliação de trabalhos e/ou materiais/ Avaliação da implementação 10% 3 (10%) Reflexão crítica/Memória Final Trabalho/Texto Final Relatório de Implementação Prova de Conhecimento

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdf Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora. Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf Kampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for Digitally-Competent Educational Organisations. Disponível: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdf Lopes da Silva, I., Marques, L., Mata, L. e Rosa, M. (2016). Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar. Lisboa: ME/DGE. Disponível em: http://www.dge.mec.pt/ocepe/sites/default/files/Orientacoes_Curriculares.pdf


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 07-05-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
2 11-05-2022 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
3 21-05-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
4 21-05-2022 (Sábado) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
5 04-06-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
6 08-06-2022 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
7 18-06-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial


158

Ref. 65T. 1 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-113761/22

Modalidade: Colóquios; congressos; simpósios; jornadas ou iniciativas congéneres

Duração: 13.0 horas

Início: 29-04-2022

Fim: 30-04-2022

Regime: Presencial

Local: CAE - Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz

Formador

Fernanda Paula Fernandes dos Reis Pinheiro

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar

Razões

Os Decretos-Lei nº 54/2018, n.º 55/2018, a Portaria 181/2019, o Projeto MAIA e o Plano de Capacitação Digital de Docentes estão a induzir várias transformações nas escolas, havendo, portanto, necessidade urgente e constante de refletir em conjunto sobre a sua realidade e de redesenhar os caminhos necessários à mudança, de forma participada, bem como de ir monitorizando as alterações já em implementação. O desafio que se coloca é responder a todos os alunos, o que exige que sejam encontradas respostas para que a cada um, independentemente da sua situação pessoal e social, lhe seja assegurado um nível de competências que permita a sua plena integração social.

Objetivos

• Capacitar os docentes para práticas que respondam às necessidades dos alunos; • Potenciar a eficácia do trabalho dos professores na promoção do sucesso escolar; • Proporcionar aos professores ferramentas e informação que lhes permitam reorganizar as suas metodologias de trabalho; • Refletir sobre o processo de ensino-aprendizagem e o desenvolvimento pessoal e profissional; • Refletir sobre as tecnologias, a sua integração nos contextos educativos e o seu impacto na prática; • Repensar o processo de ensino-aprendizagem em função dos Media Digitais; • Promover a atualização do conhecimento relativamente às neurociências, à inteligência artificial e aos computadores quânticos; • Facultar o acesso a sessões com conferencistas de mérito académico que permitam uma reflexão sobre as temáticas em discussão e uma transformação nos meios escolares; • Fomentar a participação numa perspetiva colaborativa; • Promover a cultura da monitorização dos processos.

Conteúdos

• Enquadramento concetual e legal Decreto-Lei nº 54/2018, Decreto-Lei n.º 55/2018, Portaria 181/2019, Projeto MAIA e Plano de Capacitação Tecnológico; • Caminhos facilitadores de uma aprendizagem capaz de responder a todos os alunos em geral e a cada aluno em particular; • A importância do trabalho colaborativo e da supervisão nas escolas; • Avaliação de competências e conhecimentos: o que se pretende quando se avalia; • Tecnologias: que impacto nas aprendizagens; • Neuroeducação: o contributo da neurociência para a aprendizagem; • Inteligência artificial e computadores quânticos: que implicações.

Metodologias

• Exposição teórica; • Debate sobre os temas expostos em contexto; • Abertura de email para colocação de perguntas sobre os temas abordados (endereçadas a cada palestrante), com posterior resposta a todos os participantes.

Avaliação

• Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. • Apresentação de uma reflexão individual, incidindo sobre um tema do Congresso (inter)relações ou uma das temáticas abordadas nas diferentes conferências. • A reflexão crítica será avaliada de acordo com critérios previamente estabelecidos, classificados nas escola de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC – 3/2007 – Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores – Insuficiente; - 5 a 6,4 valores – Regular; - 6,5 a 7,9 valores – Bom; - 8 a 8,9 valores – Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente. • A classificação obtida na reflexão individual terá que ser no mínimo de 5 valores, para que possa usufruir das horas; • A reflexão terá que ser redigida em formato digital com fonte Arial de tamanho 11, espaçamento 1,25 e todas as margens a 2,0 cm, constando de um documento com um máximo de 3 páginas incluindo a capa. • A avaliação da reflexão incidirá em: - Correção formal (apresentação adequada de acordo com as regras definidas) – 25%; - Conteúdo teórico [relatório crítico e reflexivo (50%) que preveja o impacto na prática do docente (25%) – 75%.

Modelo

Reflexão individual final.

Bibliografia

ACT Report Summary (2006). Reading Between the lines: What the ACT Reveals About Readiness in Reading. Iowa City. ACT. Casella, E. et al. (2011). As Bases Neurobiológicas da aprendizagem da leitura. In WOLTER, F. et al. (cord.) (2011). Aprendizagem infantil: uma abordagem da neurociência, economia e psicologia cognitiva. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Ciências. 35-69. Cosme, A. (2018). Autonomia e Flexibilidade Curricular - Propostas e Estratégias de Ação - Ensino Básico e Ensino Secundário. Porto Editora. Sampaio, D. (2018). Do Telemóvel para o Mundo. Lisboa: Editorial Caminho. Vieira, F. (2017, abril). Supervisão e inovação: Caminhos de (trans)formação na escola. Conferência realizada no Congresso Supervisão Pedagógica e Acompanhamento da Prática Letiva, Faculdade de Psicologia e de Ciências de Educação da Universidade de Coimbra.


Observações

INSCRIÇÃO - 20 EUROS I.B.A.N - PT50 0035 0321 0003 0829630 92 MUITO IMPORTANTE - Após efetuar o pagamento deve enviar comprovativo (digitalizado ou fotografado), para: geral.cfaebm@esjcff.pt, indicando o nome completo do participante no congresso. Caso não seja o 1º titular da conta de onde fez a transferência, deve colocar o nome do 1º titular no corpo do email.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 29-04-2022 (Sexta-feira) 14:30 - 19:30 5:00 Presencial
2 30-04-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
3 30-04-2022 (Sábado) 14:30 - 18:30 4:00 Presencial

Ref. 1291 Concluída

Registo de acreditação: DGAE/762/2022

Modalidade: Colóquios; congressos; simpósios; jornadas ou iniciativas congéneres

Duração: 15.0 horas

Início: 29-04-2022

Fim: 30-04-2022

Regime: Presencial

Local: CAE - Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz

Formador

Fernanda Paula Fernandes dos Reis Pinheiro

Destinatários

Pessoal não docente;

Acreditado pelo

DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar

Razões

O Congresso (inter)Relações vai realizar-se presencialmente, no Grande Auditório do CAE - Figueira da Foz, nos dias 29 de abril (6.ª feira à tarde) e 30 de abril (sábado de manhã e de tarde), fazendo parte do Plano de Formação do CFAE Beira Mar (2021-23), aprovado em sessão da Comissão Pedagógica de 19 de março de 2021. Este Congresso conta com um conjunto de Oradores de referência, nacionais e internacionais, com o objetivo de dotar todos os participantes (pessoal docente e não docente) de ferramentas para que melhor possam ir edificando uma escola inclusiva e em transição digital, o que exige que sejam encontradas respostas que assegurem a todos os alunos a aquisição de competências para a plena integração social.

Objetivos

• Capacitar os docentes para práticas que respondam às necessidades dos alunos; • Potenciar a eficácia do trabalho dos professores na promoção do sucesso escolar; • Proporcionar aos professores ferramentas e informação que lhes permitam reorganizar as suas metodologias de trabalho; • Refletir sobre o processo de ensino-aprendizagem e o desenvolvimento pessoal e profissional; • Refletir sobre as tecnologias, a sua integração nos contextos educativos e o seu impacto na prática; • Repensar o processo de ensino-aprendizagem em função dos Media Digitais; • Promover a atualização do conhecimento relativamente às neurociências, à inteligência artificial e aos computadores quânticos; • Facultar o acesso a sessões com conferencistas de mérito académico que permitam uma reflexão sobre as temáticas em discussão e uma transformação nos meios escolares; • Fomentar a participação numa perspetiva colaborativa; • Promover a cultura da monitorização dos processos.

Conteúdos

• Enquadramento concetual e legal Decreto-Lei nº 54/2018, Decreto-Lei n.º 55/2018, Portaria 181/2019, Projeto MAIA e Plano de Capacitação Tecnológico; • Caminhos facilitadores de uma aprendizagem capaz de responder a todos os alunos em geral e a cada aluno em particular; • A importância do trabalho colaborativo e da supervisão nas escolas; • Avaliação de competências e conhecimentos: o que se pretende quando se avalia; • Tecnologias: que impacto nas aprendizagens; • Neuroeducação: o contributo da neurociência para a aprendizagem; • Inteligência artificial e computadores quânticos: que implicações.

Metodologias

• Exposição teórica; • Debate sobre os temas expostos em contexto; • Abertura de email para colocação de perguntas sobre os temas abordados (endereçadas a cada palestrante), com posterior resposta a todos os participantes.

Avaliação

• Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. • Apresentação de uma reflexão individual, incidindo sobre um tema do Congresso (inter)relações ou uma das temáticas abordadas nas diferentes conferências. • A reflexão crítica será avaliada de acordo com critérios previamente estabelecidos, classificados nas escola de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC – 3/2007 – Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores – Insuficiente; - 5 a 6,4 valores – Regular; - 6,5 a 7,9 valores – Bom; - 8 a 8,9 valores – Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente. • A classificação obtida na reflexão individual terá que ser no mínimo de 5 valores, para que possa usufruir das horas; • A reflexão terá que ser redigida em formato digital com fonte Arial de tamanho 11, espaçamento 1,25 e todas as margens a 2,0 cm, constando de um documento com um máximo de 3 páginas incluindo a capa. • A avaliação da reflexão incidirá em: - Correção formal (apresentação adequada de acordo com as regras definidas) – 25%; - Conteúdo teórico [relatório crítico e reflexivo (50%) que preveja o impacto na prática do docente (25%) – 75%.

Modelo

Reflexão individual final.

Bibliografia

ACT Report Summary (2006). Reading Between the lines: What the ACT Reveals About Readiness in Reading. Iowa City. ACT. Casella, E. et al. (2011). As Bases Neurobiológicas da aprendizagem da leitura. In WOLTER, F. et al. (cord.) (2011). Aprendizagem infantil: uma abordagem da neurociência, economia e psicologia cognitiva. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Ciências. 35-69. Cosme, A. (2018). Autonomia e Flexibilidade Curricular - Propostas e Estratégias de Ação - Ensino Básico e Ensino Secundário. Porto Editora. Sampaio, D. (2018). Do Telemóvel para o Mundo. Lisboa: Editorial Caminho. Vieira, F. (2017, abril). Supervisão e inovação: Caminhos de (trans)formação na escola. Conferência realizada no Congresso Supervisão Pedagógica e Acompanhamento da Prática Letiva, Faculdade de Psicologia e de Ciências de Educação da Universidade de Coimbra.


Observações

INSCRIÇÃO - 20 EUROS I.B.A.N - PT50 0035 0321 0003 0829630 92 MUITO IMPORTANTE - Após efetuar o pagamento deve enviar comprovativo (digitalizado ou fotografado), para: geral.cfaebm@esjcff.pt, indicando o nome completo do participante no congresso. Caso não seja o 1º titular da conta de onde fez a transferência, deve colocar o nome do 1º titular no corpo do email.


Ref. 127T 6.2 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-111103/21

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas

Início: 27-04-2022

Fim: 18-06-2022

Regime: Presencial

Local: ESJCFF

Formador

Luís Miguel Carvalheiro Correia

Destinatários

Educadores de Infância;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância;. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância;.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar

Razões

Considera-se fundamental no PTD a integração e capacitação digital dos educadores de infância nas suas práticas pedagógicas. Esta capacitação representa uma forte aposta no processo de valorização e no desenvolvimento profissional dos docentes no domínio da literacia digital e das competências digitais, no sentido de os dotar das competências necessárias à integração transversal, de modo a que estas se afirmem como facilitadoras das práticas profissionais e pedagógicas e, simultaneamente, promotoras de inovação no processo de ensino e de aprendizagem. O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores é o referencial que dá suporte a este plano, contribuindo para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional.

Objetivos

Pretende-se apoiar os educadores na promoção de estratégias e de ações integradoras do digital que permitam melhorar a qualidade do trabalho realizado. São objetivos específicos da oficina: . Conceber, selecionar e partilhar recursos digitais no âmbito da educação de infância; . Integrar o digital nas propostas educativas, numa perspetiva da articulação plena das aprendizagens; . Planificar, avaliar e comunicar com recurso ao digital. .Capacitar os docentes da EPE para a promoção da utilização crítica e responsável de diferentes suportes digitais nas atividades do quotidiano das crianças.

Conteúdos

1. Exploração de opções digitais para colaboração e comunicação institucional e melhoria da prática profissional. 2. Exploração de estratégias de promoção do uso pedagógico de tecnologias digitais. 3. Exploração, seleção e adequação de Recursos Educativos Digitais (RED) ao contexto de aprendizagem. 4. Integração significativa de RED na melhoria de atividades de ensino e aprendizagem. 5. Exploração de recursos digitais de apoio ao planeamento e à avaliação das aprendizagens. 6. Planificação de atividades, projetos e outras metodologias com recurso às tecnologias digitais. 7. Utilização de estratégias para suporte ao desenho e implementação de atividades de promoção da cidadania digital das crianças. 8. Apresentação e partilha das atividades desenvolvidas pelos formandos na oficina. 9. Reflexão e debate sobre as atividades apresentadas e análise dos resultados obtidos pela sua implementação. 10. Avaliação e conclusões.

Metodologias

As sessões presenciais são destinadas: à exploração, reflexão e articulação das OCEPE com a integração dos ambientes digitais nas aprendizagens das crianças; à realização de atividades práticas de partilha, suportadas por um ambiente colaborativo; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação e avaliação; à planificação e criação de atividades a implementar na educação pré-escolar, que promovam o desenvolvimento das CD dos docentes; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento profissional docente. Na última sessão, os formandos apresentarão os resultados das atividades, com evidências, proporcionando-se a discussão e a partilha. Trabalho autónomo: Em específico, na componente de trabalho autónomo, pretende-se assegurar a implementação das atividades planificadas nas sessões presenciais, em situações reais de ensino-aprendizagem, tendo por base as OCEPE, e a reflexão sobre as práticas desenvolvidas.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Modelo

Os critérios gerais de avaliação definidos pelo CFAE Beira Mar têm subjacentes a aplicação das alterações ao Regime Jurídico da Formação Contínua determinadas pelo art.º 4.º do Decreto Lei n.º 15/07 de 19 de Janeiro, conjugadas com as orientações emanadas através das Cartas Circulares 1/2007, 2/2007 e 3/2007 do CCPFC, bem como o seu Regulamento para acreditação e creditação de Ações de formação contínua, de setembro de 2016. A sua aplicação implica a existência de uma cultura de avaliação que considera a prestação efetiva dos formandos e possibilita uma avaliação diferenciadora. Critérios e indicadores e respetiva ponderação nas diversas modalidades na avaliação quantitativa de pessoal docente: 1 (40%) Participação (oral ou online) 10% Realização das Tarefas nas Sessões 20% Pontualidade 10% 2 (50%) Produção de Trabalhos e/ou Materiais 30% Investigação/ implementação 10% Avaliação de trabalhos e/ou materiais/ Avaliação da implementação 10% 3 (10%) Reflexão crítica/Memória Final Trabalho/Texto Final Relatório de Implementação Prova de Conhecimento

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdf Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora. Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf Kampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for Digitally-Competent Educational Organisations. Disponível: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdf Lopes da Silva, I., Marques, L., Mata, L. e Rosa, M. (2016). Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar. Lisboa: ME/DGE. Disponível em: http://www.dge.mec.pt/ocepe/sites/default/files/Orientacoes_Curriculares.pdf


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 27-04-2022 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
2 07-05-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
3 11-05-2022 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
4 21-05-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
5 01-06-2022 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
6 04-06-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
7 18-06-2022 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial


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