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Plano de formação CFAE Beira Mar
1.º período do ano letivo 2026/27
No sentido de continuar a cumprir a missão do CFAE Beira Mar de proporcionar formação relevante e significativa aos docentes das Unidades Orgânicas associadas, preparamos o Plano de formação referente ao 1.º período do ano letivo 2026/27, acreditando que corresponde às necessidades dos docentes e das Unidades Orgânicas associadas.
Assim, as Ações de formação acreditadas pelo CCPFC e os respetivos formadores são (toda a informação, inscrição e respetivos cronogramas em aqui):
- Curso de formação (15h) online 340.2 “Mediação escolar e gestão de conflitos: da relação com os alunos à relação com as famílias” (CCPFC/ACC-132155/24), para Professores de todos os Grupos de Docência, sendo Formadora Joana Marta Simões;
- Curso de formação (15h) presencial 454.1 “Biblioteca escolar: leitura, escrita e aprendizagem” (CCPFC/ACC-140686/26), para Professores dos Grupos de Docência 100 e 110, sendo Formador Rui Abreu;
- Curso de formação (25h) e-learning 441.1 “A utilização de ferramentas digitais no ensino da Orientação na Educação Física” (CCPFC/ACC-138860/26), para Professores dos Grupos de Docência 260 e 620, sendo Formador Henrique Nunes;
- Oficina de formação (25+25h) e-learning 308.3 “Laboratórios de Educação Digital: cenários de aprendizagem ativa” (CCPFC/ACC-126869/24), para Professores de todos os Grupos de Docência, sendo Formador Luís Correia;
- Curso de formação (25h) online 419.2 “Arte, Imagem e Texto na Transição Digital” (CCPFC/ACC-133158/24), para Professores de todos os Grupos de Docência dos 2.º e 3.º Ciclos e Ensino Secundário, sendo Formador Nuno Fonseca;
- Curso de formação (25h) online 453.1 “Cibersegurança e ambientes saudáveis na escola” (CCPFC/ACC-137512/25), para Professores de todos os Grupos de Docência, sendo Formador Ilídio Simões;
- Curso de formação (25h) e-learning 428.1 “Intervenção em Estimulação Multissensorial e Snoezelen – Iniciantes” (CCPFC/ACC-139439/26) para Professores dos Grupos de Docência 910, 920 e 930, sendo Formadora Sílvia Cherondo;
- Oficina de formação (15+15h) presencial 440.1 “Educação Artística: Música como recurso pedagógico transdisciplinar” (CCPFC/ACC-139109/26) para Professores dos Grupos de Docência 100 e110, sendo Formadora Dina Soares;
- Curso de formação (25h) online 337.2 “Educação e Património de Proximidade” (CCPFC/ACC-132030/24) para Professores de todos os Grupos de Docência, sendo Formadora Susana Bicho;
- Curso de formação (25h) presencial 452.1 “Metodologias ativas em sala de aula com aplicações de IA” (CCPFC/ACC-140571/26) para Professores de todos os Grupos de Docência, sendo Formadores Fernanda Paula Pinheiro e Ricardo Pinto.
Os critérios de seleção são:
1.º Data da próxima subida de escalão do(a) docente;
2.º Ordem de inscrição.
3.º Docente de Unidade Orgânica associada do CFAE Beira Mar;
4.º Docente de Unidade Orgânica não associada do CFAE Beira Mar.
Todas as sessões presenciais das Ações decorrerão na Escola-sede do CFAE Beira Mar, Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, Figueira da Foz.
Nas Ações de formação que contemplam sessões online, é obrigatório manter o microfone e a câmara ligados, sempre que solicitado pelo(a) formador(a).
O período de inscrições será de 02.09.2026 (09:00) até 22.09.2026 (12:00).
Todas as Ações relevam também na Componente Científica e Pedagógica para os docentes do CFAE Beira Mar, ao abrigo dos Despachos n.º 779/2019, de 18 de janeiro e n.º 4840/2023, de 21 de abril.
Continuam abertas as inscrições para as seguintes Ações, as quais pressupõem pagamento à Associação de Professores de Filosofia:
- Curso de formação (25h) online 352.3 “Ética em ação II: questões nas margens do humano” (CCPFC/ACC-131418/24) para Professores dos Grupos de Docência 330, 410, 420, 430 e 520, sendo Formador Manuel João Pires;
- Curso de formação (35h) online 393.2 “Ensinar a pensar criticamente na disciplina de Filosofia num mundo digital” (CCPFC/ACC-135998/25) para Professores do Grupo de Docência 410, sendo Formadoras Isabel Bernardo, Sérgio Lagoa e Teresa Morais;
- Curso de formação (25h) online 351.3 “Sobre a Verdade: Teorias e Aplicações Pedagógicas” (CCPFC/ACC-131417/24) para Professores do Grupo de Docência 410, sendo Formador Artur Galvão.
Chamamos a atenção para a necessidade de cada docente verificar se a sua conta (dados pessoais e profissionais) na plataforma do CFAE Beira Mar está atualizada (em anexo segue um manual de procedimentos).
Foi aprovada a candidatura PESSOAS-FSE+-01968800 do CFAE Beira Mar, no âmbito do Aviso PESSOAS-2024-20 "Formação contínua de docentes, formadores e outros agentes de educação e profissionais do sistema de educação e formação", no valor de € 204 654,28, cuja Ficha de Operação é a seguinte:
Beneficiário: ESCOLA SECUNDÁRIA DR. JOAQUIM DE CARVALHO, FIGUEIRA DA FOZ
Morada: RUA DRA. CRISTINA TORRES
Código postal: 3080 - 210 FIGUEIRA DA FOZ
Código da operação: PESSOAS-FSE+-01968800
Programa: Programa Temático Demografia, Qualificações e Inclusão (PESSOAS2030)
Fundo: Prioridade Fundo Social Europeu Mais (FSE+)
Prioridade: Mais e melhor (re)qualificação de adultos para crescer - Pessoas
Objetivo específico: Aprendizagem ao longo da vida e transições profissionais
Tipologia de ação: Qualidade do sistema de educação e formação (ESO4.7)
Tipologia de intervenção: Qualidade do sistema de educação e formação (ESO4.7)
Tipologia de operação: Formação contínua de docentes, formadores e outros agentes de educação profissionais do sistema
Aviso: PESSOAS-2024-20 - Formação contínua de docentes, formadores e outros agentes de educação e profissionais do sistema de educação e formação
Data da submissão da candidatura: 02-12-2024
Data da decisão da AG/OI: 19-05-2025
Avalie as suas competências digitais com a Academia Portugal Digital
A Academia Portugal Digital disponibiliza uma ferramenta de autoavaliação que permite aos docentes conhecer e refletir sobre o seu nível de competências digitais baseado no DigComp, o quadro europeu de referência. O teste abrange cinco áreas de competência, com 20 perguntas por área, e demora apenas cerca de 5 minutos a completar. Esta autoavaliação permite identificar o seu nível atual de proficiência digital e apoiar o seu desenvolvimento profissional, contribuindo para uma integração mais eficaz do digital nas práticas pedagógicas. Participe e descubra o seu nível de competências digitais em: Academia Portugal Digital.
Após realizar a autoavaliação, convidamos todos os docentes a partilhar o seu nível global de competências digitais com o CFAECIVOB. Esta informação é fundamental para apoiar o diagnóstico das necessidades formativas e planear ações de formação mais ajustadas. Registe os seus resultados através do formulário disponível aqui.
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AEDD 2025/26
O Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica do Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar aprovou, a 25 de setembro de 2025, o documento "Procedimentos e prazos do processo de Avaliação Externa do Desempenho Docente (AEDD)", relativo ao Ano letivo 2025/26.
Assim,
1.
a. O docente que, no ano letivo 2025/26, se encontra em período probatório ou integrado no 2.º e 4.º escalão da carreira docente no último ano escolar do fim do ciclo de avaliação, solicita Avaliação Externa do Desempenho Docente (AEDD) em cfaebeiramar.pt até ao dia 31.12.2025;
b. O docente que, para atribuição da menção de Excelente no ano letivo 2026/27, em qualquer escalão, o deseja, solicita Avaliação Externa do Desempenho Docente (AEDD) em cfaebeiramar.pt até ao dia 31.12.2025;
2. O Diretor da Unidade Orgânica do docente que solicitou AEDD valida (ou não) o respetivo Requerimento até ao dia 16.01.2026;
3. O CFAE Beira Mar disponibiliza a informação sobre os respetivos Avaliador/Avaliado até ao dia 28.01.2026;
4. O CFAE Beira Mar ministra uma AFCD para Avaliadores/Avaliados - separadamente -, online, no dia 29.01.2026;
5. O Avaliador submete em cfaebeiramar.pt a calendarização acordada com o Avaliado das aulas a observar até ao dia 06.02.2026;
6. O período de observação de aulas é de 08.02.2026 a 20.03.2026, exceto em casos devidamente justificados ao CFAE Beira Mar;
7. O docente em AEDD envia o roteiro até 2 (dois) dias antes da observação de cada aula;
8. Até dez dias após a última aula observada, o docente em AEDD submete em cfaebeiramar.pt o relatório de auto-avaliação[1] (no que diz respeito às aulas observadas);
9. O Avaliador externo tem de submeter em cfaebeiramar.pt a sua avaliação, com todos os documentos relacionados com a observação de aulas / avaliação externa (instrumentos de registo e anexo II) até 25 (vinte e cinco) dias após a última aula observada;
10. O Avaliador Interno efetua o pedido de convocatória para reunião entre Avaliadores externo e interno, que o Diretor da Unidade Orgânica do docente avaliado valida em cfaebeiramar.pt;
11. Os avaliadores externo e interno articulam o resultado final da avaliação da dimensão científica e pedagógica (desta reunião é elaborada ata) - esta etapa (reunião) deverá decorrer, para todos os docentes em processo de AEDD, até ao dia 03 de julho de 2026;
12. O diretor da Unidade Orgânica a que pertence o docente em AEDD valida o processo em cfaebeiramar.pt.
[1] Este relatório de autoavaliação do avaliado deve ser sucinto e incidir unicamente sobre a parte que se refere às aulas observadas, sendo que posteriormente deve ser inserido no relatório do ciclo avaliativo.
Plataforma CFAE Beira Mar - AJUDA
1. Registar na Plataforma CFAE Beira Mar
- Aceda à plataforma do CFAE Beira Mar em cfaebeiramar.pt
- Clique na opção “Criar Conta”
- Escolha uma das opções (docente, não docente ou formador externo)
- Leia a Política de Privacidade e os Termos e Condições e coloque um visto na caixa “Li e concordo…”
- Preencha todos os dados solicitados (em especial os obrigatórios marcados com um *)
Sugestões:- no nome de utilizador, coloque o que tem no seu e-mail pessoal à esquerda da @
- no e-mail opte por colocar um e-mail pessoal em vez de um profissional
- os dados obrigatórios estão marcados com um *, pelo que terá que os preencher
- pode concluir o preenchimento destes dados mais tarde, mas se não o fizer corretamente os documentos gerados pela plataforma (contratos, etc.) irão conter dados errados
- Clique em “Guardar”
- Realize o passo 3 (mais abaixo) desta lista para preencher dados que pode ter deixado em falta
2. Entrar na Plataforma CFAE Beira Mar
- Para poder entrar, tem que ter realizado uma vez o passo anterior
- Aceda à plataforma do CFAE Beira Mar em cfaebeiramar.pt
- Clique em “Iniciar Sessão” e entrar com as suas credenciais
3. Verificar e corrigir os seus dados
- No canto superior direito, clique em cima do seu nome e depois em “Editar”
- Verifique se os dados apresentados estão corretos
- Passe o rato por cima da área a corrigir (identificação, contactos, situação profissional, etc.), e clique no ícone do lápis que aparece à direita
- Corrija ou complemente os seus dados
- Clique em “Guardar”
4. Inscrever numa ação
- Realize o passo 2 (acima) desta lista
- Clique no menu “Oferta Formativa”
- Procure a ação e clique nela para saber mais detalhes
- Para se inscrever clique no botão “Inscrever-me”
5. Entregar documentação
- Realize o passo 2 (acima) desta lista
- Clique no menu “Formando”
- Clique na Ação
- Clique no separador “Documentos”
- Verifique a lista de documentos solicitados
- Descarregue um documento
- Assine-o digitalmente com o seu Cartão de Cidadão (veja como neste vídeo).
- Submeta o documento na plataforma
- Volte ao passo 4 para os restantes documentos
- Até que encontre os documentos todos validados pelo CFAE Beira Mar, deve realizar regularmente os passos indicados
- evite o papel assinando os documentos digitalmente.
- esteja atento(a) ao seu e-mail, pois receberá uma mensagem de aviso se ocorrer alguma invalidação de documento.
6. Descarregar Certificado de uma Ação
- Aceda à plataforma do CFAE Beira Mar em cfaebeiramar.pt
- Clique em “Iniciar Sessão” e entrar com as suas credenciais
- Clique no menu “Histórico”
- Procure e clique em cima da ação
- Consulte a informação e clique em “Transferir” para descarregar o seu certificado
7. Como assinar com o Cartão de Cidadão
- Autenticidade: Garantia da identidade de quem o assinou. As assinaturas digitais são muito mais robustas do que as manuais.
- Integridade: Garantia de que o documento se encontra tal e qual como no momento em que foi assinado.
- Não repúdio: Garantia de que, depois de assinado, o signatário não pode negar que o assinou.
O que precisa para assinar documentos com o Cartão de Cidadão:
- Códigos do Cartão de Cidadão: Uma carta que recebe na sua morada, quando muda de CC e que precisa para o levantar. Esta carta tem, entre outros, o PIN de morada, o PIN de autenticação e o PIN de Assinatura Digital do Cartão de Cidadão. Se perdeu esta folha, por questões de segurança, deve solicitar uma nova (tem um custo de 5€) num dos balcões das várias entidades da Administração Pública e guarda-la num local seguro.
- Assinatura Digital ativa: Usualmente os Cartões de Cidadão não têm a assinatura digital ativada. A ativação da assinatura digital pode ser solicitada num dos balcões das várias entidades da Administração Pública.
- Leitor de Cartões de Cidadão: Este é um dispositivo que se liga por USB a um computador e que pode ser adquidido numa grande superfície ou numa loja de informática (custo aprox. entre 8€ e 15€).
- Sem leitor de Cartões de Cidadão -> Ativar Chave Movel Digital: Se não tem leitor de Cartões de Cidadão ou prefere usar um Smartphone para assinar, deve ter os cuidados de segurança enerentes a este processo (PIN seguro ou autenticação biométrica ativada no smartphone), e solicitar a ativação da Chave Móvel Digital num dos balcões das várias entidades da Administração Pública.
Assinar um documento com leitor de Cartões de Cidadão: (Vídeo explicativo aqui)
- Descarregar e instalar a aplicação Autenticação.gov no computador;
- Ligar o leitor de Cartões de Cidadão a uma das portas USB do computador;
- Abrir a aplicação Autenticação.gov;
- Inserir o Cartão de Cidadão no leitor de cartões;
- Escolher a opção Assinatura;
- Adicionar os documentos (PDF);
- Usar o rato para posicionar a assinatura no local pretendido;
- Escolher a opção Assinar com Cartão de Cidadão;
- Será solicitado o local no computador onde pretende guardar a versão do documento assinada digitalmente (nome a terminará em "_signed").
- Inserir o PIN da assinatura.
Assinar um documento sem leitor de Cartões de Cidadão: (Vídeo explicativo aqui)
- Descarregar e instalar a aplicação Autenticação.gov no computador;
- Abrir a aplicação Autenticação.gov;
- Escolher a opção Assinatura;
- Adicionar os documentos (PDF);
- Usar o rato para posicionar a assinatura no local pretendido;
- Escolher a opção Assinar com Chave Móvel Digital;
- Será solicitado o local no computador onde pretende guardar a versão do documento assinada digitalmente (nome a terminará em "_signed").
- Inserir o número de telemóvel, o PIN da assinatura da Chave Móvel Digital e clicar em Confirmar.
Plano de formação

O Plano de Formação que o CFAE Beira Mar construiu, conjuntamente com as Unidades Orgânicas associadas, correspondendo às respetivas necessidades formativas, encontra-se alinhado com os objetivos e com as medidas de política educativa na área da (re)qualificação dos docentes da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário e outros agentes profissionais do sistema de educação e formação.
O Plano de Formação, que suporta esta candidatura, pretende dar resposta às necessidades de formação dos Agrupamentos/Escolas Associados/as do CFAE Beira Mar que se enquadram nas medidas de política educativa previstas nesta matéria.
O CFAE Beira Mar espera atingir com a operação um universo de 935 formandos, distribuídos por 55 Cursos/Oficinas/AFCDs (87 ações) e uma taxa de conclusão mínima de 80%, no período de Set/2024 a Jul/2026.
O Anúncio de pré-informação e seleção de formador externo pode ser consultado aqui.
TeachXevidence
O CFAE Beira Mar é parceiro no Consórcio, liderado pela Universidade de Barcelona, subordinado ao tema "TeachXevidence - Preventing gender-based violence in schools based on scientific evidence with social impact" (CERV-2022-DAPHNE 101096234)
https://www.instagram.com/teachxevidence/
https://twitter.com/teachxevidence

DIVULGAÇÃO
Mediação escolar e gestão de conflitos: da relação com os alunos à relação com as famílias
Curso
15,0 horas
e-learning
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Nas organizações, e em especial na Escola, importa promover a evolução das individualidades autónomas para sujeitos interdependentes, que se enriqueçam e melhorem o ambiente escolar, num espírito de colaboração, trabalho de equipa e participação nas decisões, assim como na resolução dos problemas. Não ...
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Ref. 3402 Inscrições abertas até 22 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-132155/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 15,0 horas
Início: 26 de Setembro de 2026
Fim: 7 de Novembro de 2026
Regime: e-learning
Local: online
Formador
Joana Marta Simões
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Nas organizações, e em especial na Escola, importa promover a evolução das individualidades autónomas para sujeitos interdependentes, que se enriqueçam e melhorem o ambiente escolar, num espírito de colaboração, trabalho de equipa e participação nas decisões, assim como na resolução dos problemas. Não raras vezes, os problemas de relacionamento resultam da maneira negativa como se lida com o conflito. É importante ter presente que o conflito é natural e pode mesmo ser uma oportunidade de crescimento. Logo, uma cultura de convivência pacífica tem de ter como premissa não a ausência de conflitos mas sim a sua abordagem através do diálogo, da gestão positiva e criativa e da afirmação dos valores de cidadania. A mediação de conflitos em contexto escolar, enquanto modelo de resolução e transformação de conflitos, promove a aprendizagem da cidadania participativa e responsável, propõe uma nova forma de pensar as relações interpessoais, pois visa alcançar a prevenção de comportamentos de incivilidade e de agressão verbal e/ou física. Sendo um instrumento de diálogo e de (re)encontro interpessoal, a mediação de conflitos em contexto escolar é estimuladora da convivência sã, visto que se baseia em regras, técnicas e saberes ao nível da cooperação, da comunicação e da negociação integrativa entre os intervenientes do conflito, auxiliando-os na resolução dos problemas que opõem as partes em conflitos. O ambiente relacional que se vive em contexto escolar é condicionante do papel que todos os intervenientes devem aí desempenhar e, nessa medida, a Escola surge como um espaço privilegiado para se aprender e praticar a mediação.
Objetivos
Introduzir a mediação na escola como um instrumento de diálogo, de encontro interpessoal, de resolução e transformação dos conflitos;Criar competências para a resolução dos conflitos de forma não adversarial em diferentes tipos de relação ( aluno-aluno; aluno-docente; docente- assistente operacional; docente-família); Motivar para a vertente transdisciplinar da aprendizagem da resolução de conflitos; Dotar os professores de um conjunto de conhecimentos e ferramentas, que lhes permita em especial potenciar nos alunos o uso de forma confiante das capacidades pessoais, sociais e mesmo emocionais; Sensibilizar para a importância da autonomia dos alunos na resolução dos seus conflitos;Transmitir noções próprias da mediação de conflitos, que preconizam possíveis alternativas ao castigo e à expulsão, e estratégias de intervenção preventiva de comportamentos de incivilidade, agressão e violência; Informar acerca dos distintos programas de mediação escolar (nacionais e internacionais).
Conteúdos
1. A convivência na escola; 2. O conflito; 3. Paradigmas da resolução de conflitos; 4. Mediação de conflitos na escola; 5. Comunicação aberta e eficaz; 6. Percepções, emoções e Sentimentos; 7. Cooperação e negociação colaborativa; 8. A mediação e a sua implementação na prática diária na escola na esfera relacional global.
Metodologias
As sessões online terão um carácter teórico-prático; sendo essencial que todos os formandos se envolvam nas atividades e dessa oportunidade decorram momentos para exercitar as técnicas da mediação de conflitos, interiorizando os princípios orientadores e as atitudes adequadas. Serão promovidos pequenos grupos de trabalho, em salas de reunião simultâneas, no sentido da partilha de experiências acerca dos conteúdos programáticos trabalhados em grande grupo.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. Os critérios de avaliação a utilizar são: (1) qualidade da participação nas sessões, (2) qualidade das tarefas/ trabalhos individuais e de grupo realizados nas sessões e (3) a qualidade da Reflexão individual final. Para cada critério de avaliação é definida uma escala qualitativa de 5 níveis e uma escala quantitativa, afeta a esses níveis expressa na escala de 1 a 10 valores.
Bibliografia
García, D.; Pérez, L. & Pérez, J. (2007). Aprende a resolver conflictos. Programa para mejorar la convivencia escolar. Madrid: CEPE.Gaspar, J. (2007). Mediação de conflitos no Gabinete de Apoio ao Aluno de uma escola básica do 2º e 3º ciclo: um estudo de investigação-acção. Dissertação de Mestrado. Lisboa: Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação.Jares, X. (2006). Pedagogía de la convivencia. Barcelona: Graó.Jares, X. R. (2002). Educação e conflito Guia de educação para a convivência. Porto: Edições ASA.Pinto da Costa, E.; Seijo, T. & Martins, A. (2015). O projeto de mediação de conflitos como dispositivo de melhoria de Escola. In J. Machado (coord.). Educação, Território e Desenvolvimento Humano. Atas do I Seminário Internacional, Vol. II. Porto: Universidade Católica do Porto. 334-345.
Observações
Critérios de seleção: 1.º Data da próxima subida de escalão do(a) docente; 2.º Docente de Unidade Orgânica associada do CFAE Beira Mar; 3.º Ordem de inscrição; 4.º Docente de Unidade Orgânica não associada do CFAE Beira Mar. Nas sessões online, é obrigatório manter o microfone e a câmara ligados, sempre que solicitado pelo formador.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 26-09-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Online síncrona |
| 2 | 10-10-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Online síncrona |
| 3 | 24-10-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Online síncrona |
| 4 | 07-11-2026 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Biblioteca escolar: leitura, escrita e aprendizagem
Curso
15,0 horas
Presencial
Educadores de Infância e Professores do grupo de recutamento 110
A Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) tem assumido um papel determinante na promoção da leitura e na democratização do acesso à informação e ao conhecimento, afirmando-se como uma estrutura essencial para a concretização da equidade, um princípio central da escola pública.
Neste contexto, a criação e a ...
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Ref. 4541 Inscrições abertas até 22 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-140686/26
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 15,0 horas
Início: 26 de Setembro de 2026
Fim: 10 de Outubro de 2026
Regime: Presencial
Local: Escola Sec Dr Joaquim de Carvalho, Figueira da Foz
Formador
Rui Marques de Abreu
Destinatários
Educadores de Infância e Professores do grupo de recutamento 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores do grupo de recutamento 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores do grupo de recutamento 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) tem assumido um papel determinante na promoção da leitura e na democratização do acesso à informação e ao conhecimento, afirmando-se como uma estrutura essencial para a concretização da equidade, um princípio central da escola pública. Neste contexto, a criação e a dinamização de bibliotecas escolares desde o pré-escolar, com especial enfoque no 1.º ciclo do ensino básico, revestem-se de particular importância. É nesse período que se iniciam as competências de literacia e se consolidam práticas de leitura que podem marcar todo o percurso escolar. É neste enquadramento que se justifica a realização desta ação de formação, centrada na apropriação da biblioteca escolar como recurso educativo essencial. Pretende-se que os educadores e professores reconheçam o seu potencial enquanto espaço de aprendizagem ativa, onde se promovem práticas intencionais, sistemáticas e colaborativas que favorecem aprendizagens significativas, diversificadas e inclusivas. Este percurso formativo tem como objetivo potenciar o uso pedagógico da biblioteca escolar e maximizar o seu contributo para o desenvolvimento da leitura, da escrita e da literacia da informação, desde os primeiros anos de escolaridade.
Objetivos
1. Refletir sobre o papel da biblioteca escolar no contexto educativo e a sua integração nas práticas pedagógicas. 2. Explorar estratégias e atividades a desenvolver na e com a biblioteca escolar. 3. Conceber propostas pedagógicas promotoras de competências de leitura, escrita e pesquisa, utilizando os recursos da biblioteca escolar.
Conteúdos
Sessão 1 (3 h) A biblioteca ao serviço do ensino e da aprendizagem - A biblioteca escolar como espaço de aprendizagem. - Desenvolvimento de competências de leitura, de escrita e de oralidade. - Articulação com o professor bibliotecário e formas de colaboração. - Serviço de biblioteca: potencialidades. - Uso da biblioteca escolar. - Diversas formas de utilização do espaço e dos recursos no quotidiano letivo. - O Roteiro para uso da biblioteca escolar: um recurso orientador para a planificação e dinamização de atividades. Sessão 2 (3 h) A leitura para além da sala de aula - Empréstimo domiciliário. - Incremento do acesso equitativo aos livros e à leitura. - Estratégias para envolver as famílias e promover a leitura em casa. - Leitura recreativa. - A leitura por prazer como prática regular. - Estratégias para incentivar a leitura por prazer. Sessão 3 (3 h) Leitura e escrita - Leitura e escrita. - Jogos e dinâmicas para desenvolver competências linguísticas. - Exemplos práticos adaptados ao Pré-Escolar e 1.º ciclo. Sessão 4 (3 h) Leitura orientada - Leitura orientada. - Importância para o desenvolvimento da competência leitora. - Exemplos práticos da articulação entre a biblioteca escolar e a sala de aula. Sessão 5 (3 h) Leitura e currículo - A importância da leitura informativa - O ensino do Estudo do Meio com a biblioteca. - Exemplos práticos. - Encerramento e avaliação da formação - Reflexões e ideias sobre a aplicação dos conteúdos nas práticas pedagógicas. - Avaliação da formação.
Metodologias
Este curso tem a duração de 15 horas presenciais, repartidas por 5 sessões. Em cada sessão há momentos com um caráter sobretudo expositivo, complementados com variados exercícios práticos, apoiados na exploração, individual ou em grupo, do Roteiro para uso da biblioteca escolar e outros recursos adequados. Nos momentos de trabalho individual e em grupo, promover-se-á a reflexão crítica e a discussão, assim como a realização de propostas integradoras de carácter prático, com ligação aos contextos de cada escola/agrupamento e às experiências dos formandos no contexto do seu trabalho.
Avaliação
Avaliação contínua. Participação dos formandos nas atividades a desenvolver ao longo das sessões. Avaliação dos trabalhos produzidos pelos formandos individualmente ou em grupo. Relatórios individuais dos formandos. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final elaborado pelos formandos, e os critérios definidos pela DGE.
Bibliografia
PORTUGAL. Ministério da Educação e Ciência. Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares. (2021). Programa Rede de Bibliotecas Escolares. Bibliotecas Escolares: Presentes para o futuro. Disponível em https://rbe.mec.pt/np4/file/890/qe__21.27.pdfPORTUGAL. Ministério da Educação e Ciência. Gabinete da Rede Bibliotecas Escolares. Roteiro para o uso da biblioteca escolar. Disponível em https://www.rbe.mec.pt/np4/file/601/roteiro_be.pdfPORTUGAL. Ministério da Educação e Ciência. Gabinete da Rede Bibliotecas Escolares. Portal RBE: Aprender com a biblioteca escolar. Disponível em https://www.rbe.mec.pt/np4/%7B$clientServletPath%7D/?newsId=99&fileName=referencial_2017.pdf
Observações
Critérios de seleção: 1.º Data da próxima subida de escalão do(a) docente; 2.º Docente de Unidade Orgânica associada do CFAE Beira Mar; 3.º Ordem de inscrição; 4.º Docente de Unidade Orgânica não associada do CFAE Beira Mar. Nas sessões online, é obrigatório manter o microfone e a câmara ligados, sempre que solicitado pelo formador.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 26-09-2026 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 30-09-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 03-10-2026 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 07-10-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 10-10-2026 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
A utilização de ferramentas digitais no ensino da Orientação na Educação Física
Curso
25,0 horas
b-learning
Professores dos Grupos 260 e 620
A Orientação surge no currículo da Educação Física em todos os anos de escolaridade do ensino básico e secundário, enquanto matéria da subárea Atividades de Exploração da Natureza. A sua contribuição para as finalidades expressas para esta disciplina e para o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade ...
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Ref. 4411 Inscrições abertas até 22 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138860/26
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 26 de Setembro de 2026
Fim: 21 de Novembro de 2026
Regime: b-learning
Local: Escola Sec Dr Joaquim de Carvalho, Figueira da Foz e online
Formador
Henrique Miguel Pereira de Melo da Cruz Nunes
Destinatários
Professores dos Grupos 260 e 620
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar
Enquadramento
A Orientação surge no currículo da Educação Física em todos os anos de escolaridade do ensino básico e secundário, enquanto matéria da subárea Atividades de Exploração da Natureza. A sua contribuição para as finalidades expressas para esta disciplina e para o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, nomeadamente para as áreas de Competências (A) Linguagens e Textos, (E) Relacionamento Interpessoal, (F) Desenvolvimento Pessoal e Autonomia, (G) Bem-Estar, Saúde e Ambiente e (J) Consciência e Domínio do Corpo, é essencial e insubstituível. O facto de o ensino da Orientação estar, por um lado, associado a elevada complexidade organizativa e logística e, por outro lado, ser uma área na qual muitos professores não tiveram formação - inicial ou contínua - tem sido um fator condicionante para a sua abordagem nas aulas da disciplina. Existem ferramentas e recursos digitais especificamente criados para a Orientação que facilitam a ação dos professores e promovem a autonomia dos alunos no desenvolvimento das suas aprendizagens e, com esta formação, em regime de curso, pretende-se concorrer para capacitar os professores de Educação Física com conhecimentos técnicos e pedagógicos que lhes permitam, especificamente no âmbito da Orientação, organizar e operacionalizar estratégias capazes de contribuir de forma eficaz para o desenvolvimento do currículo e para potenciar as aprendizagens dos alunos nesta matéria.
Objetivos
Identificar, analisar e operacionalizar as competências previstas nos níveis Introdução e Elementar da matéria de Orientação. Analisar pontos determinantes das aprendizagens dos alunos e propor soluções de ensino fundamentadas. Conhecer os princípios para o traçado de percursos. Capacitar os formandos para utilizar novas tecnologias no ensino da modalidade, permitindo organizar e dinamizar as suas aulas, com recurso a aplicações móveis.
Conteúdos
Apresentação e análise das competências da modalidade. (3 horas) Características fundamentais de estratégias de ensino para aquisição das técnicas base da modalidade. (3 horas) Apresentação e análise das ferramentas digitais a explorar (Purple-Pen, Google Earth, NaviTabi e IOrienteering). (10 horas) Georreferenciação de um mapa de Orientação. (1 hora) Princípios para o traçado de percursos simples de Orientação e instalação de percursos permanentes no recinto escolar. (2 horas) Planeamento de atividades de Orientação com recurso a ferramentas digitais. (6 horas)
Metodologias
P Avaliação diagnóstica para identificação dos conhecimentos dos formandos relativamente à modalidade e às ferramentas digitais a explorar (Questionário) Exposição teórico-prática das competências dos níveis Introdução e Elementar da Orientação. (Apresentação multimédia e trabalho em grupo) Construção de estratégias de ensino para aprendizagem da simbologia básica dos mapas de Orientação, da orientação do mapa segundo os pontos cardeais e/ou pontos de referência e da identificação da localização no mapa e no terreno. (Trabalho de grupo e descoberta guiada) Apresentação e Avaliação das propostas de estratégias de ensino Exploração dos princípios para o traçado de percursos simples de Orientação. (Apresentação multimédia) Exploração das ferramentas digitais a utilizar: (Apresentação multimédia e descoberta guiada) Google Earth.georreferenciação de um mapa; Purple Pen.produção de mapas; IOrienteering.planeamento de atividades;NaviTabi.planeamento de atividades TA Planeamento de uma atividade de ensino com recurso a uma das ferramentas digitais abordadas (Trabalho individual nas sessões online)
Avaliação
Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. Trabalho de grupo - Construção de uma solução de ensino; trabalho individual - Planeamento de uma atividade de ensino com recurso a uma das ferramentas digitais abordadas e reflexão crítica individual - uma avaliação do trabalho que desenvolveu ao longo da formação e enquadra e justifica sugestões de reforço e/ou de consolidação das capacidades que desenvolveu durante a formação, a partir das e nas sessões presenciais, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados nas escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC 3/2007 Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores Insuficiente; - 5 a 6,4 valores Regular; - 6,5 a 7,9 valores Bom; - 8 a 8,9 valores Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.
Bibliografia
DIREÇÃO‑GERAL DA EDUCAÇÃO Aprendizagens Essenciais: Educação Física 6.º ano | 2.º ciclo do Ensino Básico [Em linha]. Lisboa: Direção‑Geral da Educação, Jul. 2018. Disponível em: https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Aprendizagens_Essenciais/2_ciclo/6_educacao_fisica.pdf (consultado em: 27 jan. 2026).DIREÇÃO‑GERAL DA EDUCAÇÃO Aprendizagens Essenciais: Educação Física 10.º ano | Ensino Secundário [Em linha]. Lisboa: Direção‑Geral da Educação, Ago. 2018. Disponível em: https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Aprendizagens_Essenciais/10_educacao_fisica.pdf (consultado em: 27 jan. 2026)AIRES, António; QUINTA-NOVA, Luís; SANTOS, Luís; PIRES, Natália; COSTA, Raquel; FERREIRA, Rui Orientação: desporto com pés e cabeça. 2.ª ed. Mafra: Federação Portuguesa de Orientação, 2011.RODRIGUES, Emanuel Alte; FERREIRA, Hélder Silva Caderno Didáctico nº 2: Percursos de Orientação para crianças. Recomendações. Percursos balizados; Percursos H/D10 e H/D12; Percursos para grupos de formação [Em linha]. Marinha Grande: Federação Portuguesa de Orientação, 2009/2010. Disponível em: https://www.fpo.pt/ficheiros/Apoio_Didatico/cadernodidacticondois.pdf (consultado em: 27 jan. 2026).RODRIGUES, Emanuel Alte; FERREIRA, Hélder Silva Caderno Didáctico nº 3: Iniciação à Orientação na Escola em mapas simples: condições de prática, material didáctico, tipos de percursos [Em linha]. Marinha‑Grande: Federação Portuguesa de Orientação, Março 2010. Disponível em: https://fpo.pt/ficheiros/Apoio_Didatico/cadernodidacticontres.pdf (consultado em: 27 jan. 2026).
Observações
Critérios de seleção: 1.º Data da próxima subida de escalão do(a) docente; 2.º Docente de Unidade Orgânica associada do CFAE Beira Mar; 3.º Ordem de inscrição; 4.º Docente de Unidade Orgânica não associada do CFAE Beira Mar. Nas sessões online, é obrigatório manter o microfone e a câmara ligados, sempre que solicitado pelo formador.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 26-09-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 30-09-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 20:00 | 1:30 | Online síncrona |
| 3 | 10-10-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 14-10-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 20:00 | 1:30 | Online síncrona |
| 5 | 24-10-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 07-11-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 7 | 11-11-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 8 | 21-11-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
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Laboratórios de Educação Digital: cenários de aprendizagem ativa
Oficina
50,0 horas
b-learning
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Os Laboratórios de Educação Digital (LED) são espaços de suporte à aprendizagem, enriquecidos com recursos e equipamentos tecnológicos, para serem utilizados no contexto de todas as disciplinas do currículo, para o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das áreas de competências do Perfil dos ...
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Ref. 3083 Inscrições abertas até 22 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-126869/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 26 de Setembro de 2026
Fim: 28 de Novembro de 2026
Regime: b-learning
Local: Escola Sec Dr Joaquim de Carvalho, Figueira da Foz e online
Formador
Luís Miguel Carvalheiro Correia
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Os Laboratórios de Educação Digital (LED) são espaços de suporte à aprendizagem, enriquecidos com recursos e equipamentos tecnológicos, para serem utilizados no contexto de todas as disciplinas do currículo, para o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das áreas de competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Com os recursos e equipamentos LED, os alunos podem potenciar as suas experiências de aprendizagem, ao realizarem atividades práticas e criativas, tais como: pesquisar e organizar informação, modelar, manipular variáveis, realizar experiências, analisar resultados, criar artefactos e soluções, criar histórias, desenvolver projetos, entre outras. Está prevista a instalação, no total, de 1300 LED nos estabelecimentos de ensino com 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e com ensino secundário, medida integrada na Componente C20 do Plano de Recuperação e Resiliência, no âmbito da Transição digital na Educação. De salientar que os LED assumem o formato de laboratórios multifacetados, direcionados para o desenvolvimento das áreas da Programação e Robótica, Artes e Multimédia e STEM (https://led.dge.medu.pt/). Neste contexto, a Direção-Geral da Educação considerou importante o desenvolvimento desta formação, que apresenta e explora exemplos práticos para serem aplicados na sala de aula, utilizando componentes e equipamentos tecnológicos fornecidos pelos LED, com o objetivo de apoiar as escolas na integração pedagógica destas tecnologias.
Objetivos
Conhecer os propósitos pedagógicos dos Laboratórios de Educação Digital (LED); Explorar cenários de aprendizagem LED, para o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das áreas de competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória; Experimentar atividades com recurso a componentes e equipamentos tecnológicos disponibilizados nos Kits LED; Implementar atividades de aprendizagem ativa com recurso aos LED, numa abordagem disciplinar e/ou interdisciplinar. Criar um cenário de aprendizagem ativa com recurso aos LED, numa abordagem disciplinar e/ou interdisciplinar. Refletir sobre a aplicação destas práticas em contexto escolar e analisar as suas potencialidades em função das aprendizagens realizadas pelos alunos.
Conteúdos
Os conteúdos da ação de formação encontram-se organizados da seguinte forma: Módulo 0: Apresentação (2 horas: 2P) Apresentação dos formandos e formadores. Apresentação da formação. Introdução aos Laboratórios de Educação Digital. Conhecer o modelo de cenário de aprendizagem. Iniciar um mural de partilha das atividades da formação. Módulo 1: Aprender com recurso à impressão 3D (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização da impressão 3D. Explorar a criação de objetos 3D, configuração da impressão e parametrização de objetos a imprimir. Realizar atividades práticas com recurso à impressão 3D, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à impressão 3D. Módulo 2: Comunicar com Artes e Multimédia (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização de equipamento Multimédia. Explorar a utilização do teleponto e do Chroma Key. Explorar funções básicas de um editor de vídeo, como recorte, inclusão de filtros, texto, áudio e legendas. Realizar atividades práticas com a utilização de equipamento Multimédia, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização de equipamento Multimédia. Módulo 3: Investigar com o micro:bit (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização de placas micro:bit. Explorar a programação das placas micro:bit, a partir do simulador, abordando desde projetos simples (como a exibição de mensagens ou animações) a projetos com uso de sensores. Realizar atividades práticas com a utilização de placas micro:bit, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização de placas micro:bit. Módulo 4: Explorar e programar com robôs (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso a robôs. Explorar conceitos básicos de programação de robôs, incluindo movimentos simples e o uso de sensores e motores. Realizar atividades práticas com a utilização de robôs, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização da robótica. Módulo 5: Atividades STEM na sala de aula (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso ao equipamento STEM. Explorar componentes do kit de ciências sobre energias renováveis. Realizar atividades práticas para a utilização de equipamento STEM, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso ao equipamento STEM. Módulo 6: Apresentação e reflexão sobre a implementação (3 horas: 3P) Autoavaliação e autorreflexão sobre o processo de implementação desenvolvido. Apresentação e reflexão crítica sobre a experiência realizada e resultados obtidos. Reflexão final sobre a ação de formação.
Avaliação
O regime de avaliação adotado será contínuo, abrangendo a avaliação do trabalho presencial e do trabalho autónomo em sala de aula, considerando as atividades realizadas com os alunos em sala de aula ou noutros contextos escolares. No final da Oficina de Formação, os formandos serão também avaliados pela apresentação final do trabalho realizado e pelo relatório individual. Os formandos serão avaliados utilizando a tabela de 1 a 10 valores, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos pela DGE e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua.
Bibliografia
Attewell, Jill (2020). Makerspaces in schools. Practical guidelines for school leaders and teachers. e50edfbf-b30d-49a2-a066-da2991cfb921 (eun.org)Attewell, Jill (2019). Building Learning Labs and Innovative Learning Spaces: Practical guidelines for school leaders and teachers. https://fcl.eun.org/documents/10180/4589040/FCL_guidelines_2019_DEF.pdfBannister, D. (2017). Guidelines on exploring and adapting learning spaces in schools, Practical guidelines for school leaders and teachers. European Schoolnet. Belgium. https://files.eun.org/fcl/Learning_spaces_guidelines_Final.pdfCarravetta, L. (2015). Do microensino à vídeo-aula na era digital. file:///C:/Users/apaul/Downloads/admin,+Carravetta+OK+Fechada.pdfEuropean Schoolnet (2019). The STE(A)M IT Framework: European integrated Stem teaching framework. https://files.eun.org/STEAMIT/STE(A)M-IT-Framework-Digital.pdf
Observações
Critérios de seleção: 1.º Data da próxima subida de escalão do(a) docente; 2.º Docente de Unidade Orgânica associada do CFAE Beira Mar; 3.º Ordem de inscrição; 4.º Docente de Unidade Orgânica não associada do CFAE Beira Mar. Nas sessões online, é obrigatório manter o microfone e a câmara ligados, sempre que solicitado pelo formador.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 26-09-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 06-10-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 17-10-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 24-10-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 07-11-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Online síncrona |
| 6 | 14-11-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 7 | 28-11-2026 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Arte, imagem e texto na transição digital
Curso
25,0 horas
e-learning
Professores dos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário
Perante a constante necessidade de aquisição, digitalização, preparação, modificação, manuseamento e composição de imagens para fins pedagógicos e administrativos, seja na preparação e apresentação de slides, de documentos didáticos para sala de aula, de documentação necessária em contexto administrativo, ...
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Ref. 4192 Inscrições abertas até 22 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-133158/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 28 de Setembro de 2026
Fim: 30 de Novembro de 2026
Regime: e-learning
Local: online
Formador
Nuno Freire de Novais da Fonseca
Destinatários
Professores dos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Perante a constante necessidade de aquisição, digitalização, preparação, modificação, manuseamento e composição de imagens para fins pedagógicos e administrativos, seja na preparação e apresentação de slides, de documentos didáticos para sala de aula, de documentação necessária em contexto administrativo, ou mesmo em contexto formativo, foram desenvolvidos múltiplos recursos pedagógicos de aplicação acessível e versátil. Percorrer-se-á um conjunto de atividade que permitirá aos formandos o conhecimento efetivo do ficheiro de imagem digital, modos de o adquirir, a capacidade de alterar formatos (consoante os requisitos), as dimensões, a resolução, a melhoria visual dos conteúdos, de os incluir e empregar em recursos pedagógicos. Percorrer-se-á um conjunto de autores contemporâneos e a sua produção artística, analisando obras de maior relevo como referência a métodos úteis ao processo criativo.
Objetivos
1 Aquisição de conhecimentos de obtenção, utilização, transformação e aplicação de imagens em conteúdos pedagógicos. 2 Aquisição de competências de composição de imagem com ferramentas digitais. 3 Aquisição de competências necessárias à adequada utilização, criação e aplicação das imagens em contexto pedagógico
Conteúdos
1 Formatos, dimensão e resolução de imagens digitais. 2 O leque de aplicações digitais de criação e manipulação de imagem disponíveis no mercado (pagas ou de utilização gratuita). 3 Processos de digitalização e aquisição de imagens. 4 Métodos e sistemas de transferência e armazenamento de ficheiros entre dispositivos. 5 Técnicas de conversão de formatos, redimensionamento e alteração de resolução de imagens digitais. 6 Metodologias de criação e composição de imagem. 7 Técnicas de manipulação (transformação, melhoramento, correção) de imagem em suporte digital. 8 Princípios de adequação e uso da imagem em diferentes recursos pedagógicos (impressos e em ecrã).
Metodologias
Apresentação e discussão de conceitos; Exercícios práticos contextualizados com as práticas quotidianas; Simulações; Trabalhos de grupo/práticas colaborativas; Dinâmicas criativas de trabalho com recurso a referentes artísticos e culturais.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final elaborado pelos formandos. Assim, a avaliação dos formandos terá incidência: (1) Na participação e no trabalho contínuo realizado ao longo das sessões presenciais; (2) Na componente de trabalho individual, tendo em conta a qualidade dos projetos e materiais produzidos e apresentados em plenário. . A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e os trabalhos elaborados e apresentados pelos formandos.
Bibliografia
Rudolf Arnheim, 1980. Arte e Percepção Visual Uma Psicologia da Visão Criadora. Ed. Pioneira, S. Paulo.Denis A. Dondis, 1976. La sintaxis de la Imagen Introduccion al alfabeto visual. Editorial Gustavo Gili SA, BarcelonaRichard Hollis, 2010. Design Gráfico - Uma história concisa. Ed. WFM Martins Fontes.Christiane Paul, 2003. Digital Art. Thames & Hudson, wold of art. LondresRon Brinkman, 2008. The art and Science of Digital Compositing. Ed. Morgan Kaufman, Berlington.
Observações
Critérios de seleção: 1.º Data da próxima subida de escalão do(a) docente; 2.º Docente de Unidade Orgânica associada do CFAE Beira Mar; 3.º Ordem de inscrição; 4.º Docente de Unidade Orgânica não associada do CFAE Beira Mar. Nas sessões online, é obrigatório manter o microfone e a câmara ligados, sempre que solicitado pelo formador.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 28-09-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 2 | 12-10-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Online assíncrona |
| 3 | 12-10-2026 (Segunda-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 4 | 19-10-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Online assíncrona |
| 5 | 19-10-2026 (Segunda-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 6 | 26-10-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Online assíncrona |
| 7 | 26-10-2026 (Segunda-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 8 | 02-11-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 9 | 09-11-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Online assíncrona |
| 10 | 09-11-2026 (Segunda-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 11 | 16-11-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Online assíncrona |
| 12 | 16-11-2026 (Segunda-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 13 | 23-11-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Online assíncrona |
| 14 | 23-11-2026 (Segunda-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 15 | 30-11-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Cibersegurança e ambientes saudáveis na escola
Curso
25,0 horas
b-learning
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores do Ensino Especial
As escolas enfrentam riscos digitais crescentes (spam, phishing, roubo de credenciais, uso indevido das plataformas, e outras ameaças) e lacunas na proteção de dados e na promoção do bem-estar digital nas escolas.
Por outro lado, a utilização da Internet deve promover a diversidade e a tolerância, ...
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Ref. 4531 Inscrições abertas até 22 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-137512/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 29 de Setembro de 2026
Fim: 28 de Novembro de 2026
Regime: b-learning
Local: online
Formador
Ilídio José de Almeida Simões
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores do Ensino Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores do Ensino Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
As escolas enfrentam riscos digitais crescentes (spam, phishing, roubo de credenciais, uso indevido das plataformas, e outras ameaças) e lacunas na proteção de dados e na promoção do bem-estar digital nas escolas. Por outro lado, a utilização da Internet deve promover a diversidade e a tolerância, através de uma postura firme de combate à desinformação, à intolerância, ao discurso de ódio e ao ciberbullying. A falta de formação prática e atualizada do corpo docente atrasa a implementação de medidas de prevenção/erradicação destes problemas, pelo que urge configurar e utilizar plataformas digitais e educacionais de forma segura, as quais respondam a incidentes causados, principalmente, por uma má utilização das redes sociais. Assim, é urgente capacitar os docentes de competências no uso de ferramentas digitais para modificar o ambiente e a modalidade de ensino, sendo igualmente pertinente dotar os alunos do uso responsável de tecnologias para fins didáticos e não só para fins lúdicos, logo nos primeiros anos de ensino e aprendizagem. Esta formação será dirigida ao primeiro dos grupos referidos, o dos docentes das escolas.
Objetivos
Fornecer competências práticas para identificar e mitigar ameaças digitais comuns no contexto escolar (Spam, phishing, credenciais comprometidas, dispositivos inseguros). Tornar os docentes capazes de aplicar princípios básicos de proteção de dados (minimização, consentimento, configuração segura de plataformas) no trabalho diário. Promover estratégias pedagógicas para prevenir e intervir em situações de ciberbullying e para fomentar um ambiente digital saudável entre alunos. Promover o bem-estar digital nas escolas, conhecer os riscos, os limites no tempo de utilização do ecrã e as alterações do bem-estar dos alunos. Integrar rotinas e recursos digitais seguros nos planos de aula mantendo responsabilidade ética e jurídica. Produzir instrumentos operacionais aplicáveis na escola: checklist de segurança, protocolo de resposta a incidentes e plano de intervenção educativa, que sejam implementados e replicáveis na escola.
Conteúdos
I. Conceitos essenciais de cibersegurança e princípios básicos de segurança da informação. II. RGPD - Proteção de dados em contexto escolar. III. A cibersegurança ameaças, técnicas de defesa e boas práticas. A cibersegurança na Escola, políticas seguras na escola e orientações/indicações de segurança na Internet. IV. Iniciativas promotoras da Proteção de Dados e de práticas de segurança nas Escolas. Iniciativas promotoras da Proteção de Dados e de práticas de segurança nas Escolas (conceção de projeto). V. Ambientes digitais saudáveis na escola: como promover o bem-estar digital nas Escolas e os serviços de apoio na promoção do bem-estar de crianças e jovens. Roteiros de boas práticas. Análise de Roteiros de boas práticas. VI. Análise de projetos existentes no âmbito da cibersegurança e de proteção de dados em contexto escolar. Desenvolvimento de projetos de cibersegurança, de proteção de dados na escola e de ambientes digitais saudáveis na escola. VII. Conceção de projetos adequados à realidade da comunidade educativa de cada formando. VIII. Avaliação e reflexão.
Metodologias
S 1 4h p I. Conceitos essenciais de cibersegurança e princípios básicos de segurança da informação II. RGPD - Proteção de dados em contexto escolar S 2 3h o s III. A cibersegurança ameaças, técnicas de defesa e boas práticas A cibersegurança na Escola, políticas seguras na escola e orientações/indicações de segurança na Internet S 3 3h o s IV. Iniciativas promotoras da Proteção de Dados e de práticas de segurança nas Escolas S 4 2h o a Iniciativas promotoras da Proteção de Dados e de práticas de segurança nas Escolas (conceção de projeto) S 5 3h o s V. Ambientes digitais saudáveis na escola: como promover o bem-estar digital nas Escolas e os serviços de apoio na promoção do bem-estar de crianças e jovens. Roteiros de boas práticas S 6 2h o a Análise de Roteiros de boas práticas S 7 2h o s VI. Análise de projetos existentes no âmbito da cibersegurança e de proteção de dados em contexto escolar Desenvolvimento de projetos de cibersegurança, de proteção de dados na escola e de ambientes digitais saudáveis na escola S 8 2h o a VII. Conceção de projetos adequados à realidade da comunidade educativa de cada formando S 9 4h p VIII. Avaliação e reflexão
Avaliação
Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. Trabalhos práticos e reflexões efectuadas, a partir das e nas sessões presenciais, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados na escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC 3/2007 setembro 2007, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores Insuficiente; 5 a 6,4 valores Regular; 6,5 a 7,9 valores Bom; 8 a 8,9 valores Muito Bom; 9 a 10 valores Excelente.
Bibliografia
Centro Nacional de Cibersegurança. Disponível em: https://www.cncs.gov.ptComissão Nacional de Proteção de Dados. Disponível em: https://www.cnpd.ptSeguraNet Navegar em Segurança. Disponível em: http://www.seguranet.ptRede europeia de Centros Internet Segura Insafe. Disponível em: https://digital-strategy.ec.europa.eu/pt/policies/safer-internet-centresDireção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência. Disponível em: https://www.dge.mec.pt/noticias/encontro-da-rede-europeia-dos-centros-internet-segura
Observações
Critérios de seleção: 1.º Data da próxima subida de escalão do(a) docente; 2.º Docente de Unidade Orgânica associada do CFAE Beira Mar; 3.º Ordem de inscrição; 4.º Docente de Unidade Orgânica não associada do CFAE Beira Mar. Nas sessões online, é obrigatório manter o microfone e a câmara ligados, sempre que solicitado pelo formador.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 29-09-2026 (Terça-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 13-10-2026 (Terça-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 27-10-2026 (Terça-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 30-10-2026 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 5 | 03-11-2026 (Terça-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 06-11-2026 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 7 | 10-11-2026 (Terça-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 17-11-2026 (Terça-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 9 | 28-11-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Intervenção em Estimulação Multissensorial e Snoezelen - Iniciantes
Curso
25,0 horas
b-learning
Professores dos Grupos 910, 920, 930
As mudanças da nossa sociedade também se traduziram em mudanças do sistema educativo, que suportados em leis preconizam a inclusão. A adoção do ensino inclusivo sugere o uso de estratégias instrutivas e recursos escolares alternativos para proporcionar experiências de aprendizagem que se adequem às ...
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Ref. 4281 Inscrições abertas até 22 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-139439/26
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 2 de Outubro de 2026
Fim: 4 de Dezembro de 2026
Regime: b-learning
Local: Escola Sec Dr Joaquim de Carvalho, Figueira da Foz e online
Formador
Sylvie Cherondo
Destinatários
Professores dos Grupos 910, 920, 930
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 910, 920, 930. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 910, 920, 930.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
As mudanças da nossa sociedade também se traduziram em mudanças do sistema educativo, que suportados em leis preconizam a inclusão. A adoção do ensino inclusivo sugere o uso de estratégias instrutivas e recursos escolares alternativos para proporcionar experiências de aprendizagem que se adequem às diferentes necessidades individuais de todos os alunos, incluindo os alunos com NEE de carater permanente. A inclusão de crianças com Necessidades Educativas especiais pressupõe para além da atitude positiva e inclusiva uma oferta de alternativas nos processos de aprendizagem e de novas estratégias para o desenvolvimento holístico da criança/jovem. O conceito de estimulação multissensorial/Snoezelen é muito para além de um espaço físico sofisticado, agradável e seguro. O acompanhamento Snoezelen segue uma metodologia que potencia as aquisições, aprendizagens da criança/jovem qualquer que seja seu o nível de competências ou comprometimentos. Com mais de 500 artigos científicos publicados as pesquisas mostram que os alunos que usufruem de um acompanhamento Snoezelen exibem aumento das competências de atenção, motivação e comunicação, e diminuição de comportamentos agressivos ou disruptivos, entre outros. Estes alunos também se tornam mais ativos na comunidade evidenciando um maior bem-estar que potencializam o seu desenvolvimento psicossocial. Esta ação de formação procura sensibilizar os docentes para este conceito que os poderá ajudar a definir novas atitudes e estratégias para lidar com as diferenças significativas dos seus alunos.
Objetivos
Promover a aquisição de conhecimentos básicos sobre a estimulação multissensorial num ambiente Snoezelen, noutros ambientes e no quotidiano. Conhecer o conceito de Estimulação Multissensorial de forma global; Conhecer o conceito Snoezelen e a sua metodologia de trabalho; Compreender e analisar respostas da criança/jovem num ambiente Snoezelen: comportamentos, atitudes, aprendizagens em alunos com várias tipologias; Fazer a gestão correta dos recursos e funcionamento prático de um espaço Snoezelen; Adquirir conhecimentos para planificar uma intervenção adequada, em sala Snoezelen e/ou noutros ambientes multissensoriais. Snoezelen 24 horas. Monitorizar e avaliar os efeitos da intervenção Snoezelen/Estimulação multissensorial.
Conteúdos
Introdução à estimulação multissensorial Snoezelen Origem do Snoezelen / histórico e evolução Filosofia / conceito/terapia Snoezelen? Estimulação multissensorial (sete sentidos) Bases neurológicas da Estimulação Multissensorial / Sentidos e integração sensorial; A abordagem Snoezelen em diversas áreas de intervenção / campos de aplicação e evidências científicas 4. Intervenção e Metodologia do acompanhamento Snoezelen Perfil sensorial: teoria e prática Programação, monitorização e avaliação de sessões Snoezelen Equipamentos e materiais Estimulação Multissensorial Snoezelen ou dos espaços. Teoria e prática Vivências de experiências em sala Snoezelen; Avaliação e desafios do Snoezelen.
Metodologias
A metodologia integra técnicas e métodos pedagógicos diversificados privilegiando a componente prática como forma de facilitar a aquisição de saberes pelos formandos. A opção far-se-á por metodologias expositivas, interrogativas, de simulações, de dinâmica de grupo, entre outras. As sessões on-line terão a duração de 2h30 ou 2 horas num total de 6 sessões, perfazendo um total de 14 horas, que se organizam para a problematização dos pressupostos científicos e pedagógicos dos procedimentos com realce para a sua aplicação no sentido de atingir os objetivos definidos pelo profissional. As sessões presenciais terão a duração de 6 horas, ou seja duas sessões de 3 horas cada, para experimentação dos equipamentos e materiais disponíveis, assim como experienciar vivências no ambiente multissensirorial/ Snozelen, e também praticar o acompanhamento dos utentes do espaço. As sessões on-line assíncronas, de trabalho individual correspondem ao desenvolvimento prático pelos formandos de materiais didáticos, planos de sessão, estratégias e monotorização para implementação de um plano de intervenção com alunos.
Avaliação
A avaliação dos formandos será formalizada numa escala de 1 a 10 de acordo com as cartas circulares 3/2007 e 1/2008 do CCPFC. Os critérios sobre os quais irá incidir a avaliação contínua têm por base os seguintes parâmetros: - 15% - Assiduidade; pontualidade; participação e empenho nas tarefas/práticas propostas; - 70% - Trabalho final individual: planificação de um plano de acompanhamento de um ou mais alunos. Aplicação em contexto educativo incluindo monitorização e avaliação das sessões/atividades; -15% - Relatório de reflexão crítica final. Excelente: de 9 a 10 valores; Muito Bom : de 8 a 8,9 valores; Bom : de 6,5 a 7,9 valores; Regular :de 5 a 6,4 valores; Insuficiente:de 1 a 4,9 valores.
Bibliografia
Ayres, A. J. (1972a). Types of sensory integrative dysfunction among disabled learners. American Journal of Occupational Therapy.Bogdashina, O. (2007). Percepción Sensorial en el Autismo y Sindrome de Asperger- Experiencias sensoriales diferentes, mundos perceptivos diferentes. Autismo Ávila, Ávila.Chan, S., Yueng Fung, M., Wai Tong, Ch. y Thompson, D. (2005). The clinical effectiveness of a multisensory therapy on clients with developmental disability. Research in Developmental Disabilities.Frohlich, A. (1993). La stimulation basale. Édition SZH/SPC Haggar, L. E., & Hutchinson, R. B. (1991). Snoezelen: An approach to the provision of a leisure resource for people with profound and multiple handicaps. Mental Handicap.
Observações
Critérios de seleção: 1.º Data da próxima subida de escalão do(a) docente; 2.º Docente de Unidade Orgânica associada do CFAE Beira Mar; 3.º Ordem de inscrição; 4.º Docente de Unidade Orgânica não associada do CFAE Beira Mar. Nas sessões online, é obrigatório manter o microfone e a câmara ligados, sempre que solicitado pelo formador.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 02-10-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 09-10-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 3 | 16-10-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 4 | 23-10-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 5 | 30-10-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 6 | 06-11-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 7 | 13-11-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 8 | 28-11-2026 (Sábado) | 10:00 - 13:00 | 3:00 | Presencial |
| 9 | 28-11-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 10 | 03-12-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online assíncrona |
| 11 | 04-12-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online assíncrona |
INSCREVER-ME
Educação Artística: Música como recurso pedagógico transdisciplinar
Oficina
30,0 horas
Presencial
Professores dos Grupos 100 e 110
Apresenta-se esta ação como modelo de formação estética e artística para educadores de infância e docentes do 1.º CEB. A sensibilidade estética e artística é uma competência legítima, reconhecida e fundamental na organização curricular e no desenvolvimento pessoal. Por conseguinte, pretende-se a ...
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Ref. 4401 Inscrições abertas até 30 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-139109/26
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 30,0 horas (15,0 horas presenciais + 15,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 7 de Outubro de 2026
Fim: 2 de Dezembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Escola Sec Dr Joaquim de Carvalho, Figueira da Foz
Formador
Dina Maria de Oliveira Soares
Destinatários
Professores dos Grupos 100 e 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100 e 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100 e 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar
Enquadramento
Apresenta-se esta ação como modelo de formação estética e artística para educadores de infância e docentes do 1.º CEB. A sensibilidade estética e artística é uma competência legítima, reconhecida e fundamental na organização curricular e no desenvolvimento pessoal. Por conseguinte, pretende-se a valorização da Educação Artística nas escolas, apresentando, renovando e dinamizando práticas pedagógicas adaptadas às exigências atuais. Para este propósito, esta oficina apresenta um conjunto de referentes, de conteúdos e de processos criativos, através de atividades específicas da área da Música, tendo em conta uma perspetiva transdisciplinar com as diferentes áreas do conhecimento. Com o objetivo de aumentar as competências profissionais e pessoais dos educadores de Infância e docentes do 1.º CEB, observando os princípios orientadores e o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, pretende-se fornecer ferramentas que o professor possa explorar em contexto de sala de aula, proporcionando aos seus alunos um entendimento conceptual da Música nas suas diversas vertentes e possibilidades interdisciplinares. Os formandos irão ser convidados a desenvolver propostas individuais de trabalho, em contexto de sala de aula, o que constituirá o seu trabalho autónomo.
Objetivos
1. Analisar o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, a Matriz Curricular em Educação Artística, as Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar e as Aprendizagens Essenciais para a Música; 2. Promover metodologias de ensino inovadoras recorrendo a meios, materiais, dispositivos e instrumentos, com diversidade sonora/musical e expressiva; 3. Valorizar o papel da Educação Artística como forte potenciador do desenvolvimento pleno do sujeito e nas relações com os outros, relacionando a música com as outras áreas do saber; Desenvolver um conjunto de referentes, através de atividades especificas, que promovam uma pedagogia ativa centrada na criação, na experiência e na exploração do mundo envolvente, bem como na interpretação musical, privilegiando a voz, o corpo e os objetos / instrumentos.
Conteúdos
A. Contextualização (1h) - Princípios orientadores do Plano Nacional das Artes - Educação Pré-Escolar e o 1.º ciclo do Ensino Básico. - Documentos de referência: Perfil dos Alunos à saída da Escolaridade Obrigatória, Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar; Educação Artística no 1.º Ciclo do Ensino Básico - Matriz Curricular/Musica. B. Conteúdos específicos da Música (3 horas) - Elementos musicais. - Domínios. - Enquadramento. C. Recursos pedagógicos(11 h): - Criação (2 h) - Corpo (2 h) - A voz (2 h) - Representação e contextualização (4 h) - Apresentação das propostas de trabalho autónomo (1 h)
Metodologias
Presencial: Presencial: Sessões teórico-práticas. Os conteúdos são expostos no decurso da apresentação com uma sequência de recursos, materiais, dispositivos e instrumentos para a prática educativa. Simultaneamente, desenvolvem-se modelos pedagógicos diferenciados na área da Música, centrados numa aprendizagem que potencie o desenvolvimento pleno do aluno. Neste enquadramento, a apresentação do conjunto dos recursos pedagógicos é acompanhada pelos procedimentos necessários à sua produção, manuseamento a aplicação em contexto escolar. Trabalho Autónomo: Reflexão e planificação das propostas a serem realizadas como trabalho individual -Trabalho autónomo, em contexto de sala de aula 15h). A formadora criará um momento para acompanhamento, reflexão, análise, e partilha de experiências com os formandos.
Avaliação
Serão utilizados os seguintes critérios: Participação e contributos 40%; Trabalho de aplicação de conteúdos 60%. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final elaborado pelos formandos. A classificação final, conforme previsto na Carta Circular CCPFC-3/2007 de setembro, será quantitativa e expressa na escala de 1 a 10, conforme abaixo se discrimina: Excelente de 9 a 10 valores; Muito Bom de 8 a 8,9 valores; Bom de 6,5 a 7,9 valores; Regular de 5 a 6,4 valores; Insuficiente de 1 a 4,9 valores
Bibliografia
Gordon, E. (2000). Teoria da Aprendizagem Musical: Competências, Conteúdos e Padrões. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. Swanwick, K. (1988).Music, Mind, and Education. London: Routledge. UNESCO (2006). Roteiro para a Educação Artística. Desenvolver as Capacidades Criativas para o Séc. XXI. Lisboa: Comissão Nacional da UNESCO. Willems, E. (1970). As Bases Psicológicas da Educação Musical. Fribourg Editions Pro-Música. Wuytack, J., & Palheiros, G. (1995). Audição Musical Activa. Associação Wuytack de Pedagogia Musical, Porto.
Observações
Critérios de seleção: 1.º Data da próxima subida de escalão do(a) docente; 2.º Docente de Unidade Orgânica associada do CFAE Beira Mar; 3.º Ordem de inscrição; 4.º Docente de Unidade Orgânica não associada do CFAE Beira Mar. Nas sessões online, é obrigatório manter o microfone e a câmara ligados, sempre que solicitado pelo formador.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-10-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 21-10-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 04-11-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 18-11-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 02-12-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
ÉTICA EM AÇÃO II: questões nas margens do humano
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Curso
25,0 horas
e-learning
Professores dos Grupos 330, 410, 420, 430, 520
O Perfil dos Alunos pretende que estes mobilizem valores e competências que lhes permitam (...) tomar decisões livres e fundamentadas sobre questões éticas e dispor de uma capacidade de participação cívica, ativa, consciente e responsável. O debate de questões de ética prática, nomeadamente as que se ...
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Ref. 3523 Inscrições abertas até 6 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-131418/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 9 de Outubro de 2026
Fim: 31 de Outubro de 2026
Regime: e-learning
Local: online
Formador
Manuel João da Conceição e Pires
Destinatários
Professores dos Grupos 330, 410, 420, 430, 520
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 330, 410, 420, 430, 520. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 330, 410, 420, 430, 520.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar e Associação de Professores de Filosofia
Enquadramento
O Perfil dos Alunos pretende que estes mobilizem valores e competências que lhes permitam (...) tomar decisões livres e fundamentadas sobre questões éticas e dispor de uma capacidade de participação cívica, ativa, consciente e responsável. O debate de questões de ética prática, nomeadamente as que se colocam nas fronteiras do humano, convocando este a repensar-se a si próprio e ao mundo, constitui-se como uma oportunidade para este desiderato. Estas questões estão presentes não só nos módulos finais do 10º e 11º anos de Filosofia, mas também em disciplinas como Inglês (Questões de Bioética), Biologia e Geologia (Biodiversidade), Geografia A (Recursos Naturais), Economia e Português, podendo ser a ponte para DACs ou Projetos de Cidadania e Desenvolvimento. A formação justifica-se assim pela necessidade de dotar os professores de competências que lhes permitam debater questões de ética prática de forma profícua com os seus alunos.
Objetivos
O principal objetivo é proporcionar aos formandos a oportunidade de atualizarem, desenvolverem e articularem entre si os seus conhecimentos e competências no âmbito do debate de um conjunto, de questões de ética prática de modo a construírem e partilharem recursos didáticos diversificados, mutuamente complementares, com vista a uma maior interdisciplinaridade e a uma renovação qualitativa das suas práticas pedagógicas. A ação será estruturada de forma que os formandos venham a ser capazes de: Adquirir competências no âmbito dos instrumentos fundamentais necessários para o debate de questões de ética prática; Aprofundar os seus conhecimentos sobre os argumentos fundamentais a partir dos quais se desenvolve o debate contemporâneo sobre as questões abordadas, Conhecer bibliografia relevante sobre as questões de ética prática abordadas; Delimitar e formular de forma rigorosa questões de ética prática; Fundamentar a relevância das questões abordadas, (os restantes objetivos seguem em documento anexo)
Conteúdos
0. KIT DE ÉTICA PRÁTICA Pilares da Ética: O ponto de vista do universo O princípio da imparcialidade A supremacia ética Debater questões de ética prática Asserções e argumentos Avaliação de argumentos e teorias Testar premissas éticas e não éticas Argumentos e experiências mentais 1. ANIMAIS NÃO-HUMANOS: 1.1. O Problema do Estatuto Ético dos Animais Não-Humanos Estatuto Ético e Propriedades Eticamente Relevantes Estatuto Ético e Consideração Ética 1.2. As Fronteiras da Esfera da Consideração Ética Qual a propriedade que faz com que um ser seja digno de consideração ética? Quais são as entidades que devem ser incluídas na esfera de consideração ética? Quais são as condições necessárias e suficientes para que um ser seja digno de consideração ética? 1.2.1. A Mundividência Antropocêntrica: A conceção Bíblica Descartes e o animal-máquina Kant e o animal como meio para um fim Carl Cohen: consideração sem direitos 1.2.2. Utilitarismo e os Animais Não-Humanos (Peter Singer): O princípio da igualdade na consideração dos interesses A senciência como critério de consideração ética Maximização do bem e expansão da consideração ética Críticas e objeções ao utilitarismo 1.2.3. Direitos dos Animais como Direitos Naturais (Tom Regan) Sujeitos-de-uma-vida e consideração ética Valor inerente e igualdade ética O princípio do respeito e direitos morais Princípios de hierarquização Críticas a objeções ao abolicionismo de Regan 1.2.4. Contratualismo e Direitos dos Animais Contratualismo e estatuto moral Duas formas de contratualismo: hobbesiano e kantiano Posição original e direitos dos animais Críticas e Objeções ao Contratualismo (os restantes conteúdos seguem em documento anexo)
Metodologias
As sessões serão de cariz teórico-prático e serão dinamizadas através da tematização dialógica de cada um dos conteúdos, sempre contextualizados a partir de casos práticos que constituirão a base para o debate e análise crítica de teses e argumentos. As metodologias privilegiadas serão o diálogo vertical e horizontal, o trabalho de grupo, o trabalho de pesquisa e a leitura ativa, sempre que necessário acompanhadas de apresentações e recursos multimédia. Os conteúdos teórico-práticos serão explorados e discutidos nas sessões síncronas, a realizar na plataforma Zoom. Assim, os formandos poderão adquirir as competências essenciais à conceção, elaboração, acompanhamento e avaliação de ensaios, integrando-os como dispositivos didático-pedagógicos, de caráter hermenêutico e heurístico, na sua prática letiva. A componente prática, a realizar nas sessões síncronas na plataforma Zoom e, essencialmente, no trabalho assíncrono/autónomo irá incidir na leitura de partes da bibliografia de referência, na resolução de pequenos desafios e na conceção de planificação de atividades e de recursos de aula que serão apresentados e discutidos nas sessões síncronas.
Avaliação
Para além dos materiais e das reflexões realizadas durante a formação síncrona, os formandos terão de elaborar: Um projeto filosófico-didático. Um trabalho individual, que reflita sobre um dos tópicos abordados e desenvolva uma planificação didática, que materialize os conhecimentos e as competências adquiridas. Assiduidade e participação nas sessões - 20% Realização de tarefas 30% Trabalho individual 50% Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. Trabalhos práticos e reflexões críticas efetuadas, a partir das e nas sessões presenciais, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados na escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC 3/2007 Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores Insuficiente; - 5 a 6,4 valores Regular; - 6,5 a 7,9 valores Bom; - 8 a 8,9 valores Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.
Bibliografia
BARTNECK, Christoph, CHRISTOPH, Ludge, WAGNER, Alan, WELSH, Sean (2021), An Introduction to Ethic in Robotics and AI, Springer, Cham.Galvão, Pedro, org. (2005), Os Animais. têm Direitos? Perspetivas e Argumentos, Lisboa, Dinalivro.JAMIESON, Dale (2010), Ethics and the Environment. An Introduction, Cambridge University Press, Cambridge.Singer, Peter (2000), Ética Prática, Lisboa, Gradiva.Vaughn, Lewis (2016), Doing Ethics. Moral Reasoning and Contemporary Issues, W. W. Norton and Company, New York-London.
Observações
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 09-10-2026 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 10-10-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 16-10-2026 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 4 | 17-10-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 21-10-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online assíncrona |
| 6 | 23-10-2026 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 7 | 24-10-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 28-10-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online assíncrona |
| 9 | 30-10-2026 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 10 | 31-10-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
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Ensinar a pensar criticamente na disciplina de Filosofia num mundo digital
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Curso
35,0 horas
e-learning
Professores do Grupo 410
Tendo em conta que o currículo deve ser gerido à luz do Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória, a disciplina de Filosofia pode ter um papel central nas aprendizagens dos alunos dos cursos científico-humanísticos. Por um lado, as competências didático-metodológicas definidas nas Aprendizagens ...
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Ref. 3932 Inscrições abertas até 6 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-135998/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 35,0 horas
Início: 10 de Outubro de 2026
Fim: 14 de Novembro de 2026
Regime: e-learning
Local: online
Formador
Isabel Maria Rodrigues Bernardo
Teresa Maria Morais
Destinatários
Professores do Grupo 410
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar e Associação de Professores de Filosofia
Enquadramento
Tendo em conta que o currículo deve ser gerido à luz do Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória, a disciplina de Filosofia pode ter um papel central nas aprendizagens dos alunos dos cursos científico-humanísticos. Por um lado, as competências didático-metodológicas definidas nas Aprendizagens Essenciais (problematizar, conceptualizar e argumentar) permitem o cruzamento intencional e explícito com capacidades e disposições de pensamento crítico (PC). Dado o caráter aplicável dos conceitos e teorias da Filosofia ao conhecimento produzido em outras disciplinas e a uma reflexão sobre o quotidiano, o desenvolvimento de capacidades e disposições de PC pode ser consolidados no cruzamento entre saberes, facilitando a sua transferência para outras situações da vida e da aprendizagem do aluno. Por outro lado, a filosofia pode dar aos alunos instrumentos conceituais que lhes permitam, não apenas aprender com recursos a tecnologias digitais, agora potencializadas com Inteligência Artificial (IA), mas pensar sobre a sua aprendizagem e a utilização desses recursos e, por extensão, a utilização de recursos digitais no mundo e o seu impacto social, político e ético.
Objetivos
1. Refletir, a partir da análise das Aprendizagens Essenciais de Filosofia do 10.º 11.º anos e do seu cruzamento com o Perfil dos alunos, sobre as capacidades e atitudes integrantes das competências de problematização, concetualização e de argumentação e o seu cruzamento com capacidades e disposições de PC. 2. Discutir sobre a possibilidade de hibridização do ensino e aprendizagem da Filosofia através da utilização de recursos digitais, nomeadamente os potenciados com Inteligência Artificial (IA). 3. Conceber, a partir do conhecimento específico da filosofia e com base em metodologias ativas (aprendizagem com base em problemas, controvérsia construtiva, organizadores gráficos, simulação, KWL ) e recursos digitais, sequências de ensino e aprendizagem para o desenvolvimento das capacidades e atitudes integrantes das competências de problematização, concetualização e de argumentação, com integração de capacidades e disposições de PC
Conteúdos
A) Enquadramento (4h síncronas) 1. O que significa, na Didática da Filosofia, problematizar, concetualizar e argumentar? 2. Como integrar, a partir do Perfil dos alunos, capacidades e disposições de pensamento crítico? 3. O que significa a hibridização do ensino e aprendizagem da Filosofia num contexto de entrada da IA na educação? B) Experimentação (4h + 4h + 4h síncronas) Atividades de problematização suportadas em recursos digitais. Da questão ao problema. Do conceito ao problema. Da realidade empírica ao questionamento filosófico. Elaboração de sequências de ensino e aprendizagem para atividades de problematização com integração de PC. Atividades de conceptualização, com organizadores gráficos suportados em recursos digitais. Definição de conceitos, mapas concetuais e mapas mentais. Elaboração de sequências de ensino e aprendizagem para atividades de concetualização com integração de capacidades de PC. Atividades de argumentação suportadas em recursos digitais Técnicas e modelos de argumentação. Mapas de argumentos Elaboração de sequências de ensino e aprendizagem para atividades de argumentação com integração de capacidades de PC. C) Criação (3 horas síncronas + 13 horas assíncronas) Elaboração de sequências de ensino e aprendizagem com integração de competências filosóficas e PC, assentes em metodologias ativas e recursos digitais e que permitam a reflexão sobre o uso educativo, social e político desses recursos. D) Discussão (3h síncronas) Apresentação e discussão des sequências de ensino e aprendizagem elaboradas pelos formandos.
Metodologias
Sessões online síncronas (4h+4h+4h+4h+3h+3h) As sessões terão um carácter teórico, teórico-prático e prático-reflexivo. Com base no princípio do isomorfismo, o roteiro de cada sessão será planificado de acordo com os mesmos princípios que os das planificações de ensino e aprendizagem que serão elaboradas pelos formandos em trabalho autónomo. Assim, os formandos serão colocados em ação, tal como irão colocar os alunos, tendo em conta as orientações da aprendizagem em contexto e do aprender, fazendo. Os formandos terão ainda uma sessão para ser realizado o acompanhamento síncrono das planificações, antes da sua apresentação e discussão. Mantendo-se o isomorfismo referido, aos formandos será dada feedback, dos formadores e dos pares, que permita a reformulação das planificações, até à sua versão final, a qual será avaliada qualitativa e quantitativamente. Trabalho autónomo/assíncrono (13h) Nas sessões assíncronas, os formandos elaboram uma planificação que integre todos os elementos da formação. Elaborarão, também, um portfólio individual de aprendizagem no qual colocarão uma reflexão individual.
Avaliação
Conforme indicado abaixo, a avaliação comportará três critérios: a) pontualidade e participação nas sessões; trabalho desenvolvido nas sessões; b) trabalhos práticos realizados nas sessões síncronas e assíncronas; c) elaboração de um portfólio individual. Pontualidade e participação nas sessões - 10% Trabalho desenvolvido nas sessões 60% Portfólio de aprendizagem 30% Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas síncronas. Obtenção de classificação mínima de Bom, de acordo com a escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC 3/2007 Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores Insuficiente; - 5 a 6,4 valores Regular; - 6,5 a 7,9 valores Bom; - 8 a 8,9 valores Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.
Bibliografia
Bernardo, I., Vieira, R. M., & Sá, A. F. (2021). Avaliação para as aprendizagens com tecnologias digitais na aula de Filosofia com integração do pensamento crítico. In. A. Versuti, G. Scareli, G., & L. Pedro (Orgs.). A educação pós-pandemia: Desafios pedagógicos e tecnológicos, pp. 125-154. Ria Editorial.Bernardo, I. (2024). Aprender a filosofar no ensino secundário: Orientações curriculares e didáticas para integração do pensamento crítico. Universidade de Aveiro. https://ria.ua.pt/handle/10773/41550Fernandes, D. (2019b). Para um enquadramento teórico da avaliação formativa e da avaliação sumativa das aprendizagens escolares. In M.I. R. Ortigão, D. Fernandes, T. V. Pereira, & L. Santos (Orgs.). Avaliar para aprender em Portugal e no Brasil: Perspectivas teóricas, práticas e de desenvolvimento (pp.139-164). CRVMorais, T., Dominguez, C., Lopes, J. P., & Silva, M. H. (2015). O ensino de competências argumentativas em filosofia através do método de controvérsia construtiva. In C. Dominguez (Coord.). Pensamento crítico na educação: desafios atuais: Critical thinking in education: actual challenges, pp. 279-286. Vila Real: UTAD. https://tinyurl.com/y969cwuu
Observações
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-10-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Online síncrona |
| 2 | 14-10-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:30 | 3:30 | Online assíncrona |
| 3 | 17-10-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Online síncrona |
| 4 | 21-10-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:30 | 3:30 | Online assíncrona |
| 5 | 24-10-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Online síncrona |
| 6 | 28-10-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online assíncrona |
| 7 | 31-10-2026 (Sábado) | 09:00 - 12:30 | 3:30 | Online síncrona |
| 8 | 04-11-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online assíncrona |
| 9 | 07-11-2026 (Sábado) | 09:00 - 12:30 | 3:30 | Online síncrona |
| 10 | 14-11-2026 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Online síncrona |
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Metodologias ativas em sala de aula com aplicações de IA
Curso
25,0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores do Ensino Especial
Partilha de práticas de ensino, desenvolvimento de um conjunto de Competências Digitais e de avaliação.
A sociedade atual debate-se com questões como a imprevisibilidade do futuro e a sustentabilidade do desenvolvimento económico, social e ambiental, e a escola é o território de eleição no ...
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Ref. 4521 Inscrições abertas até 4 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-140571/26
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 10 de Outubro de 2026
Fim: 14 de Novembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Escola Sec Dr Joaquim de Carvalho, Figueira da Foz
Formador
Fernanda Paula Fernandes dos Reis Pinheiro
Ricardo Jorge Loureiro Bigote Pinto
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores do Ensino Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores do Ensino Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Partilha de práticas de ensino, desenvolvimento de um conjunto de Competências Digitais e de avaliação. A sociedade atual debate-se com questões como a imprevisibilidade do futuro e a sustentabilidade do desenvolvimento económico, social e ambiental, e a escola é o território de eleição no desenvolvimento de competências para o exercício de uma cidadania ativa e democrática. Tendo por base o PASEO, os Dec-Lei n.º 54/2018, e n.º 55/2018, de 6 jul, a Lei n.º 116/2019 de 13 set, as Aprendizagens Essenciais, DigCompEdu e a recuperação das aprendizagens constituem um enorme desafio para novas práticas pedagógicas. Esta formação procura apoiar a operacionalização de práticas pedagógicas inclusivas, para que os alunos sejam melhores aprendentes e o professor melhor ensinante, definindo com maior acuidade as ações bem como as evidências a identificarem contexto de sala de aula. A aprendizagem ativa é um processo de ensino que tem como objetivo envolver os alunos nas atividades de aprendizagem, porque pensam sobre aquilo que estão a fazer, porque aprendem melhor quando se envolvem e participam ativamente na sua aprendizagem. A aprendizagem ativa enquadra-se assim nas perspetivas de mudança do paradigma educacional que ainda prevalece nas nossas escolas, do ensino centrado no professor, que coloca o aluno como espectador, para um ensino centrado no aluno, onde o aluno é ator implicado no processo de construção do seu saber. A avaliação contribui para que todos os alunos aprendam melhor e com mais profundidade, porque está articulada com os processos de aprendizagem e de ensino, é utilizada de forma deliberada, sistemática e contínua, utilizando uma diversidade de processos de recolha de informação (Fernandes, 2021).
Objetivos
Explorar diferentes documentos legislativos de apoio à prática letiva de forma integrada, identificando implicações para a organização de práticas mais inclusivas e inovadoras; Refletir de forma crítica sobre a aplicação de práticas pedagógicas centradas no aluno; Demonstrar que a aprendizagem centrada no aluno promove um papel mais ativo e crítico na construção do conhecimento; Compreender os fundamentos e metodologias associadas à aprendizagem baseada em projetos e outras metodologias ativas; Promover a mudança nas rotinas dos professores, procurando alcançar uma prática letiva integrada e integradora; Capacitar os docentes para a realização de atividades com Inteligência Artificial que promovam a utilização de metodologias ativas em sala de aula; Estimular a reflexão, da utilização crítica das tecnologias em contexto educativo; Reflexão sobre as implicações e importância da inteligência artificial em contexto educativo: Artificial (IA) e de Dados no Ensino e na Aprendizagem.
Conteúdos
Módulo 1. Explorar diferentes documentos legislativos que orientam as práticas letivas de forma integrada, identificando implicações para a organização de práticas mais inclusivas e inovadoras; Refletir de forma crítica sobre a aplicação de práticas pedagógicas centradas no aluno; Demonstrar que a aprendizagem centrada no aluno promove um papel mais ativo e crítico na construção do conhecimento; Compreender os fundamentos e metodologias associadas à aprendizagem baseada em projetos e outras metodologias ativas. 4 horas Módulo 2. Promover a mudança nas rotinas dos professores, procurando alcançar uma prática letiva integrada e integradora; Estimular a reflexão, da utilização crítica da Inteligência Artificial em contexto educativo; Reflexão sobre as implicações e importância da inteligência artificial em contexto educativo: - Aprofundar conhecimentos nas aplicações generativas suportadas por IA (texto, imagem, música, vídeo, outras); 4 horas Módulo 3. Aprofundar o conhecimento e a utilização de diferentes aplicações generativas suportadas por Inteligência Artificial, através de atividades práticas de exploração e treino (texto, imagem, música, vídeo, outras); Partilha de trabalhos efetuados. 4 horas Módulo 4. - Aprofundar o conhecimento e a utilização de diferentes aplicações generativas suportadas por Inteligência Artificial, através de atividades práticas de exploração e treino (texto, imagem, música, vídeo, outras); Utilizar de forma refletida na sala de aula aplicações suportadas por IA, numa perspetiva de integração curricular. Partilha de trabalhos efetuados. 4 horas Módulo 5. Debate em torno da avaliação pedagógica na promoção da melhoria das aprendizagens. Aprofundar o conhecimento e a utilização de diferentes aplicações generativas suportadas por Inteligência Artificial, através de atividades práticas de exploração e treino. Partilha de trabalhos efetuados. 5 horas Módulo 6. Promover intercâmbio de experiências letivas de metodologias ativas e fomentar o trabalho colaborativo facilitadoras do um processo ensino-aprendizagem inclusivo.
Metodologias
Partilha de práticas que utilizando o IA proporcionem: - um maior envolvimento dos alunos; - a autorregulação das aprendizagens, evidenciando as competências desenvolvidas e as não desenvolvidas pelos alunos; - a identificação das razões impeditivas para o desenvolvimento das aprendizagens e formas de os alunos ultrapassarem as dificuldades. - melhoria das rotinas dos professores.
Avaliação
Presencial: As sessões terão carácter teórico-prático com predominância prática. Cada professor poderá utilizar o equipamento existente ou o seu computador pessoal. A metodologia de aprendizagem será baseada na realização de tarefas práticas orientadas para consolidação e aplicação dos conhecimentos. Os formandos ao longo das sessões partilham os trabalhos desenvolvidos e o seu objetivo de criação. Este processo culminará com o desenvolvimento de pequenos projetos com vista à melhoria da prática de sala de aula. Na última sessão, os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se a discussão e a partilha. Todos os materiais e recursos utilizados em contexto serão disponibilizados pelos formadores.
Bibliografia
Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA EditoraFernandes, D. (2021). Para uma Fundamentação e Melhoria das Práticas de Avaliação Pedagógica no Âmbito do ProjetoMAIA, Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica(MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. Acesso 02/02/2022Cosme, A., Lima L., Ferreira D., Ferreira N. (2021), Metodologias, métodos e situações de aprendizagem: propostas eestratégias de ação : ensino básico, ensino secundário,1ª ed. - Porto: Porto Editora.Orientações Éticas para Educadores sobre a utilização de Inteligência Artificial (IA) e de Dados no Ensino e na Aprendizagem, Comissão Europeia: https://op.europa.eu/en/publication-detail/-/publication/d81a0d54-5348-11ed-92ed-01aa75ed71a1/language-enArtificial Intelligence and the future of education, European Commission:https://ec.europa.eu/commission/presscorner/detail/en/ip_22_6338
Observações
Critérios de seleção: 1.º Data da próxima subida de escalão do(a) docente; 2.º Docente de Unidade Orgânica associada do CFAE Beira Mar; 3.º Ordem de inscrição; 4.º Docente de Unidade Orgânica não associada do CFAE Beira Mar. Nas sessões online, é obrigatório manter o microfone e a câmara ligados, sempre que solicitado pelo formador.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-10-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 17-10-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 19-10-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 4 | 22-10-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 5 | 31-10-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 02-11-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
| 7 | 09-11-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
| 8 | 14-11-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Sobre a Verdade: Teorias e Aplicações Pedagógicas
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Curso
25,0 horas
e-learning
Professores do Grupo 410
A verdade sempre constituiu um conceito central ao pensamento filosófico, desempenhando, durante séculos, o papel de telos da pesquisa e o fundamento da sociedade. As transformações pelas quais o mundo ocidental tem transitado nas últimas décadas tem suscitado o questionamento acerca do interesse e ...
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Ref. 3513 Inscrições abertas até 3 de Novembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-131417/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 7 de Novembro de 2026
Fim: 28 de Novembro de 2026
Regime: e-learning
Local: online
Formador
Artur Emanuel Ilharco Galvão
Destinatários
Professores do Grupo 410
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A verdade sempre constituiu um conceito central ao pensamento filosófico, desempenhando, durante séculos, o papel de telos da pesquisa e o fundamento da sociedade. As transformações pelas quais o mundo ocidental tem transitado nas últimas décadas tem suscitado o questionamento acerca do interesse e utilidade da verdade. Nesse sentido, tem-se levantado a hipótese de nos encontrarmos numa era da pós-verdade ou da verifobia, na qual as emoções, sentimentos e agendas políticas e sociais são valorizadas, ao passo que os factos e a realidade são ignorados ou minimizados. O objetivo desta formação não é o de analisar as causas e consequências da desvalorização da verdade, antes o de assumir que esse facto voltou a colocar o tema da verdade no centro da reflexão. Ora, para que esta última possa ocorrer, urge recentrar o debate no que é a verdade, pois qualquer manutenção ou superação do conceito implica necessariamente uma compreensão do mesmo. A presente ação visa fornecer uma abordagem ampla e introdutória às mais importantes teorias da verdade, bem como fornecer sugestões pedagógica para o tratamento da temática no contexto da sala de aula. Embora seja um tópico abordado mais diretamente no Módulo IV (O Conhecimento e a Racionalidade Científica e Tecnológica), é transversal às aprendizagens essenciais do 10.º e do 11.º ano, contribuindo para o desenvolvimento dos descritores dos domínios A, C, D, F, I, do Perfil dos alunos.
Objetivos
1. Compreender o problema da natureza da verdade 2. Analisar as principais teorias da verdade: correspondência, semântica, coerência, pragmatista, deflacionária, pluralista e fenomenológica 3. Explorar as potencialidades e limitações pedagógicas do uso das teorias da verdade em sala de aula 4. Desenvolver abordagens pedagógicas e dispositivos didáticos sobre o tema e que possam vir a ser partilhados como recursos educativos abertos
Conteúdos
1. A Verdade como Problema 1.1. A verdade em apuros 1.2. O problema da verdade 1.3. Caracterizações prévias 2. Teorias da Verdade 2.1. Teoria da Correspondência 2.2. Teoria Semântica 2.3. Teoria da Coerência 2.4. Teoria Pragmatista 2.5. Teoria Deflacionária 2.6. Teoria Pluralista 2.7. Teoria Fenomenológica 3. A Verdade como um Bem 3.1. Ameaça perspetivista 3.2. Ameaça relativista 3.3. Verdade como Bem e telos da pesquisa racional
Metodologias
- As sessões serão de cariz teórico-prático. Nesse sentido, serão desenvolvidas atividades de leitura, análise e avaliação de textos e de construção de planificações, de materiais didáticos e de instrumentos de análise. - Os métodos usados serão o diálogo vertical e horizontal, o trabalho de grupo e o trabalho de pesquisa. Serão usados recursos como apresentações e textos. - Os conteúdos teórico-práticos serão explorados e discutidos nas sessões síncronas, a realizar na plataforma Zoom. - A componente prática, a realizar nas sessões síncronas na plataforma Zoom e no trabalho assíncrono / autónomo consiste na conceção de planificação de atividades e de recursos de aula que serão apresentados e discutidos nas sessões síncronas. - As plataformas Moodle e Zoom constituem dois dos elementos nucleares para a partilha de informações (textos, vídeos), avaliações (tarefas e reflexão final) e para a formação em geral.
Avaliação
- A avaliação consistirá num trabalho final que incluirá uma proposta completa de lecionação de um dos subtemas, a qual deve incluir os recursos a utilizar, acompanhados de uma adequada justificação didática e filosófica e que será discutido na última sessão síncrona. A avaliação terá ainda em conta a qualidade dos contributos de cada formando nos debates presenciais e na realização das tarefas das sessões assíncronas. Assiduidade e participação nas sessões - 20% Realização de tarefas 30% Reflexão fundamentada 50% Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. Trabalhos práticos e reflexões críticas efetuadas, a partir das e nas sessões presenciais, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados na escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC 3/2007 Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores Insuficiente; - 5 a 6,4 valores Regular; - 6,5 a 7,9 valores Bom; - 8 a 8,9 valores Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.
Bibliografia
Campbell, R. The Conception of Truth. New York: Palgrave-Macmillan, 2011.Kirkham, R. Theories of Truth: A Critical Introduction. Cambridge: MIT, 2001.Künne, W. Conceptions of Truth. Oxford: OUP, 2003.Lynch, M. The Nature of Truth: Classical and Contemporary Perspectives. Cambridge: MIT, 2001.Wrenn, C. Truth. Malden: Polity, 2014.
Observações
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-11-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:30 | 4:30 | Online síncrona |
| 2 | 14-11-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:30 | 4:30 | Online síncrona |
| 3 | 18-11-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 22:00 | 4:00 | Online assíncrona |
| 4 | 21-11-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Online síncrona |
| 5 | 25-11-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 22:00 | 4:00 | Online assíncrona |
| 6 | 28-11-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Arte diante dos olhos: visualização filosófica ativa como estratégia didática
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Curso
25,0 horas
e-learning
Professores do Grupo 410
A definição filosófica de arte enfrenta um paradoxo: apesar da abundância de objetos artísticos no quotidiano, os conceitos centrais do debate (mimésis, forma significante, experiência estética, instituição artística, mundo da arte, etc.) mantêm um elevado grau de abstração, difícil de articular com a ...
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Ref. 3942 Inscrições abertas até 1 de Janeiro de 2027 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-135990/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 8 de Janeiro de 2027
Fim: 30 de Janeiro de 2027
Regime: e-learning
Local: online
Formador
Manuel João da Conceição e Pires
Destinatários
Professores do Grupo 410
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar e Associação de Professores de Filosofia
Enquadramento
A definição filosófica de arte enfrenta um paradoxo: apesar da abundância de objetos artísticos no quotidiano, os conceitos centrais do debate (mimésis, forma significante, experiência estética, instituição artística, mundo da arte, etc.) mantêm um elevado grau de abstração, difícil de articular com a experiência sensível dos alunos. A Visualização Filosófica Ativa, enquanto estratégia didático-filosófica, permite tornar visíveis e exploráveis os fundamentos conceptuais das teorias da arte, através de metodologias ativas com intencionalidade filosófica. Ao associar obras concretas a critérios teóricos, e promover julgamentos artísticos encenados ou mapas conceptuais dinâmicos, facilita uma apropriação crítica, comparativa e intelectualmente rigorosa desta problemática das Aprendizagens Essenciais de Filosofia.
Objetivos
A ação pretende capacitar os docentes para explorar a definição de arte com profundidade filosófica, através da Visualização Filosófica Ativa, tornando visíveis as estruturas conceptuais e argumentativas do debate estético. 1. Explorar a relevância filosófica e educativa da definição de arte. 2. Aplicar o conceito de Visualização Filosófica Ativa como estratégia didática. 3. Representar diferentes formulações do problema (Bell, Danto). 4. Analisar teorias essencialistas com exemplos e exercícios críticos. 5. Trabalhar o ceticismo de Weitz com jogos de classificação e analogias. 6. Explorar teorias não essencialistas com simulações e narrativas visuais. 7. Criar atividades com alternativas à definição clássica. 8. Estimular o julgamento crítico e estético dos alunos. 9. Usar obras e imagens como dispositivos filosóficos. 10. Integrar as atividades nas Aprendizagens Essenciais. 11. Fomentar a metacognição sobre o juízo filosófico na arte. 12. Desenvolver projetos interdisciplinares com recurso à IA generativa.
Conteúdos
0. KIT DE ÉTICA PRÁTICA 1. O Problema da Definição de Arte 1.2. Possíveis Estratégias de VFA 2. Formulações Clássicas e Contemporâneas 2.1. Clive Bell e a Forma Significante 2.2. Possíveis Estratégias de VFA 2.3. Arthur Danto e o Mundo da Arte 2.4. Possíveis Estratégias de VFA 3. Teorias Essencialistas da Arte 3.1. Representacionalismo (Platão e Aristóteles) 3.2. Possíveis Estratégias de VFA 3.3. Expressivismo (Tolstói e Collingwood) 3.4. Possíveis Estratégias de VFA 3.5. Formalismo (Clive Bell) 3.6. Possíveis Estratégias de VFA 4. Teorias Não Essencialistas 4.1. Indefinibilidade (Morris Weitz) 4.2. Possíveis Estratégias de VFA 4.3. Teoria Institucional (George Dickie) 4.4. Possíveis Estratégias de VFA 4.5. Teoria Histórica (Jerrold Levinson) 4.6. Possíveis Estratégias de VFA 5. Alternativas à Definição Tradicional 5.1. Narrativas Históricas 5.2. Possíveis Estratégias de VFA 5.3. Agregados de Características 5.4. Possíveis Estratégias de VFA
Metodologias
Online síncrono: 20h | Online assíncrono: 5h A ação será dinamizada em sessões síncronas na plataforma Zoom, explorando a metodologia da Visualização Filosófica Ativa como estratégia para tornar visíveis em esquemas, analogias visuais, encenações e simulações os conceitos e argumentos envolvidos na definição de arte. As sessões articularão momentos expositivos breves com atividades colaborativas, análise de obras ambíguas, jogos conceptuais, dramatizações e construção de mapas de semelhanças. Serão utilizadas ferramentas digitais partilhadas, salas simultâneas para debate em pequenos grupos e exercícios de reconstrução crítica de teorias. Haverá espaço para a partilha de experiências pedagógicas e a criação de recursos que promovam o juízo filosófico sobre a arte, em diálogo com práticas estéticas concretas. A ação culmina na elaboração de microprojetos de investigação filosófica com os alunos, podendo integrar o uso de Inteligência Artificial (como o ChatGPT). Pretende-se criar um ambiente de pensamento crítico e criativo, onde a filosofia se torne visível, experienciável e pedagogicamente significativa.
Avaliação
Para além dos materiais e das reflexões realizadas durante a formação síncrona, os formandos terão de elaborar: ● Um projeto filosófico-didático. ● Um trabalho individual, que reflita sobre um dos tópicos abordados e desenvolva uma planificação didática, que materialize os conhecimentos e as competências adquiridas. Assiduidade e participação nas sessões - 20% Realização de tarefas 30% Trabalho individual 50% Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. Trabalhos práticos e reflexões críticas efetuadas, a partir das e nas sessões presenciais, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados na escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC 3/2007 Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores Insuficiente; - 5 a 6,4 valores Regular; - 6,5 a 7,9 valores Bom; - 8 a 8,9 valores Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.
Bibliografia
Carroll, N. (2001). Philosophy of art: A contemporary introduction. Routledge (Versão portuguesa: Carroll, N. (2002). Filosofia da arte: Uma introdução contemporânea. Edições 70.)Danto, A. (1981). The transfiguration of the commonplace: A philosophy of art. Harvard University Press.Xhignesse, M.-A. (2023). Aesthetics: 50 puzzles, paradoxes, and thought experiments. Routledge.Hand, M., & Winstanley, C. (Eds.). (2008). Philosophy in schools. Continuum.Worley, P. (2011). The if machine: Philosophical enquiry in the classroom. Continuum.
Observações
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Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 08-01-2027 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 09-01-2027 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 13-01-2027 (Quarta-feira) | 19:00 - 21:30 | 2:30 | Online assíncrona |
| 4 | 15-01-2027 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 5 | 16-01-2027 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 22-01-2027 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 7 | 23-01-2027 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 27-01-2027 (Quarta-feira) | 19:00 - 21:30 | 2:30 | Online assíncrona |
| 9 | 29-01-2027 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 10 | 30-01-2027 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Desacordo em democracia
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Curso
25,0 horas
e-learning
Professores do Grupo 410
A centralidade que o tema do desacordo assumiu na filosofia política nas últimas décadas tem feito surgir posições diferentes quanto à possibilidade de resolver divergências democraticamente e ao tipo de ligação que deve existir entre participação cidadã e decisão política. Ao estabelecer como pano de ...
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Ref. 4561 Inscrições abertas até 3 de Janeiro de 2027 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-140581/26
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 9 de Janeiro de 2027
Fim: 20 de Fevereiro de 2027
Regime: e-learning
Local: online
Formador
João Manuel Antunes Almeida Gouveia
Destinatários
Professores do Grupo 410
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A centralidade que o tema do desacordo assumiu na filosofia política nas últimas décadas tem feito surgir posições diferentes quanto à possibilidade de resolver divergências democraticamente e ao tipo de ligação que deve existir entre participação cidadã e decisão política. Ao estabelecer como pano de fundo uma realidade social tensa, marcada por uma elevada fragmentação ideológica e de participação política, este debate permitirá que questões políticas mais substanciais sejam lecionadas no ensino secundário (tanto na disciplina de filosofia como nas de ciência política e história) como problemas reais, não como meros exercícios intelectuais.
Objetivos
Esta ação pretende lembrar a centralidade que o desacordo tem conquistado na política democrática contemporânea. Com a análise de alguns contributos filosóficos para o esclarecimento dos problemas que lhe estão associados, procura-se, em especial: 1) Analisar criticamente o desacordo (implícito ou expresso) como pilar da própria vida política, especialmente em democracia. 2) Explorar novas configurações mais ou menos institucionais de expressar desacordos genuínos e substanciais sem bloquear decisões políticas. 3) Explorar formas de acolher o desacordo construtivo em ambiente escolar.
Conteúdos
1. Qual é a relevância da vida ativa nas sociedades ocidentais? Tópicos de orientação da discussão: 1.1. Esfera pública e esfera privada 1.2. A natureza agonal da polis 1.3. A necessidade de ação concertada 1.4. Ascensão do social e declínio do político 2. Que procedimentos nos podem aproximar de acordos racionais? Tópicos de orientação da discussão: 2.1. A razão comunicativa e a finalidade do entendimento mútuo 2.2. Participação política por via de trocas argumentativas 2.3. O princípio do discurso 2.4. Esfera pública e deliberações formais 2.5. Experiências deliberativas em microcosmo 2.5.1. O modelo irlandês de minipúblicos 2.5.2. Assembleias de cidadãos sobre reformas eleitorais (os casos da Holanda e de Ontário) 3. É o desacordo uma expressão humana incontornável? Tópicos de orientação da discussão: 3.1. Agonismo vs antagonismo 3.2. A tendência hegemónica do poder 3.3. Democracia radical 4. Como evitar a exclusão motivada pelo desacordo? Tópicos de orientação da discussão: 4.1. Polícia e política 4.2. O que não têm parte: exclusão e reivindicação 4.3. A negação tecnocrata da política
Metodologias
Durante seis sessões de três horas, usar-se-ão diferentes exercícios dialógicos para construir conhecimento em contexto cooperativo. A leitura e interpretação de textos será usada para estabelecer dinâmicas de aprendizagem coletiva que substituam a polarização baseada em visões antagónicas pelo desacordo crítico e construtivo. A procura coletiva por soluções provisórias para problemas persistentes realçará a transversalidade do tema do desacordo político (assim como a sua relevância em contexto escolar) e a necessidade de um compromisso com a diferença para aprofundar raciocínios filosóficos. Nas horas assíncronas, haverá lugar à construção coletiva de conhecimento em fóruns da plataforma moodle. Serão abertos separadores com questões ou excertos de textos que requeiram respostas dos formandos sobre o acolhimento do desacordo em contexto escolar. Os contributos serão abertos à participação de todos. O formador, como facilitador do diálogo, fornecerá feedback e moderará as interações.
Avaliação
Serão objeto de avaliação os seguintes elementos: - Participações nas discussões síncronas 20% - Participação nos fóruns de discussão (plataforma moodle) 40% - Uma proposta de abordagem de um módulo letivo com a finalidade de expressar desacordos construtivos, com os quais todos os alunos possam alcançar uma compreensão mais aprofundada sobre múltiplas visões do mesmo tema 40% Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. Trabalhos práticos e reflexões efectuadas, a partir das e nas sessões presenciais, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados nas escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC 3/2007 Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores Insuficiente; - 5 a 6,4 valores Regular; - 6,5 a 7,9 valores Bom; - 8 a 8,9 valores Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.
Bibliografia
Arendt, Hannah. A Condição Humana. Lisboa: Relógio dÁgua, 2026.Habermas, Jürgen. Between Facts and Norms: Contributions to a Discourse Theory of Law and Democracy. Cambridge, MA: MIT Press, 1996.Mouffe, Chantal. O Regresso do Político. Lisboa: Gradiva, 1996.
Observações
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 09-01-2027 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 13-01-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 3 | 16-01-2027 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 20-01-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online assíncrona |
| 5 | 23-01-2027 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 30-01-2027 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 03-02-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online assíncrona |
| 8 | 06-02-2027 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 9 | 20-02-2027 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Filosofia com Humor: Sobre a Virtude do Humor e o seu Uso em Sala de Aula
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Curso
25,0 horas
e-learning
Professores do Grupo 410
O humor e o riso são atributos universais do ser humano, estando, por conseguinte presentes em todas as sociedades e atividades. Contudo, durante muito tempo o humor não foi visto, nem pensado, como sendo filosoficamente importante, mas perigoso.
O riso é um vício por afastar o humano do caminho da ...
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Ref. 4002 Inscrições abertas até 31 de Janeiro de 2027 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-136246/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 6 de Fevereiro de 2027
Fim: 6 de Março de 2027
Regime: e-learning
Local: online
Formador
Artur Emanuel Ilharco Galvão
Destinatários
Professores do Grupo 410
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O humor e o riso são atributos universais do ser humano, estando, por conseguinte presentes em todas as sociedades e atividades. Contudo, durante muito tempo o humor não foi visto, nem pensado, como sendo filosoficamente importante, mas perigoso. O riso é um vício por afastar o humano do caminho da virtude pondo em causa o processo conducente ao conhecimento de si mesmo. O ser humano animaliza-se e decai no pior de si, podendo, em última instância, ver-se transformado num cínico absoluto. Alguém que ri de tudo e não assume a responsabilidade por nada, visto nada ser sério, importante ou sagrado. O histrionismo contemporâneo mostra a urgência de uma recuperação geral do humor e o ensino constitui um caso e um espaço onde esta recuperação se tornou mais urgente. Ele pode constituir um tónico para professores e alunos cansados, contribuindo para o equilíbrio mental, para o acréscimo de criatividade e comunicação e para lidar melhor com os processos de mudança. Esta formação visa apresentar uma reflexão sobre a natureza do humor e do seu lugar no processo ensino-aprendizagem. Destacando as suas vantagens e virtudes, bem como alertando para os seus perigos e vícios. A presente ação visa fornecer uma abordagem ampla do humor e da sua aplicabilidade no contexto da sala de aula, salientando a sua importância e pertinência atual, bem como apresentando alguns dos seus limites e perigos. Tratando-se de um tema transversal contribui para o desenvolvimento dos descritores dos domínios A, D, E, F, G, H e J, do Perfil dos alunos, podendo contribuir para a descoberta da complexidade e das subtilezas da vida e do pensamento, levando os alunos a desenvolverem capacidades de escuta, reflexão e pensamento criativo.
Objetivos
1. Compreender a natureza do humor e a sua aplicabilidade na sala de aula 2. Analisar as principais teorias do humor: superioridade, incongruência, alívio, jogo e disposicional 3. Refletir sobre o humor como virtude 4. Explorar as potencialidades e limitações pedagógicas do humor na sala de aula 5. Desenvolver abordagens pedagógicas e dispositivos didáticos sobre o tema e que possam vir a ser partilhados como recursos educativos abertos
Conteúdos
1. A (Des)Necessidade do Humor 1.1. O sentido trágico da existência 1.2. Homo Sapiens, Homo Ridens e Homo Risibilis 1.3. Filosofia e humor: Uma história do pouco e do mau 1.4. Riso, sorriso, diversão e humor 1.5. Humor como virtude: Um primeiro olhar 2. A Natureza do Humor 2.1. Teoria da superioridade 2.2. Teoria da incongruência 2.3. Teoria do alívio 2.4. Teoria do jogo 2.5. Teoria disposicional 3. Humor como Virtude 3.1. O humor como Sensus Communis 3.2. A sabedoria cómica 3.3. Humor e ética 4. Um Divertimento Sério 4.1. Há conflito entre humor e educação? 4.2. Um cenário complexo: escola, alunos, professores 4.3. Uma prática pedagógica: planificação, execução e avaliação 4.4. O pythonismo pragmático 4.5. Ilustrações e aplicações práticas 5. Humor e Auto-Transcedência 5.1. Rir de si mesmo 5.2. O riso redentor 5.3. Humor e a vida boa
Metodologias
- As sessões serão de cariz teórico-prático. Nesse sentido, serão desenvolvidas atividades de leitura, análise e avaliação de textos e de construção de planificações, de materiais didáticos e de instrumentos de análise. - Os métodos usados serão o diálogo vertical e horizontal, o trabalho de grupo e o trabalho de pesquisa. Serão usados recursos como apresentações e textos. - Os conteúdos teórico-práticos serão explorados e discutidos nas sessões síncronas, a realizar na plataforma Zoom. - A componente prática, a realizar nas sessões síncronas na plataforma Zoom e no trabalho assíncrono / autónomo consiste na conceção de planificação de atividades e de recursos de aula que serão apresentados e discutidos nas sessões síncronas. - As plataformas Moodle e Zoom constituem dois dos elementos nucleares para a partilha de informações (textos, vídeos), avaliações (tarefas e reflexão final) e para a formação em geral.
Avaliação
A avaliação consistirá num trabalho final que incluirá uma proposta completa de lecionação de um dos subtemas, a qual deve incluir os recursos a utilizar, acompanhados de uma adequada justificação didática e filosófica e que será discutido na última sessão síncrona. A avaliação terá ainda em conta a qualidade dos contributos de cada formando nos debates presenciais e na realização das tarefas das sessões assíncronas. Assiduidade e participação nas sessões - 20% Realização de tarefas 30% Reflexão fundamentada 50% Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. Trabalhos práticos e reflexões críticas efetuadas, a partir das e nas sessões presenciais, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados na escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC 3/2007 Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores Insuficiente; - 5 a 6,4 valores Regular; - 6,5 a 7,9 valores Bom; - 8 a 8,9 valores Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.
Bibliografia
- Critchley, S. On Humour. London: Routledge, 2002.- Mordechai, G. Humor, Laughter and Human Flourishing: A Philosophical Exploration of the Laughing Animal. Hidelberg: Springr, 2014.- Morreall , J. (Ed.) The Phillosophy of Laughter and Humor. Albany: SUNY, 1987.- Morreall, J. Comic Relief: A Compreensive Philosophy of Humor. Malden: Wiley-Blackwell, 2009.- Morrison, M. K. Using Humor to Maximize Learning. Lanham: Rowan & Littlefield Education, 2008.
Observações
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-02-2027 (Sábado) | 09:00 - 13:30 | 4:30 | Online síncrona |
| 2 | 10-02-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 3 | 17-02-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 4 | 20-02-2027 (Sábado) | 09:00 - 13:30 | 4:30 | Online síncrona |
| 5 | 24-02-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 6 | 27-02-2027 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Online síncrona |
| 7 | 03-03-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 8 | 06-03-2027 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Política e violência
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Curso
25,0 horas
e-learning
Professores dos Grupos 400 e 410
A discussão da violência como possibilidade inerente à manutenção do Estado revelará uma dimensão inevitavelmente pressuposta no módulo de filosofia política intitulado ética, direito e política. A organização da sociedade pressupõe o estabelecimento de uma ordem jurídica legitimadora do uso da força, ...
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Ref. 4571 Inscrições abertas até 4 de Abril de 2027 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-140426/26
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 10 de Abril de 2027
Fim: 22 de Maio de 2027
Regime: e-learning
Local: online
Formador
João Manuel Antunes Almeida Gouveia
Destinatários
Professores dos Grupos 400 e 410
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 400 e 410. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 400 e 410.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A discussão da violência como possibilidade inerente à manutenção do Estado revelará uma dimensão inevitavelmente pressuposta no módulo de filosofia política intitulado ética, direito e política. A organização da sociedade pressupõe o estabelecimento de uma ordem jurídica legitimadora do uso da força, com objetivos de autopreservação que poderão dar lugar às decisões bélicas incluídas como problema do mundo contemporâneo nas aprendizagens essenciais de filosofia do 10º ano. A violência (efetiva e possível) perdura nas sociedades democráticas, não como resquício em vias de extinção, mas como fonte de questões incontornáveis para que um tratamento suficientemente informado das teorias da justiça e das teorias da guerra justa seja possível.
Objetivos
Ao lembrar a relevância, sempre atual, da violência como condição político-jurídica da ordem social nas sociedades ocidentais, esta ação pretende mostrar a insuficiência de análises técnicas específicas para compreender o significado de fenómenos violentos circunstanciais. Em especial, procura-se: 1) Analisar criticamente a relação política entre direito e violência. 2) Explorar novas possibilidades para sociedades democráticas que permitam a rejeição da violência como pilar metafísico. 3) Explorar novas formas de evitar a violência em contexto escolar.
Conteúdos
1. É a violência uma expressão incontornável de qualquer sociedade juridicamente ordenada? Tópicos orientadores das discussões: 1.1. A força como sustentação do direito 1.2. A guerra como possibilidade política real 1.3. A crítica de Carl Schmitt a uma política humanista 2. Está o mundo ocidental preso em ciclos eternos de violência? Tópicos orientadores das discussões: 2.1. A violência sobre a vida nua (Giorgio Agamben) 2.2. A violência de libertação da vida nua 2.3. Culpa eterna e ciclo de violência 2.4. A deposição do direito 3. Qual a influência da vida biológica nas decisões políticas? Tópicos orientadores das discussões: 3.1. A dimensão jurídica e extrajurídica da soberania 3.2. A exceção jurídico-política sempre presente da vida nua 3.3. Conceito alargado de campo de concentração: o alargamento das formas de exclusão jurídico-política 4. Quais são as diferenças na expressão da violência em regimes ditatoriais e democráticos? Tópicos orientadores das discussões: 4.1. Violência em ditadura (Arendt) 4.1.1. Inimigo objetivo e inocente objetivo 4.1.2. A possibilidade ilimitada 4.1.3. O mal radical e a impossibilidade de perdão 4.2. Violência em democracia 4.2.1. Falta de meios alternativos de operar na cena internacional 4.2.2. A imprevisibilidade no uso da violência 4.2.3. Violência, poder e racionalidade
Metodologias
Durante seis sessões de três horas, usar-se-ão diferentes exercícios dialógicos para construir conhecimento em contexto cooperativo. A leitura e interpretação de textos será usada para estabelecer dinâmicas de aprendizagem coletiva capazes de afastar a polarização baseada em visões antagónicas. A reflexão coletiva sobre diferentes formas (possíveis e efetivas, passadas e futuras) de violência realçará a relevância social do tratamento filosófico deste problema e a necessidade de um compromisso com a liberdade reflexiva para que novas soluções sejam encontradas. Nas horas assíncronas, haverá lugar à construção coletiva de conhecimento em fóruns da plataforma moodle. Serão abertos separadores com questões ou excertos de textos que requeiram respostas dos formandos sobre a procura de novas soluções para a violência em contexto escolar. Os contributos serão abertos à participação de todos. O formador, como facilitador do diálogo, fornecerá feedback e moderará as interações.
Avaliação
Os seguintes elementos serão alvo de avaliação formal: - Participações nas discussões síncronas 20% - Participação nos fóruns de discussão (plataforma moodle) 40% - Uma proposta de abordagem de um módulo letivo com a finalidade de expressar desacordos construtivos, com os quais todos os alunos possam alcançar uma compreensão mais aprofundada sobre múltiplas visões do mesmo tema 40% Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. Trabalhos práticos e reflexões efectuadas, a partir das e nas sessões presenciais, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados nas escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC 3/2007 Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores Insuficiente; - 5 a 6,4 valores Regular; - 6,5 a 7,9 valores Bom; - 8 a 8,9 valores Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.
Bibliografia
Schmitt, Carl. O Conceito do Político. Lisboa: Edições 70, 2015.Arendt, Hannah. Sobre a Violência. Lisboa: Relógio dÁgua, 2014.Agamben, Giorgio. Estado de Excepção. Lisboa: Edições 70, 2018.
Observações
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-04-2027 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 14-04-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 3 | 17-04-2027 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 21-04-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 5 | 24-04-2027 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 08-05-2027 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 12-05-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online assíncrona |
| 8 | 15-05-2027 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 9 | 22-05-2027 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Deus diante dos olhos: visualização filosófica ativa como estratégia didática
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Curso
25,0 horas
e-learning
Professores do Grupo 410
O ensino do problema da existência de Deus exige a abordagem de conceitos altamente abstratos (como omnipotência, necessidade ou contingência) e de argumentos complexos, frequentemente de difícil apropriação pelos alunos. Esta ação propõe o recurso à Visualização Filosófica Ativa uma estratégia ...
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Ref. 3922 Inscrições abertas até 2 de Maio de 2027 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-136000/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 7 de Maio de 2027
Fim: 29 de Maio de 2027
Regime: e-learning
Local: online
Formador
Manuel João da Conceição e Pires
Destinatários
Professores do Grupo 410
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar e Associação de Professores de Filosofia
Enquadramento
O ensino do problema da existência de Deus exige a abordagem de conceitos altamente abstratos (como omnipotência, necessidade ou contingência) e de argumentos complexos, frequentemente de difícil apropriação pelos alunos. Esta ação propõe o recurso à Visualização Filosófica Ativa uma estratégia didático-filosófica que visa tornar visíveis, manipuláveis e experienciáveis os conceitos e estruturas argumentativas da Filosofia, através de metodologias ativas com intencionalidade filosófica. Combinando rigor lógico com imaginação disciplinada, promove-se uma apropriação mais crítica, profunda e autónoma desta problemática central das Aprendizagens Essenciais de Filosofia, em consonância com os princípios do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.
Objetivos
A ação visa capacitar os docentes para tornar visíveis os argumentos, conceitos e dilemas filosóficos sobre a existência de Deus através de estratégias de Visualização Filosófica Ativa. 1. Compreender a relevância filosófica e pedagógica do problema da existência de Deus. 2. Explorar o conceito de Visualização Filosófica Ativa como estratégia didático-filosófica. 3. Tornar visíveis atributos divinos como omnipotência e necessidade por via de analogias e esquemas. 4. Reconstruir visual e criticamente os argumentos cosmológicos, teleológicos e ontológicos. 5. Representar o problema do mal em experiências mentais encenadas. 6. Contrastar formas inferenciais e não inferenciais de justificação da crença. 7. Criar atividades com júris filosóficos, duelos de objeções e mapas argumentativos. 8. Traduzir conceitos metafísicos em formas inteligíveis e comunicáveis. 9. Desenvolver competências de análise lógica e argumentativa. 10. Articular o trabalho com as Aprendizagens Essenciais. 11. Estimular a metacognição filosófica nas práticas didáticas. 12. Explorar o uso pedagógico da IA na investigação filosófica.
Conteúdos
1. O Problema da Existência de Deus 1.1. Perenidade e Atualidade da Questão de Deus 1.1.1. Compreender a persistência da questão de Deus na história da filosofia 1.1.2. Relacionar a interrogação teísta com o contexto atual e o quotidiano dos alunos 1.2. Possíveis Estratégias de VFA 1.2.1. Linha do tempo argumentativa 1.2.2. Mural interativo com citações 1.2.3. Debate filosófico encenado 2. O Conceito de Deus e os Seus Atributos 2.1. Tornar visualizáveis os atributos divinos: omnipotência, omnibenevolência e omnisciência 2.2. Explorar coerência lógica entre os atributos 2.3. Estimular o pensamento abstrato e metafísico 2.4. Possíveis Estratégias de VFA 2.4.1. Mapa dos atributos divinos 2.4.2. Simulação de colisões conceituais 2.4.3. Dramatização metafísica 3. Argumentos Cosmológicos 3.1. Visualizar a estrutura do argumento da Primeira Causa (Tomás de Aquino) 3.2. Compreender o argumento Kalam (W. L. Craig) e o problema da infinitude 3.3. Possíveis Estratégias de VFA 3.3.1. Diagramas de regressão causal 3.3.2. Representação do início do universo 3.3.3. Encenação em mundos possíveis 4. Argumentos Teleológicos 4.1. Interpretar a ordem e finalidade natural (Tomás de Aquino) 4.2. Analisar a analogia do relojoeiro (William Paley) 4.3. Avaliar a hipótese do ajuste fino do universo (Fine Tuning) 4.4. Possíveis Estratégias de VFA 4.4.1. Júris filosóficos com evidência empírica 4.4.2. Animações visuais da complexidade 4.4.3. Simulações de universos múltiplos 5. Argumentos Ontológicos 5.1. Compreender a versão clássica (Anselmo) e a versão modal (Plantinga) 5.2. Aplicar a lógica de mundos possíveis 5.3. Possíveis Estratégias de VFA 5.3.1. Diagramas entre pensamento e ser 5.3.2. Jogos de lógica modal 5.3.3. Debates encenados com objeções 6. O Problema do Mal 6.1. Distinguir as versões lógica e indiciária do problema 6.2. Analisar a teodiceia do melhor mundo possível (Leibniz) 6.3. Explorar o soul-making e a defesa do livre-arbítrio (Plantinga) 6.4. Compreender os argumentos do dormitório (Blackburn) e do corço (Rowe) 6.5. Possíveis Estratégias de VFA 6.5.1. Animações de mundos com e sem mal 6.5.2. Dramatizações de dilemas morais 6.5.3. Simulações de sofrimento sem justificação 7. Formas de Justificação da Crença em Deus 7.1. Distinguir fé, fideísmo e evidencialismo 7.2. Avaliar a crença como apropriadamente básica (Plantinga) 7.3. Compreender a racionalidade prudencial na Aposta de Pascal 7.4. Contrastar a crença teísta com analogias paródicas (ex.: Monstro do Esparguete Voador) 7.5. Possíveis Estratégias de VFA 7.5.1. Júris filosóficos sobre tipos de crença 7.5.2. Simulações interativas de apostas 7.5.3. Visualizações de redes epistémicas 8. Pluralidade de Posições Filosóficas sobre Deus 8.1. Compreender diferentes formas de ateísmo (hostil vs. amigável) 8.2. Visualizar atitudes filosóficas perante o teísmo 8.3. Possíveis Estratégias de VFA 8.3.1. Debates entre crentes e céticos 8.3.2. Dinâmicas de tolerância e convivência intelectual 8.3.3. Análise crítica de posturas
Metodologias
Online síncrono: 20h | Trabalho autónomo (assíncrono): 5h A ação será dinamizada em sessões síncronas na plataforma Zoom, com recurso a estratégias de Visualização Filosófica Ativa, que visam tornar visíveis em mapas, imagens, analogias e encenações os argumentos e conceitos filosóficos trabalhados. As sessões incluirão momentos expositivos breves, atividades colaborativas, dramatizações filosóficas, simulações e experiências mentais conduzidas de forma interativa. Serão utilizados quadros partilhados, salas simultâneas para trabalho em pequenos grupos e ferramentas digitais para estimular a construção de visualizações conceptuais. A partilha de práticas entre docentes será encorajada, bem como a conceção de atividades transponíveis para o contexto de sala de aula. A ação culmina na elaboração de microprojetos de investigação filosófica, com possibilidade de integrar o uso de Inteligência Artificial (como o ChatGPT) na exploração e debate dos argumentos. Pretende-se criar um ambiente de pensamento crítico e criativo, onde a filosofia se torne visível, experienciável e pedagogicamente significativa.
Avaliação
Para além dos materiais e das reflexões realizadas durante a formação síncrona, os formandos terão de elaborar: ● Um projeto filosófico-didático. ● Um trabalho individual, que reflita sobre um dos tópicos abordados e desenvolva uma planificação didática, que materialize os conhecimentos e as competências adquiridas. Assiduidade e participação nas sessões - 20% Realização de tarefas 30% Trabalho individual 50% Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. Trabalhos práticos e reflexões críticas efetuadas, a partir das e nas sessões presenciais, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados na escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC 3/2007 Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores Insuficiente; - 5 a 6,4 valores Regular; - 6,5 a 7,9 valores Bom; - 8 a 8,9 valores Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.
Bibliografia
Oppy, G. (2018). Atheism: The basics. Routledge.Rowe, W. L. (2007). Philosophy of religion: An introduction (4th ed.). Cengage Learning.Sorensen, R. A. (2003). A brief history of the paradox: Philosophy and the labyrinths of the mind. Oxford University Press.Hand, M., & Winstanley, C. (Eds.). (2008). Philosophy in schools. Continuum.Worley, P. (2011). The if machine: Philosophical enquiry in the classroom. Continuum.
Observações
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-05-2027 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 08-05-2027 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 12-05-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online assíncrona |
| 4 | 14-05-2027 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 5 | 15-05-2027 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 19-05-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online assíncrona |
| 7 | 21-05-2027 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 8 | 22-05-2027 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 9 | 28-05-2027 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 10 | 29-05-2027 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
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