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Avalie as suas competências digitais com a Academia Portugal Digital
A Academia Portugal Digital disponibiliza uma ferramenta de autoavaliação que permite aos docentes conhecer e refletir sobre o seu nível de competências digitais baseado no DigComp, o quadro europeu de referência. O teste abrange cinco áreas de competência, com 20 perguntas por área, e demora apenas cerca de 5 minutos a completar. Esta autoavaliação permite identificar o seu nível atual de proficiência digital e apoiar o seu desenvolvimento profissional, contribuindo para uma integração mais eficaz do digital nas práticas pedagógicas. Participe e descubra o seu nível de competências digitais em: Academia Portugal Digital.
Após realizar a autoavaliação, convidamos todos os docentes a partilhar o seu nível global de competências digitais com o CFAECIVOB. Esta informação é fundamental para apoiar o diagnóstico das necessidades formativas e planear ações de formação mais ajustadas. Registe os seus resultados através do formulário disponível aqui.
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AEDD 2025/26
O Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica do Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar aprovou, a 25 de setembro de 2025, o documento "Procedimentos e prazos do processo de Avaliação Externa do Desempenho Docente (AEDD)", relativo ao Ano letivo 2025/26.
Assim,
1.
a. O docente que, no ano letivo 2025/26, se encontra em período probatório ou integrado no 2.º e 4.º escalão da carreira docente no último ano escolar do fim do ciclo de avaliação, solicita Avaliação Externa do Desempenho Docente (AEDD) em cfaebeiramar.pt até ao dia 31.12.2025;
b. O docente que, para atribuição da menção de Excelente no ano letivo 2026/27, em qualquer escalão, o deseja, solicita Avaliação Externa do Desempenho Docente (AEDD) em cfaebeiramar.pt até ao dia 31.12.2025;
2. O Diretor da Unidade Orgânica do docente que solicitou AEDD valida (ou não) o respetivo Requerimento até ao dia 16.01.2026;
3. O CFAE Beira Mar disponibiliza a informação sobre os respetivos Avaliador/Avaliado até ao dia 28.01.2026;
4. O CFAE Beira Mar ministra uma AFCD para Avaliadores/Avaliados - separadamente -, online, no dia 29.01.2026;
5. O Avaliador submete em cfaebeiramar.pt a calendarização acordada com o Avaliado das aulas a observar até ao dia 06.02.2026;
6. O período de observação de aulas é de 08.02.2026 a 20.03.2026, exceto em casos devidamente justificados ao CFAE Beira Mar;
7. O docente em AEDD envia o roteiro até 2 (dois) dias antes da observação de cada aula;
8. Até dez dias após a última aula observada, o docente em AEDD submete em cfaebeiramar.pt o relatório de auto-avaliação[1] (no que diz respeito às aulas observadas);
9. O Avaliador externo tem de submeter em cfaebeiramar.pt a sua avaliação, com todos os documentos relacionados com a observação de aulas / avaliação externa (instrumentos de registo e anexo II) até 25 (vinte e cinco) dias após a última aula observada;
10. O Diretor da Unidade Orgânica do docente avaliado efetua o pedido de convocatória para reunião entre Avaliadores externo e interno ao Diretor da Unidade Orgânica do Avaliador externo em cfaebeiramar.pt.
11. Os avaliadores externo e interno articulam o resultado final da avaliação da dimensão científica e pedagógica (desta reunião é elaborada ata).
Esta etapa (reunião) deverá decorrer, para todos os docentes em processo de AEDD, até ao dia 03 de julho de 2026.
12. O diretor da Unidade Orgânica a que pertence o docente em AEDD valida o processo em cfaebeiramar.pt.
[1] Este relatório de autoavaliação do avaliado deve ser sucinto e incidir unicamente sobre a parte que se refere às aulas observadas, sendo que posteriormente deve ser inserido no relatório do ciclo avaliativo.
Plano de formação

O Plano de Formação que o CFAE Beira Mar construiu, conjuntamente com as Unidades Orgânicas associadas, correspondendo às respetivas necessidades formativas, encontra-se alinhado com os objetivos e com as medidas de política educativa na área da (re)qualificação dos docentes da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário e outros agentes profissionais do sistema de educação e formação.
O Plano de Formação, que suporta esta candidatura, pretende dar resposta às necessidades de formação dos Agrupamentos/Escolas Associados/as do CFAE Beira Mar que se enquadram nas medidas de política educativa previstas nesta matéria.
O CFAE Beira Mar espera atingir com a operação um universo de 935 formandos, distribuídos por 55 Cursos/Oficinas/AFCDs (87 ações) e uma taxa de conclusão mínima de 80%, no período de Set/2024 a Jul/2026.
O Anúncio de pré-informação e seleção de formador externo pode ser consultado aqui.
TeachXevidence
O CFAE Beira Mar é parceiro no Consórcio, liderado pela Universidade de Barcelona, subordinado ao tema "TeachXevidence - Preventing gender-based violence in schools based on scientific evidence with social impact" (CERV-2022-DAPHNE 101096234)
https://www.instagram.com/teachxevidence/
https://twitter.com/teachxevidence

Plataforma CFAE Beira Mar - AJUDA
1- Registar na Plataforma CFAE Beira Mar
- Aceda à plataforma do CFAE Beira Mar em cfaebeiramar.pt
- Clique na opção “Criar Conta”
- Escolha uma das opções (docente, não docente ou formador externo)
- Leia a Política de Privacidade e os Termos e Condições e coloque um visto na caixa “Li e concordo…”
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Sugestões:- no nome de utilizador, coloque o que tem no seu e-mail pessoal à esquerda da @
- no e-mail opte por colocar um e-mail pessoal em vez de um profissional
- os dados obrigatórios estão marcados com um *, pelo que terá que os preencher
- pode concluir o preenchimento destes dados mais tarde, mas se não o fizer corretamente os documentos gerados pela plataforma (contratos, etc.) irão conter dados errados
- Clique em “Guardar”
- Realize o passo 3 (mais abaixo) desta lista para preencher dados que pode ter deixado em falta
2- Entrar na Plataforma CFAE Beira Mar
- Para poder entrar, tem que ter realizado uma vez o passo anterior
- Aceda à plataforma do CFAE Beira Mar em cfaebeiramar.pt
- Clique em “Iniciar Sessão” e entrar com as suas credenciais
Nota: Se já tem uma conta, não crie outra! Se não sabe o seu nome de utilizador ou palavra passe, na área à direita clique em “Criar nova palavra-passe”, consulte o seu e-mail e siga os passos lá descritos.
3- Verificar e corrigir os seus dados
- No canto superior direito, clique em cima do seu nome e depois em “Editar”
- Verifique se os dados apresentados estão corretos
- Passe o rato por cima da área a corrigir (identificação, contactos, situação profissional, etc.), e clique no ícone do lápis que aparece à direita
- Corrija ou complemente os seus dados
- Clique em “Guardar”
Nota: mantenha o seu perfil corretamente atualizado. Os documentos gerados pela plataforma baseiam-se nos dados que forneceu, pelo que se indicar informação errada esta passará para os documentos.
4- Inscrever numa ação
- Realize o passo 2 (acima) desta lista
- Clique no menu “Oferta Formativa”
- Procure a ação e clique nela para saber mais detalhes
- Para se inscrever clique no botão “Inscrever-me”
5- Entregar documentação
- Realize o passo 2 (acima) desta lista
- Clique no menu “Formando”
- Clique na Ação
- Clique no separador “Documentos”
- Verifique a lista de documentos solicitados
- Descarregue um documento
- Assine-o digitalmente com o seu Cartão de Cidadão (veja como neste vídeo).
- Submeta o documento na plataforma
- Volte ao passo 4 para os restantes documentos
- Até que encontre os documentos todos validados pelo CFAE Beira Mar, deve realizar regularmente os passos indicados
Notas:
- evite o papel assinando os documentos digitalmente.
- esteja atento(a) ao seu e-mail, pois receberá uma mensagem de aviso se ocorrer alguma invalidação de documento.
6- Descarregar Certificado de uma Ação
- Aceda à plataforma do CFAE Beira Mar em cfaebeiramar.pt
- Clique em “Iniciar Sessão” e entrar com as suas credenciais
- Clique no menu “Histórico”
- Procure e clique em cima da ação
- Consulte a informação e clique em “Transferir” para descarregar o seu certificado
7- Como assinar com o Cartão de Cidadão
- Autenticidade: Garantia da identidade de quem o assinou. As assinaturas digitais são muito mais robustas do que as manuais.
- Integridade: Garantia de que o documento se encontra tal e qual como no momento em que foi assinado.
- Não repúdio: Garantia de que, depois de assinado, o signatário não pode negar que o assinou.
O que precisa para assinar documentos com o Cartão de Cidadão:
- Códigos do Cartão de Cidadão: Uma carta que recebe na sua morada, quando muda de CC e que precisa para o levantar. Esta carta tem, entre outros, o PIN de morada, o PIN de autenticação e o PIN de Assinatura Digital do Cartão de Cidadão. Se perdeu esta folha, por questões de segurança, deve solicitar uma nova (tem um custo de 5€) num dos balcões das várias entidades da Administração Pública e guarda-la num local seguro.
- Assinatura Digital ativa: Usualmente os Cartões de Cidadão não têm a assinatura digital ativada. A ativação da assinatura digital pode ser solicitada num dos balcões das várias entidades da Administração Pública.
- Leitor de Cartões de Cidadão: Este é um dispositivo que se liga por USB a um computador e que pode ser adquidido numa grande superfície ou numa loja de informática (custo aprox. entre 8€ e 15€).
- Sem leitor de Cartões de Cidadão -> Ativar Chave Movel Digital: Se não tem leitor de Cartões de Cidadão ou prefere usar um Smartphone para assinar, deve ter os cuidados de segurança enerentes a este processo (PIN seguro ou autenticação biométrica ativada no smartphone), e solicitar a ativação da Chave Móvel Digital num dos balcões das várias entidades da Administração Pública.
Assinar um documento com leitor de Cartões de Cidadão: (Vídeo explicativo aqui)
- Descarregar e instalar a aplicação Autenticação.gov no computador;
- Ligar o leitor de Cartões de Cidadão a uma das portas USB do computador;
- Abrir a aplicação Autenticação.gov;
- Inserir o Cartão de Cidadão no leitor de cartões;
- Escolher a opção Assinatura;
- Adicionar os documentos (PDF);
- Usar o rato para posicionar a assinatura no local pretendido;
- Escolher a opção Assinar com Cartão de Cidadão;
- Será solicitado o local no computador onde pretende guardar a versão do documento assinada digitalmente (nome a terminará em "_signed").
- Inserir o PIN da assinatura.
Assinar um documento sem leitor de Cartões de Cidadão: (Vídeo explicativo aqui)
- Descarregar e instalar a aplicação Autenticação.gov no computador;
- Abrir a aplicação Autenticação.gov;
- Escolher a opção Assinatura;
- Adicionar os documentos (PDF);
- Usar o rato para posicionar a assinatura no local pretendido;
- Escolher a opção Assinar com Chave Móvel Digital;
- Será solicitado o local no computador onde pretende guardar a versão do documento assinada digitalmente (nome a terminará em "_signed").
- Inserir o número de telemóvel, o PIN da assinatura da Chave Móvel Digital e clicar em Confirmar.
DIVULGAÇÃO
Temas de Arqueologia - 2026
ACD
3.0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
O Município da Figueira da Foz, através da Divisão de Museu, Património e Núcleos, tem vindo a promover, anualmente, em parceria com a Universidade Sénior da Figueira da Foz (USFF), no âmbito da sua disciplina de Património Cultural, o Ciclo de Conferências “Temas de Arqueologia”. Esta iniciativa, que ...
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Ref. 421Conferência 1 Inscrições abertas até 03-02-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CFAEBM-272526
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3.0 horas
Início: 04-02-2026
Fim: 04-02-2026
Regime: Presencial
Local: Auditório Municipal Madalena Biscaia Perdigão, Figueira Foz
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CFAE Beira Mar, Município da Figueira da Foz e Universidade Sénior da Figueira da Foz
Enquadramento
O Município da Figueira da Foz, através da Divisão de Museu, Património e Núcleos, tem vindo a promover, anualmente, em parceria com a Universidade Sénior da Figueira da Foz (USFF), no âmbito da sua disciplina de Património Cultural, o Ciclo de Conferências “Temas de Arqueologia”. Esta iniciativa, que decorrerá no Auditório Municipal Madalena Biscaia Perdigão, procura dar resposta aos interesses da comunidade escolar universitária e do ensino secundário, abordando temas de Arqueologia, de Arte, de História e de História Local, entre outras áreas de saber. Estas sessões conferem certificação pelo Centro de Formação da Associação de Escolas Beira Mar e, para além do público privilegiado da Universidade, as aulas/conferência são abertas à comunidade, sejam seniores ou jovens, professores ou estudantes, historiadores e investigadores. Esta edição dos “Temas de Arqueologia - 2026”, a décima, pretende integrar seis Conferências, as quais irão ao encontro dos eixos estratégicos do Município, abordando temáticas da ciência arqueológica no âmbito territorial do Concelho.
Conteúdos
Conferência 1 “Escavar o Passado: uma breve história da arqueologia” | Pedro Correia Silva Embora a palavra arqueologia costume despertar de imediato a curiosidade do público, a verdade é que esta ciência tão fascinante e apelativa tem sido alvo de uma imerecida desatenção. Na realidade, aquilo que é e o que faz um arqueólogo raramente é divulgado a uma escala que não local ou regional. Com esta comunicação, de carácter mais intimista, pretende-se apresentar o livro “Escavar o Passado: uma breve história da arqueologia”. Do mesmo modo, procura-se dar a conhecer o processo criativo da obra e refletir sobre a importância da divulgação desta disciplina junto do público em geral. Conferência 2 “A imagem fotográfica na Arqueologia em Portugal (1850-1950): um projeto em construção” | Carlos Batista A importância da fotografia associada aos desenvolvimentos disciplinares tem sido alvo de vários estudos, mas desconhecem-se ainda os impactos da fotografia associada à Arqueologia em Portugal. Com o objetivo entender a ligação entre fotografia e Arqueologia no ‘tempo longo’, propomo-nos analisar os conteúdos de imagens fotográficas, identificar as técnicas e os atores associados recorrendo à análise de revistas dedicadas à Arqueologia, mas também espólios fotográficos pessoais e institucionais. A fotografia foi um suporte técnico ou um agente ativo no desenvolvimento da Arqueologia em Portugal? Que atores utilizaram esta técnica e que tipos de registos efetuavam? Como é que progressos fotográficos se refletem nos projetos e desenvolvimentos científicos da Arqueologia em Portugal? Nesta comunicação apresentaremos dados essenciais para a compreensão deste tema no contexto específico do Baixo Mondego com especial incidência na Figueira da Foz. Conferência 3 "Arqueologia nas Margens: Comunidade, Memória e Resistência no Espaço Social" | Tânia Manuel Casimiro Partindo das intersecções entre teoria social e arqueologia, esta comunicação explora conceitos e fenómenos tais como desigualdade, crise na habitação, posicionalidade, identidade e ecologia e como estes moldam práticas e interpretações arqueológicas em contextos contemporâneos. A arqueologia social torna-se aqui um instrumento crítico para compreender formas de marginalização, estratégias de resistência e modos de habitar produzidos nas franjas urbanas e emocionais da vida social. A partir deste enquadramento, apresentam-se três projetos que materializam estas questões. Nos bairros informais de Lisboa, marcados por exclusão, a arqueologia comunitária permite reconstruir narrativas de pertença e desafiar discursos estigmatizantes. O estudo do Muro do Miratejo revela práticas de memória e identidade inscritas por juventudes periféricas, evidenciando tensões entre visibilidade e apagamento no espaço urbano. Por fim, a análise do lixo religioso mostra como objetos descartados expressam afetos, ecologias simbólicas e modos de viver o luto que escapam às responsabilidades ecológicas. Em conjunto, estes casos demonstram uma arqueologia comprometida com justiça social, cuidado comunitário e ecologias de memória. Conferência 4 "Manuel Filipe da obra ao negro às cores da liberdade" | Pedro Miguel Ferrão e Fernanda Alves Conferência 5 "João Afonso, um mestre dos sinos que se tornou escultor" | Carla Alexandra Gonçalves Conferência 6 Testemunhos materiais da presença de Portugal na Ásia nos séculos XVI a XVIII – as colchas de motivos botânicos ao modo da Índia e da Pérsia do Museu Municipal Santos Rocha (Figueira da Foz)” | Ana Barros Graça Ferraz Quando os portugueses atravessaram o Oceano Índico em 1498, desencadeou-se um processo intercultural de enormes proporções que originou uma nova cultura material, híbrida e visual. As rotas comerciais que passaram a ligar Goa e Lisboa no final do século XV vieram facilitar a chegada dos têxteis asiáticos ao Reino, embora ainda inacessíveis a um grande grupo de consumidores. Por este motivo, no final do século XVI, início do século XVII começam a surgir em Portugal, produções nacionais “de substituição”, mais acessíveis e inspiradas nos motivos, cores e padrões asiáticos, em particular colchas e os tapetes bordados, dos quais destacamos as colchas de Castelo Branco, os tapetes de Arraiolos, as colchas da «Oficina de Lisboa» e as «colchas de motivos botânicos ao modo da Índia e da Pérsia». Tendo como ponto de partida os dois exemplares bordados de aparato da coleção do Museu Municipal Santos Rocha, que integram a última produção referida, iremos dar a conhecer as «colchas de motivos botânicos ao modo da Índia e da Pérsia» enquanto produção autónoma dos séculos XVII e XVIII, destacando os seus aspetos mais relevantes, nomeadamente as influências multiculturais nela refletidas.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 04-02-2026 (Quarta-feira) | 14:30 - 15:30 | 1:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Temas de Arqueologia - 2026
ACD
3.0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
O Município da Figueira da Foz, através da Divisão de Museu, Património e Núcleos, tem vindo a promover, anualmente, em parceria com a Universidade Sénior da Figueira da Foz (USFF), no âmbito da sua disciplina de Património Cultural, o Ciclo de Conferências “Temas de Arqueologia”. Esta iniciativa, que ...
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Ref. 421Conferência 2 Inscrições abertas até 10-02-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CFAEBM-272526
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3.0 horas
Início: 11-02-2026
Fim: 11-02-2026
Regime: Presencial
Local: Auditório Municipal Madalena Biscaia Perdigão, Figueira Foz
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CFAE Beira Mar, Município da Figueira da Foz e Universidade Sénior da Figueira da Foz
Enquadramento
O Município da Figueira da Foz, através da Divisão de Museu, Património e Núcleos, tem vindo a promover, anualmente, em parceria com a Universidade Sénior da Figueira da Foz (USFF), no âmbito da sua disciplina de Património Cultural, o Ciclo de Conferências “Temas de Arqueologia”. Esta iniciativa, que decorrerá no Auditório Municipal Madalena Biscaia Perdigão, procura dar resposta aos interesses da comunidade escolar universitária e do ensino secundário, abordando temas de Arqueologia, de Arte, de História e de História Local, entre outras áreas de saber. Estas sessões conferem certificação pelo Centro de Formação da Associação de Escolas Beira Mar e, para além do público privilegiado da Universidade, as aulas/conferência são abertas à comunidade, sejam seniores ou jovens, professores ou estudantes, historiadores e investigadores. Esta edição dos “Temas de Arqueologia - 2026”, a décima, pretende integrar seis Conferências, as quais irão ao encontro dos eixos estratégicos do Município, abordando temáticas da ciência arqueológica no âmbito territorial do Concelho.
Conteúdos
Conferência 1 “Escavar o Passado: uma breve história da arqueologia” | Pedro Correia Silva Embora a palavra arqueologia costume despertar de imediato a curiosidade do público, a verdade é que esta ciência tão fascinante e apelativa tem sido alvo de uma imerecida desatenção. Na realidade, aquilo que é e o que faz um arqueólogo raramente é divulgado a uma escala que não local ou regional. Com esta comunicação, de carácter mais intimista, pretende-se apresentar o livro “Escavar o Passado: uma breve história da arqueologia”. Do mesmo modo, procura-se dar a conhecer o processo criativo da obra e refletir sobre a importância da divulgação desta disciplina junto do público em geral. Conferência 2 “A imagem fotográfica na Arqueologia em Portugal (1850-1950): um projeto em construção” | Carlos Batista A importância da fotografia associada aos desenvolvimentos disciplinares tem sido alvo de vários estudos, mas desconhecem-se ainda os impactos da fotografia associada à Arqueologia em Portugal. Com o objetivo entender a ligação entre fotografia e Arqueologia no ‘tempo longo’, propomo-nos analisar os conteúdos de imagens fotográficas, identificar as técnicas e os atores associados recorrendo à análise de revistas dedicadas à Arqueologia, mas também espólios fotográficos pessoais e institucionais. A fotografia foi um suporte técnico ou um agente ativo no desenvolvimento da Arqueologia em Portugal? Que atores utilizaram esta técnica e que tipos de registos efetuavam? Como é que progressos fotográficos se refletem nos projetos e desenvolvimentos científicos da Arqueologia em Portugal? Nesta comunicação apresentaremos dados essenciais para a compreensão deste tema no contexto específico do Baixo Mondego com especial incidência na Figueira da Foz. Conferência 3 "Arqueologia nas Margens: Comunidade, Memória e Resistência no Espaço Social" | Tânia Manuel Casimiro Partindo das intersecções entre teoria social e arqueologia, esta comunicação explora conceitos e fenómenos tais como desigualdade, crise na habitação, posicionalidade, identidade e ecologia e como estes moldam práticas e interpretações arqueológicas em contextos contemporâneos. A arqueologia social torna-se aqui um instrumento crítico para compreender formas de marginalização, estratégias de resistência e modos de habitar produzidos nas franjas urbanas e emocionais da vida social. A partir deste enquadramento, apresentam-se três projetos que materializam estas questões. Nos bairros informais de Lisboa, marcados por exclusão, a arqueologia comunitária permite reconstruir narrativas de pertença e desafiar discursos estigmatizantes. O estudo do Muro do Miratejo revela práticas de memória e identidade inscritas por juventudes periféricas, evidenciando tensões entre visibilidade e apagamento no espaço urbano. Por fim, a análise do lixo religioso mostra como objetos descartados expressam afetos, ecologias simbólicas e modos de viver o luto que escapam às responsabilidades ecológicas. Em conjunto, estes casos demonstram uma arqueologia comprometida com justiça social, cuidado comunitário e ecologias de memória. Conferência 4 "Manuel Filipe da obra ao negro às cores da liberdade" | Pedro Miguel Ferrão e Fernanda Alves Conferência 5 "João Afonso, um mestre dos sinos que se tornou escultor" | Carla Alexandra Gonçalves Conferência 6 Testemunhos materiais da presença de Portugal na Ásia nos séculos XVI a XVIII – as colchas de motivos botânicos ao modo da Índia e da Pérsia do Museu Municipal Santos Rocha (Figueira da Foz)” | Ana Barros Graça Ferraz Quando os portugueses atravessaram o Oceano Índico em 1498, desencadeou-se um processo intercultural de enormes proporções que originou uma nova cultura material, híbrida e visual. As rotas comerciais que passaram a ligar Goa e Lisboa no final do século XV vieram facilitar a chegada dos têxteis asiáticos ao Reino, embora ainda inacessíveis a um grande grupo de consumidores. Por este motivo, no final do século XVI, início do século XVII começam a surgir em Portugal, produções nacionais “de substituição”, mais acessíveis e inspiradas nos motivos, cores e padrões asiáticos, em particular colchas e os tapetes bordados, dos quais destacamos as colchas de Castelo Branco, os tapetes de Arraiolos, as colchas da «Oficina de Lisboa» e as «colchas de motivos botânicos ao modo da Índia e da Pérsia». Tendo como ponto de partida os dois exemplares bordados de aparato da coleção do Museu Municipal Santos Rocha, que integram a última produção referida, iremos dar a conhecer as «colchas de motivos botânicos ao modo da Índia e da Pérsia» enquanto produção autónoma dos séculos XVII e XVIII, destacando os seus aspetos mais relevantes, nomeadamente as influências multiculturais nela refletidas.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 11-02-2026 (Quarta-feira) | 14:30 - 15:30 | 1:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Temas de Arqueologia - 2026
ACD
3.0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
O Município da Figueira da Foz, através da Divisão de Museu, Património e Núcleos, tem vindo a promover, anualmente, em parceria com a Universidade Sénior da Figueira da Foz (USFF), no âmbito da sua disciplina de Património Cultural, o Ciclo de Conferências “Temas de Arqueologia”. Esta iniciativa, que ...
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Ref. 421Conferência 3 Inscrições abertas até 24-02-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CFAEBM-272526
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3.0 horas
Início: 25-02-2026
Fim: 25-02-2026
Regime: Presencial
Local: Auditório Municipal Madalena Biscaia Perdigão, Figueira Foz
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CFAE Beira Mar, Município da Figueira da Foz e Universidade Sénior da Figueira da Foz
Enquadramento
O Município da Figueira da Foz, através da Divisão de Museu, Património e Núcleos, tem vindo a promover, anualmente, em parceria com a Universidade Sénior da Figueira da Foz (USFF), no âmbito da sua disciplina de Património Cultural, o Ciclo de Conferências “Temas de Arqueologia”. Esta iniciativa, que decorrerá no Auditório Municipal Madalena Biscaia Perdigão, procura dar resposta aos interesses da comunidade escolar universitária e do ensino secundário, abordando temas de Arqueologia, de Arte, de História e de História Local, entre outras áreas de saber. Estas sessões conferem certificação pelo Centro de Formação da Associação de Escolas Beira Mar e, para além do público privilegiado da Universidade, as aulas/conferência são abertas à comunidade, sejam seniores ou jovens, professores ou estudantes, historiadores e investigadores. Esta edição dos “Temas de Arqueologia - 2026”, a décima, pretende integrar seis Conferências, as quais irão ao encontro dos eixos estratégicos do Município, abordando temáticas da ciência arqueológica no âmbito territorial do Concelho.
Conteúdos
Conferência 1 “Escavar o Passado: uma breve história da arqueologia” | Pedro Correia Silva Embora a palavra arqueologia costume despertar de imediato a curiosidade do público, a verdade é que esta ciência tão fascinante e apelativa tem sido alvo de uma imerecida desatenção. Na realidade, aquilo que é e o que faz um arqueólogo raramente é divulgado a uma escala que não local ou regional. Com esta comunicação, de carácter mais intimista, pretende-se apresentar o livro “Escavar o Passado: uma breve história da arqueologia”. Do mesmo modo, procura-se dar a conhecer o processo criativo da obra e refletir sobre a importância da divulgação desta disciplina junto do público em geral. Conferência 2 “A imagem fotográfica na Arqueologia em Portugal (1850-1950): um projeto em construção” | Carlos Batista A importância da fotografia associada aos desenvolvimentos disciplinares tem sido alvo de vários estudos, mas desconhecem-se ainda os impactos da fotografia associada à Arqueologia em Portugal. Com o objetivo entender a ligação entre fotografia e Arqueologia no ‘tempo longo’, propomo-nos analisar os conteúdos de imagens fotográficas, identificar as técnicas e os atores associados recorrendo à análise de revistas dedicadas à Arqueologia, mas também espólios fotográficos pessoais e institucionais. A fotografia foi um suporte técnico ou um agente ativo no desenvolvimento da Arqueologia em Portugal? Que atores utilizaram esta técnica e que tipos de registos efetuavam? Como é que progressos fotográficos se refletem nos projetos e desenvolvimentos científicos da Arqueologia em Portugal? Nesta comunicação apresentaremos dados essenciais para a compreensão deste tema no contexto específico do Baixo Mondego com especial incidência na Figueira da Foz. Conferência 3 "Arqueologia nas Margens: Comunidade, Memória e Resistência no Espaço Social" | Tânia Manuel Casimiro Partindo das intersecções entre teoria social e arqueologia, esta comunicação explora conceitos e fenómenos tais como desigualdade, crise na habitação, posicionalidade, identidade e ecologia e como estes moldam práticas e interpretações arqueológicas em contextos contemporâneos. A arqueologia social torna-se aqui um instrumento crítico para compreender formas de marginalização, estratégias de resistência e modos de habitar produzidos nas franjas urbanas e emocionais da vida social. A partir deste enquadramento, apresentam-se três projetos que materializam estas questões. Nos bairros informais de Lisboa, marcados por exclusão, a arqueologia comunitária permite reconstruir narrativas de pertença e desafiar discursos estigmatizantes. O estudo do Muro do Miratejo revela práticas de memória e identidade inscritas por juventudes periféricas, evidenciando tensões entre visibilidade e apagamento no espaço urbano. Por fim, a análise do lixo religioso mostra como objetos descartados expressam afetos, ecologias simbólicas e modos de viver o luto que escapam às responsabilidades ecológicas. Em conjunto, estes casos demonstram uma arqueologia comprometida com justiça social, cuidado comunitário e ecologias de memória. Conferência 4 "Manuel Filipe da obra ao negro às cores da liberdade" | Pedro Miguel Ferrão e Fernanda Alves Conferência 5 "João Afonso, um mestre dos sinos que se tornou escultor" | Carla Alexandra Gonçalves Conferência 6 Testemunhos materiais da presença de Portugal na Ásia nos séculos XVI a XVIII – as colchas de motivos botânicos ao modo da Índia e da Pérsia do Museu Municipal Santos Rocha (Figueira da Foz)” | Ana Barros Graça Ferraz Quando os portugueses atravessaram o Oceano Índico em 1498, desencadeou-se um processo intercultural de enormes proporções que originou uma nova cultura material, híbrida e visual. As rotas comerciais que passaram a ligar Goa e Lisboa no final do século XV vieram facilitar a chegada dos têxteis asiáticos ao Reino, embora ainda inacessíveis a um grande grupo de consumidores. Por este motivo, no final do século XVI, início do século XVII começam a surgir em Portugal, produções nacionais “de substituição”, mais acessíveis e inspiradas nos motivos, cores e padrões asiáticos, em particular colchas e os tapetes bordados, dos quais destacamos as colchas de Castelo Branco, os tapetes de Arraiolos, as colchas da «Oficina de Lisboa» e as «colchas de motivos botânicos ao modo da Índia e da Pérsia». Tendo como ponto de partida os dois exemplares bordados de aparato da coleção do Museu Municipal Santos Rocha, que integram a última produção referida, iremos dar a conhecer as «colchas de motivos botânicos ao modo da Índia e da Pérsia» enquanto produção autónoma dos séculos XVII e XVIII, destacando os seus aspetos mais relevantes, nomeadamente as influências multiculturais nela refletidas.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 25-02-2026 (Quarta-feira) | 14:30 - 15:30 | 1:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Educação e Património de Proximidade
Curso
25.0 horas
e-learning
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
O património cultural é, atualmente, algo cada vez mais abrangente, diversificado, identitário, dinâmico, continuamente (re)construído pelas sociedades, e, também por tudo isso, vulnerável.
A Convenção de Faro (2005) vem colocar o foco não nos bens patrimoniais em si mas nos significados, valores e ...
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Ref. 3371 Inscrições abertas até 22-02-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-132030/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 26-02-2026
Fim: 28-04-2026
Regime: e-learning
Local: online
Formador
Susana Maria de Quintanilha e Mendonça Mendes Bicho
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O património cultural é, atualmente, algo cada vez mais abrangente, diversificado, identitário, dinâmico, continuamente (re)construído pelas sociedades, e, também por tudo isso, vulnerável. A Convenção de Faro (2005) vem colocar o foco não nos bens patrimoniais em si mas nos significados, valores e vínculos que as pessoas estabelecem com eles enquanto direito humano universal, enfatizando o envolvimento de indivíduos, grupos e comunidades no reconhecimento, gestão e salvaguarda do seu património identitário comum, numa participação democrática e responsabilidade partilhada. Por seu lado, face aos desafios globais do mundo atual, também a Agenda do Desenvolvimento Sustentável 2030 nos propõe metas e objetivos e reclama de todos nós, cidadãos, um compromisso, empoderando-nos para atuar perante os atuais desequilíbrios, que, pela sua natureza complexa afetam, naturalmente, o património cultural. Mas saberemos nós reconhecê-lo, valorizá-lo e geri-lo? Com um carácter eminentemente prático, esta formação envolve os formandos de forma ativa, transversal e criativa na descoberta e valorização do património cultural de proximidade e do seu contributo para a identidade dos indivíduos e das comunidades. E centra-se nos processos de patrimonialização, abordando conceitos e estratégias de educação patrimonial que promovam a interculturalidade, vínculos de apropriação e valorização e uma atitude cívica ativa na sua salvaguarda.
Objetivos
Reconhecer o património cultural como algo abrangente, multidimensional, dinâmico, identitário e, por vezes, controverso, invisível e vulnerável; Compreender, partindo da sua própria experiência, o património cultural como um direito universal e uma construção social continuamente reconstruída através de processos de patrimonialização; Considerar as pessoas e comunidades enquanto atores principais na definição, criação, valorização, gestão, salvaguarda e transmissão do seu património; Debater necessidades e benefícios da educação patrimonial face aos desafios atuais da inclusão, cidadania e desenvolvimento sustentável e implicar-se; Descobrir e valorizar o património de proximidade para a construção de aprendizagens transversais e abordagens criativas e vinculadoras, potenciadas pela educação artística; Experienciar, refletir, debater e partilhar estratégias e desenhos educativos que contribuam para o envolvimento, sensibilização e participação dos mais jovens; Valorizar as TIC como uma rede de oportunidades educativas junto dos nativos digitais; Construir um cenário de aprendizagem sobre um património de proximidade.
Conteúdos
1- Património, estamos todos implicados? (3,5h) Patrimónios, pessoas e aprendizagens em rede. 2- Os patrimónios definem-nos? (3h) Rede sem fios: vínculos, identidades e comunidades patrimoniais 3- Educação patrimonial para quê? (3h) Trabalhar em rede: objetivos, cidadania e desenvolvimento sustentável 4- Como nos patrimonializamos? (3h) Lançar a rede: abordagens, estratégias e desenho educativo 5- Que patrimónios estão próximos de mim? (3h) Rede viária: territórios, memórias, cartografias 6- - Podem dar-me atenção? (3h) Ligações em rede: lugares, cruzamentos, mensagens 7- O que é a proximidade num mundo digital? (3h) Património nas redes: recursos, TIC e competência digital 8- Avaliamos aprendizagens? (3,5h) Nem tudo o que vem à rede
Metodologias
A formação tem um caracter eminentemente prático usando metodologias ativas de educação patrimonial que podem ser transferidas para os respetivos contextos profissionais dos formandos. Ao invés de meros ouvintes passivos, a formação coloca os formandos em contexto de aprendizagem prática e interativa, com recurso a inúmeras atividades, jogos pedagógicos e dinâmicas de grupo tirando partido de ferramentas digitais e, ainda, exemplos de boas práticas nacionais e internacionais, a partir dos quais se refletem e debatem conceitos, estratégias, dúvidas e experiências, privilegiando-se o questionamento, o espírito crítico, a criatividade e a diversidade de perspetivas e abordagens, numa rede de aprendizagens partilhadas. Vivenciar situações de aprendizagem e refletir sobre os processos de patrimonialização experimentados permite que os formandos ganhem consciência das melhores práticas a empreender adequando-as posteriormente aos temas, grupos e contextos de educação patrimonial específicos. Paralelamente, os formandos são motivados e orientados a desenvolver, passo a passo, um cenário de aprendizagem aplicável no seu contexto profissional.
Avaliação
Os formandos serão avaliados pela participação e qualidade dos trabalhos realizados na ação de formação, cenário de aprendizagem, Reflexão crítica individual. A avaliação dos formandos será feita de forma quantitativa, numa escala de 1 a 10 e tendo em conta as orientações do CCPFC, bem como o constante do ECD, no que se refere ao sistema de avaliação e classificação de docentes.
Bibliografia
Council of Europe (2021). People, Places, stories, Faro Convention inspired experiences The Patrimoni project PEU, Universitat Jaume I (Castellon de la Plana, Spain) & Council of EuropeUNESCO (2021). Teaching and Learning with Living Heritage, A Resource Kit for Teachers.Comisión Europea (2020). Heritage Hubs- Manual de educación patrimonial.MERILLAS, Olaia, coord. (2020). Como educar en el património. Guía práctica para el desarrollo de actividades de educación patrimonial, Comunidad de Madrid.CHASSEY, Éric; ROHAN-CSERMAK, Henri, (Coord.) (2019). Connaitre le patrimoine de proximité, Vademecum à lintention des professeurs des écoles, Ministère de lÉducation Nationale et de la Jeunesse.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 26-02-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Online síncrona |
| 2 | 05-03-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 10-03-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 17-03-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 24-03-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 14-04-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 21-04-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 28-04-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Online síncrona |
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Arte diante dos olhos: visualização filosófica ativa como estratégia didática
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Curso
25.0 horas
e-learning
Professores do Grupo 410
A definição filosófica de arte enfrenta um paradoxo: apesar da abundância de objetos artísticos no quotidiano, os conceitos centrais do debate (mimésis, forma significante, experiência estética, instituição artística, mundo da arte, etc.) mantêm um elevado grau de abstração, difícil de articular com a ...
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Ref. 3941 Inscrições abertas até 23-02-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-135990/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 27-02-2026
Fim: 21-03-2026
Regime: e-learning
Local: online
Formador
Manuel João da Conceição e Pires
Destinatários
Professores do Grupo 410
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar e Associação de Professores de Filosofia
Enquadramento
A definição filosófica de arte enfrenta um paradoxo: apesar da abundância de objetos artísticos no quotidiano, os conceitos centrais do debate (mimésis, forma significante, experiência estética, instituição artística, mundo da arte, etc.) mantêm um elevado grau de abstração, difícil de articular com a experiência sensível dos alunos. A Visualização Filosófica Ativa, enquanto estratégia didático-filosófica, permite tornar visíveis e exploráveis os fundamentos conceptuais das teorias da arte, através de metodologias ativas com intencionalidade filosófica. Ao associar obras concretas a critérios teóricos, e promover julgamentos artísticos encenados ou mapas conceptuais dinâmicos, facilita uma apropriação crítica, comparativa e intelectualmente rigorosa desta problemática das Aprendizagens Essenciais de Filosofia.
Objetivos
A ação pretende capacitar os docentes para explorar a definição de arte com profundidade filosófica, através da Visualização Filosófica Ativa, tornando visíveis as estruturas conceptuais e argumentativas do debate estético. 1. Explorar a relevância filosófica e educativa da definição de arte. 2. Aplicar o conceito de Visualização Filosófica Ativa como estratégia didática. 3. Representar diferentes formulações do problema (Bell, Danto). 4. Analisar teorias essencialistas com exemplos e exercícios críticos. 5. Trabalhar o ceticismo de Weitz com jogos de classificação e analogias. 6. Explorar teorias não essencialistas com simulações e narrativas visuais. 7. Criar atividades com alternativas à definição clássica. 8. Estimular o julgamento crítico e estético dos alunos. 9. Usar obras e imagens como dispositivos filosóficos. 10. Integrar as atividades nas Aprendizagens Essenciais. 11. Fomentar a metacognição sobre o juízo filosófico na arte. 12. Desenvolver projetos interdisciplinares com recurso à IA generativa.
Conteúdos
0. KIT DE ÉTICA PRÁTICA 1. O Problema da Definição de Arte 1.2. Possíveis Estratégias de VFA 2. Formulações Clássicas e Contemporâneas 2.1. Clive Bell e a Forma Significante 2.2. Possíveis Estratégias de VFA 2.3. Arthur Danto e o Mundo da Arte 2.4. Possíveis Estratégias de VFA 3. Teorias Essencialistas da Arte 3.1. Representacionalismo (Platão e Aristóteles) 3.2. Possíveis Estratégias de VFA 3.3. Expressivismo (Tolstói e Collingwood) 3.4. Possíveis Estratégias de VFA 3.5. Formalismo (Clive Bell) 3.6. Possíveis Estratégias de VFA 4. Teorias Não Essencialistas 4.1. Indefinibilidade (Morris Weitz) 4.2. Possíveis Estratégias de VFA 4.3. Teoria Institucional (George Dickie) 4.4. Possíveis Estratégias de VFA 4.5. Teoria Histórica (Jerrold Levinson) 4.6. Possíveis Estratégias de VFA 5. Alternativas à Definição Tradicional 5.1. Narrativas Históricas 5.2. Possíveis Estratégias de VFA 5.3. Agregados de Características 5.4. Possíveis Estratégias de VFA
Metodologias
Online síncrono: 20h | Online assíncrono: 5h A ação será dinamizada em sessões síncronas na plataforma Zoom, explorando a metodologia da Visualização Filosófica Ativa como estratégia para tornar visíveis em esquemas, analogias visuais, encenações e simulações os conceitos e argumentos envolvidos na definição de arte. As sessões articularão momentos expositivos breves com atividades colaborativas, análise de obras ambíguas, jogos conceptuais, dramatizações e construção de mapas de semelhanças. Serão utilizadas ferramentas digitais partilhadas, salas simultâneas para debate em pequenos grupos e exercícios de reconstrução crítica de teorias. Haverá espaço para a partilha de experiências pedagógicas e a criação de recursos que promovam o juízo filosófico sobre a arte, em diálogo com práticas estéticas concretas. A ação culmina na elaboração de microprojetos de investigação filosófica com os alunos, podendo integrar o uso de Inteligência Artificial (como o ChatGPT). Pretende-se criar um ambiente de pensamento crítico e criativo, onde a filosofia se torne visível, experienciável e pedagogicamente significativa.
Avaliação
Para além dos materiais e das reflexões realizadas durante a formação síncrona, os formandos terão de elaborar: ● Um projeto filosófico-didático. ● Um trabalho individual, que reflita sobre um dos tópicos abordados e desenvolva uma planificação didática, que materialize os conhecimentos e as competências adquiridas. Assiduidade e participação nas sessões - 20% Realização de tarefas 30% Trabalho individual 50% Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. Trabalhos práticos e reflexões críticas efetuadas, a partir das e nas sessões presenciais, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados na escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC 3/2007 Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores Insuficiente; - 5 a 6,4 valores Regular; - 6,5 a 7,9 valores Bom; - 8 a 8,9 valores Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.
Bibliografia
Carroll, N. (2001). Philosophy of art: A contemporary introduction. Routledge (Versão portuguesa: Carroll, N. (2002). Filosofia da arte: Uma introdução contemporânea. Edições 70.)Danto, A. (1981). The transfiguration of the commonplace: A philosophy of art. Harvard University Press.Xhignesse, M.-A. (2023). Aesthetics: 50 puzzles, paradoxes, and thought experiments. Routledge.Hand, M., & Winstanley, C. (Eds.). (2008). Philosophy in schools. Continuum.Worley, P. (2011). The if machine: Philosophical enquiry in the classroom. Continuum.
Observações
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 27-02-2026 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 28-02-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 06-03-2026 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 4 | 07-03-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 13-03-2026 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 6 | 14-03-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 20-03-2026 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 8 | 21-03-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Temas de Arqueologia - 2026
ACD
3.0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
O Município da Figueira da Foz, através da Divisão de Museu, Património e Núcleos, tem vindo a promover, anualmente, em parceria com a Universidade Sénior da Figueira da Foz (USFF), no âmbito da sua disciplina de Património Cultural, o Ciclo de Conferências “Temas de Arqueologia”. Esta iniciativa, que ...
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Ref. 421Conferência 4 Inscrições abertas até 03-03-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CFAEBM-272526
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3.0 horas
Início: 04-03-2026
Fim: 04-03-2026
Regime: Presencial
Local: Auditório Municipal Madalena Biscaia Perdigão, Figueira Foz
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CFAE Beira Mar, Município da Figueira da Foz e Universidade Sénior da Figueira da Foz
Enquadramento
O Município da Figueira da Foz, através da Divisão de Museu, Património e Núcleos, tem vindo a promover, anualmente, em parceria com a Universidade Sénior da Figueira da Foz (USFF), no âmbito da sua disciplina de Património Cultural, o Ciclo de Conferências “Temas de Arqueologia”. Esta iniciativa, que decorrerá no Auditório Municipal Madalena Biscaia Perdigão, procura dar resposta aos interesses da comunidade escolar universitária e do ensino secundário, abordando temas de Arqueologia, de Arte, de História e de História Local, entre outras áreas de saber. Estas sessões conferem certificação pelo Centro de Formação da Associação de Escolas Beira Mar e, para além do público privilegiado da Universidade, as aulas/conferência são abertas à comunidade, sejam seniores ou jovens, professores ou estudantes, historiadores e investigadores. Esta edição dos “Temas de Arqueologia - 2026”, a décima, pretende integrar seis Conferências, as quais irão ao encontro dos eixos estratégicos do Município, abordando temáticas da ciência arqueológica no âmbito territorial do Concelho.
Conteúdos
Conferência 1 “Escavar o Passado: uma breve história da arqueologia” | Pedro Correia Silva Embora a palavra arqueologia costume despertar de imediato a curiosidade do público, a verdade é que esta ciência tão fascinante e apelativa tem sido alvo de uma imerecida desatenção. Na realidade, aquilo que é e o que faz um arqueólogo raramente é divulgado a uma escala que não local ou regional. Com esta comunicação, de carácter mais intimista, pretende-se apresentar o livro “Escavar o Passado: uma breve história da arqueologia”. Do mesmo modo, procura-se dar a conhecer o processo criativo da obra e refletir sobre a importância da divulgação desta disciplina junto do público em geral. Conferência 2 “A imagem fotográfica na Arqueologia em Portugal (1850-1950): um projeto em construção” | Carlos Batista A importância da fotografia associada aos desenvolvimentos disciplinares tem sido alvo de vários estudos, mas desconhecem-se ainda os impactos da fotografia associada à Arqueologia em Portugal. Com o objetivo entender a ligação entre fotografia e Arqueologia no ‘tempo longo’, propomo-nos analisar os conteúdos de imagens fotográficas, identificar as técnicas e os atores associados recorrendo à análise de revistas dedicadas à Arqueologia, mas também espólios fotográficos pessoais e institucionais. A fotografia foi um suporte técnico ou um agente ativo no desenvolvimento da Arqueologia em Portugal? Que atores utilizaram esta técnica e que tipos de registos efetuavam? Como é que progressos fotográficos se refletem nos projetos e desenvolvimentos científicos da Arqueologia em Portugal? Nesta comunicação apresentaremos dados essenciais para a compreensão deste tema no contexto específico do Baixo Mondego com especial incidência na Figueira da Foz. Conferência 3 "Arqueologia nas Margens: Comunidade, Memória e Resistência no Espaço Social" | Tânia Manuel Casimiro Partindo das intersecções entre teoria social e arqueologia, esta comunicação explora conceitos e fenómenos tais como desigualdade, crise na habitação, posicionalidade, identidade e ecologia e como estes moldam práticas e interpretações arqueológicas em contextos contemporâneos. A arqueologia social torna-se aqui um instrumento crítico para compreender formas de marginalização, estratégias de resistência e modos de habitar produzidos nas franjas urbanas e emocionais da vida social. A partir deste enquadramento, apresentam-se três projetos que materializam estas questões. Nos bairros informais de Lisboa, marcados por exclusão, a arqueologia comunitária permite reconstruir narrativas de pertença e desafiar discursos estigmatizantes. O estudo do Muro do Miratejo revela práticas de memória e identidade inscritas por juventudes periféricas, evidenciando tensões entre visibilidade e apagamento no espaço urbano. Por fim, a análise do lixo religioso mostra como objetos descartados expressam afetos, ecologias simbólicas e modos de viver o luto que escapam às responsabilidades ecológicas. Em conjunto, estes casos demonstram uma arqueologia comprometida com justiça social, cuidado comunitário e ecologias de memória. Conferência 4 "Manuel Filipe da obra ao negro às cores da liberdade" | Pedro Miguel Ferrão e Fernanda Alves Conferência 5 "João Afonso, um mestre dos sinos que se tornou escultor" | Carla Alexandra Gonçalves Conferência 6 Testemunhos materiais da presença de Portugal na Ásia nos séculos XVI a XVIII – as colchas de motivos botânicos ao modo da Índia e da Pérsia do Museu Municipal Santos Rocha (Figueira da Foz)” | Ana Barros Graça Ferraz Quando os portugueses atravessaram o Oceano Índico em 1498, desencadeou-se um processo intercultural de enormes proporções que originou uma nova cultura material, híbrida e visual. As rotas comerciais que passaram a ligar Goa e Lisboa no final do século XV vieram facilitar a chegada dos têxteis asiáticos ao Reino, embora ainda inacessíveis a um grande grupo de consumidores. Por este motivo, no final do século XVI, início do século XVII começam a surgir em Portugal, produções nacionais “de substituição”, mais acessíveis e inspiradas nos motivos, cores e padrões asiáticos, em particular colchas e os tapetes bordados, dos quais destacamos as colchas de Castelo Branco, os tapetes de Arraiolos, as colchas da «Oficina de Lisboa» e as «colchas de motivos botânicos ao modo da Índia e da Pérsia». Tendo como ponto de partida os dois exemplares bordados de aparato da coleção do Museu Municipal Santos Rocha, que integram a última produção referida, iremos dar a conhecer as «colchas de motivos botânicos ao modo da Índia e da Pérsia» enquanto produção autónoma dos séculos XVII e XVIII, destacando os seus aspetos mais relevantes, nomeadamente as influências multiculturais nela refletidas.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 04-03-2026 (Quarta-feira) | 14:30 - 15:30 | 1:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Ensinar a pensar criticamente na disciplina de Filosofia num mundo digital
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Curso
35.0 horas
e-learning
Professores do Grupo 410
Tendo em conta que o currículo deve ser gerido à luz do Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória, a disciplina de Filosofia pode ter um papel central nas aprendizagens dos alunos dos cursos científico-humanísticos. Por um lado, as competências didático-metodológicas definidas nas Aprendizagens ...
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Ref. 3931 Inscrições abertas até 03-03-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-135998/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 35.0 horas
Início: 07-03-2026
Fim: 09-05-2026
Regime: e-learning
Local: online
Formador
Isabel Maria Rodrigues Bernardo
Mário Sérgio Azenha Lagoa
Teresa Maria Morais
Destinatários
Professores do Grupo 410
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar e Associação de Professores de Filosofia
Enquadramento
Tendo em conta que o currículo deve ser gerido à luz do Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória, a disciplina de Filosofia pode ter um papel central nas aprendizagens dos alunos dos cursos científico-humanísticos. Por um lado, as competências didático-metodológicas definidas nas Aprendizagens Essenciais (problematizar, conceptualizar e argumentar) permitem o cruzamento intencional e explícito com capacidades e disposições de pensamento crítico (PC). Dado o caráter aplicável dos conceitos e teorias da Filosofia ao conhecimento produzido em outras disciplinas e a uma reflexão sobre o quotidiano, o desenvolvimento de capacidades e disposições de PC pode ser consolidados no cruzamento entre saberes, facilitando a sua transferência para outras situações da vida e da aprendizagem do aluno. Por outro lado, a filosofia pode dar aos alunos instrumentos conceituais que lhes permitam, não apenas aprender com recursos a tecnologias digitais, agora potencializadas com Inteligência Artificial (IA), mas pensar sobre a sua aprendizagem e a utilização desses recursos e, por extensão, a utilização de recursos digitais no mundo e o seu impacto social, político e ético.
Objetivos
1. Refletir, a partir da análise das Aprendizagens Essenciais de Filosofia do 10.º 11.º anos e do seu cruzamento com o Perfil dos alunos, sobre as capacidades e atitudes integrantes das competências de problematização, concetualização e de argumentação e o seu cruzamento com capacidades e disposições de PC. 2. Discutir sobre a possibilidade de hibridização do ensino e aprendizagem da Filosofia através da utilização de recursos digitais, nomeadamente os potenciados com Inteligência Artificial (IA). 3. Conceber, a partir do conhecimento específico da filosofia e com base em metodologias ativas (aprendizagem com base em problemas, controvérsia construtiva, organizadores gráficos, simulação, KWL ) e recursos digitais, sequências de ensino e aprendizagem para o desenvolvimento das capacidades e atitudes integrantes das competências de problematização, concetualização e de argumentação, com integração de capacidades e disposições de PC
Conteúdos
A) Enquadramento (4h síncronas) 1. O que significa, na Didática da Filosofia, problematizar, concetualizar e argumentar? 2. Como integrar, a partir do Perfil dos alunos, capacidades e disposições de pensamento crítico? 3. O que significa a hibridização do ensino e aprendizagem da Filosofia num contexto de entrada da IA na educação? B) Experimentação (4h + 4h + 4h síncronas) Atividades de problematização suportadas em recursos digitais. Da questão ao problema. Do conceito ao problema. Da realidade empírica ao questionamento filosófico. Elaboração de sequências de ensino e aprendizagem para atividades de problematização com integração de PC. Atividades de conceptualização, com organizadores gráficos suportados em recursos digitais. Definição de conceitos, mapas concetuais e mapas mentais. Elaboração de sequências de ensino e aprendizagem para atividades de concetualização com integração de capacidades de PC. Atividades de argumentação suportadas em recursos digitais Técnicas e modelos de argumentação. Mapas de argumentos Elaboração de sequências de ensino e aprendizagem para atividades de argumentação com integração de capacidades de PC. C) Criação (3 horas síncronas + 13 horas assíncronas) Elaboração de sequências de ensino e aprendizagem com integração de competências filosóficas e PC, assentes em metodologias ativas e recursos digitais e que permitam a reflexão sobre o uso educativo, social e político desses recursos. D) Discussão (3h síncronas) Apresentação e discussão des sequências de ensino e aprendizagem elaboradas pelos formandos.
Metodologias
Sessões online síncronas (4h+4h+4h+4h+3h+3h) As sessões terão um carácter teórico, teórico-prático e prático-reflexivo. Com base no princípio do isomorfismo, o roteiro de cada sessão será planificado de acordo com os mesmos princípios que os das planificações de ensino e aprendizagem que serão elaboradas pelos formandos em trabalho autónomo. Assim, os formandos serão colocados em ação, tal como irão colocar os alunos, tendo em conta as orientações da aprendizagem em contexto e do aprender, fazendo. Os formandos terão ainda uma sessão para ser realizado o acompanhamento síncrono das planificações, antes da sua apresentação e discussão. Mantendo-se o isomorfismo referido, aos formandos será dada feedback, dos formadores e dos pares, que permita a reformulação das planificações, até à sua versão final, a qual será avaliada qualitativa e quantitativamente. Trabalho autónomo/assíncrono (13h) Nas sessões assíncronas, os formandos elaboram uma planificação que integre todos os elementos da formação. Elaborarão, também, um portfólio individual de aprendizagem no qual colocarão uma reflexão individual.
Avaliação
Conforme indicado abaixo, a avaliação comportará três critérios: a) pontualidade e participação nas sessões; trabalho desenvolvido nas sessões; b) trabalhos práticos realizados nas sessões síncronas e assíncronas; c) elaboração de um portfólio individual. Pontualidade e participação nas sessões - 10% Trabalho desenvolvido nas sessões 60% Portfólio de aprendizagem 30% Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas síncronas. Obtenção de classificação mínima de Bom, de acordo com a escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC 3/2007 Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores Insuficiente; - 5 a 6,4 valores Regular; - 6,5 a 7,9 valores Bom; - 8 a 8,9 valores Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.
Bibliografia
Bernardo, I., Vieira, R. M., & Sá, A. F. (2021). Avaliação para as aprendizagens com tecnologias digitais na aula de Filosofia com integração do pensamento crítico. In. A. Versuti, G. Scareli, G., & L. Pedro (Orgs.). A educação pós-pandemia: Desafios pedagógicos e tecnológicos, pp. 125-154. Ria Editorial.Bernardo, I. (2024). Aprender a filosofar no ensino secundário: Orientações curriculares e didáticas para integração do pensamento crítico. Universidade de Aveiro. https://ria.ua.pt/handle/10773/41550Fernandes, D. (2019b). Para um enquadramento teórico da avaliação formativa e da avaliação sumativa das aprendizagens escolares. In M.I. R. Ortigão, D. Fernandes, T. V. Pereira, & L. Santos (Orgs.). Avaliar para aprender em Portugal e no Brasil: Perspectivas teóricas, práticas e de desenvolvimento (pp.139-164). CRVMorais, T., Dominguez, C., Lopes, J. P., & Silva, M. H. (2015). O ensino de competências argumentativas em filosofia através do método de controvérsia construtiva. In C. Dominguez (Coord.). Pensamento crítico na educação: desafios atuais: Critical thinking in education: actual challenges, pp. 279-286. Vila Real: UTAD. https://tinyurl.com/y969cwuu
Observações
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-03-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Online síncrona |
| 2 | 14-03-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Online síncrona |
| 3 | 21-03-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Online síncrona |
| 4 | 18-04-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Online síncrona |
| 5 | 02-05-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 09-05-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
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Filosofia com Humor: Sobre a Virtude do Humor e o seu Uso em Sala de Aula
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Curso
25.0 horas
e-learning
Professores do Grupo 410
O humor e o riso são atributos universais do ser humano, estando, por conseguinte presentes em todas as sociedades e atividades. Contudo, durante muito tempo o humor não foi visto, nem pensado, como sendo filosoficamente importante, mas perigoso.
O riso é um vício por afastar o humano do caminho da ...
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Ref. 4001 Inscrições abertas até 02-03-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-136246/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 07-03-2026
Fim: 28-03-2026
Regime: e-learning
Local: online
Formador
Artur Emanuel Ilharco Galvão
Destinatários
Professores do Grupo 410
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O humor e o riso são atributos universais do ser humano, estando, por conseguinte presentes em todas as sociedades e atividades. Contudo, durante muito tempo o humor não foi visto, nem pensado, como sendo filosoficamente importante, mas perigoso. O riso é um vício por afastar o humano do caminho da virtude pondo em causa o processo conducente ao conhecimento de si mesmo. O ser humano animaliza-se e decai no pior de si, podendo, em última instância, ver-se transformado num cínico absoluto. Alguém que ri de tudo e não assume a responsabilidade por nada, visto nada ser sério, importante ou sagrado. O histrionismo contemporâneo mostra a urgência de uma recuperação geral do humor e o ensino constitui um caso e um espaço onde esta recuperação se tornou mais urgente. Ele pode constituir um tónico para professores e alunos cansados, contribuindo para o equilíbrio mental, para o acréscimo de criatividade e comunicação e para lidar melhor com os processos de mudança. Esta formação visa apresentar uma reflexão sobre a natureza do humor e do seu lugar no processo ensino-aprendizagem. Destacando as suas vantagens e virtudes, bem como alertando para os seus perigos e vícios. A presente ação visa fornecer uma abordagem ampla do humor e da sua aplicabilidade no contexto da sala de aula, salientando a sua importância e pertinência atual, bem como apresentando alguns dos seus limites e perigos. Tratando-se de um tema transversal contribui para o desenvolvimento dos descritores dos domínios A, D, E, F, G, H e J, do Perfil dos alunos, podendo contribuir para a descoberta da complexidade e das subtilezas da vida e do pensamento, levando os alunos a desenvolverem capacidades de escuta, reflexão e pensamento criativo.
Objetivos
1. Compreender a natureza do humor e a sua aplicabilidade na sala de aula 2. Analisar as principais teorias do humor: superioridade, incongruência, alívio, jogo e disposicional 3. Refletir sobre o humor como virtude 4. Explorar as potencialidades e limitações pedagógicas do humor na sala de aula 5. Desenvolver abordagens pedagógicas e dispositivos didáticos sobre o tema e que possam vir a ser partilhados como recursos educativos abertos
Conteúdos
1. A (Des)Necessidade do Humor 1.1. O sentido trágico da existência 1.2. Homo Sapiens, Homo Ridens e Homo Risibilis 1.3. Filosofia e humor: Uma história do pouco e do mau 1.4. Riso, sorriso, diversão e humor 1.5. Humor como virtude: Um primeiro olhar 2. A Natureza do Humor 2.1. Teoria da superioridade 2.2. Teoria da incongruência 2.3. Teoria do alívio 2.4. Teoria do jogo 2.5. Teoria disposicional 3. Humor como Virtude 3.1. O humor como Sensus Communis 3.2. A sabedoria cómica 3.3. Humor e ética 4. Um Divertimento Sério 4.1. Há conflito entre humor e educação? 4.2. Um cenário complexo: escola, alunos, professores 4.3. Uma prática pedagógica: planificação, execução e avaliação 4.4. O pythonismo pragmático 4.5. Ilustrações e aplicações práticas 5. Humor e Auto-Transcedência 5.1. Rir de si mesmo 5.2. O riso redentor 5.3. Humor e a vida boa
Metodologias
- As sessões serão de cariz teórico-prático. Nesse sentido, serão desenvolvidas atividades de leitura, análise e avaliação de textos e de construção de planificações, de materiais didáticos e de instrumentos de análise. - Os métodos usados serão o diálogo vertical e horizontal, o trabalho de grupo e o trabalho de pesquisa. Serão usados recursos como apresentações e textos. - Os conteúdos teórico-práticos serão explorados e discutidos nas sessões síncronas, a realizar na plataforma Zoom. - A componente prática, a realizar nas sessões síncronas na plataforma Zoom e no trabalho assíncrono / autónomo consiste na conceção de planificação de atividades e de recursos de aula que serão apresentados e discutidos nas sessões síncronas. - As plataformas Moodle e Zoom constituem dois dos elementos nucleares para a partilha de informações (textos, vídeos), avaliações (tarefas e reflexão final) e para a formação em geral.
Avaliação
A avaliação consistirá num trabalho final que incluirá uma proposta completa de lecionação de um dos subtemas, a qual deve incluir os recursos a utilizar, acompanhados de uma adequada justificação didática e filosófica e que será discutido na última sessão síncrona. A avaliação terá ainda em conta a qualidade dos contributos de cada formando nos debates presenciais e na realização das tarefas das sessões assíncronas. Assiduidade e participação nas sessões - 20% Realização de tarefas 30% Reflexão fundamentada 50% Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. Trabalhos práticos e reflexões críticas efetuadas, a partir das e nas sessões presenciais, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados na escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC 3/2007 Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores Insuficiente; - 5 a 6,4 valores Regular; - 6,5 a 7,9 valores Bom; - 8 a 8,9 valores Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.
Bibliografia
- Critchley, S. On Humour. London: Routledge, 2002.- Mordechai, G. Humor, Laughter and Human Flourishing: A Philosophical Exploration of the Laughing Animal. Hidelberg: Springr, 2014.- Morreall , J. (Ed.) The Phillosophy of Laughter and Humor. Albany: SUNY, 1987.- Morreall, J. Comic Relief: A Compreensive Philosophy of Humor. Malden: Wiley-Blackwell, 2009.- Morrison, M. K. Using Humor to Maximize Learning. Lanham: Rowan & Littlefield Education, 2008.
Observações
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-03-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:30 | 4:30 | Online síncrona |
| 2 | 14-03-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:30 | 4:30 | Online síncrona |
| 3 | 21-03-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Online síncrona |
| 4 | 28-03-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Temas de Arqueologia - 2026
ACD
3.0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
O Município da Figueira da Foz, através da Divisão de Museu, Património e Núcleos, tem vindo a promover, anualmente, em parceria com a Universidade Sénior da Figueira da Foz (USFF), no âmbito da sua disciplina de Património Cultural, o Ciclo de Conferências “Temas de Arqueologia”. Esta iniciativa, que ...
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Ref. 421Conferência 5 Inscrições abertas até 10-03-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CFAEBM-272526
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3.0 horas
Início: 11-03-2026
Fim: 11-03-2026
Regime: Presencial
Local: Auditório Municipal Madalena Biscaia Perdigão, Figueira Foz
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CFAE Beira Mar, Município da Figueira da Foz e Universidade Sénior da Figueira da Foz
Enquadramento
O Município da Figueira da Foz, através da Divisão de Museu, Património e Núcleos, tem vindo a promover, anualmente, em parceria com a Universidade Sénior da Figueira da Foz (USFF), no âmbito da sua disciplina de Património Cultural, o Ciclo de Conferências “Temas de Arqueologia”. Esta iniciativa, que decorrerá no Auditório Municipal Madalena Biscaia Perdigão, procura dar resposta aos interesses da comunidade escolar universitária e do ensino secundário, abordando temas de Arqueologia, de Arte, de História e de História Local, entre outras áreas de saber. Estas sessões conferem certificação pelo Centro de Formação da Associação de Escolas Beira Mar e, para além do público privilegiado da Universidade, as aulas/conferência são abertas à comunidade, sejam seniores ou jovens, professores ou estudantes, historiadores e investigadores. Esta edição dos “Temas de Arqueologia - 2026”, a décima, pretende integrar seis Conferências, as quais irão ao encontro dos eixos estratégicos do Município, abordando temáticas da ciência arqueológica no âmbito territorial do Concelho.
Conteúdos
Conferência 1 “Escavar o Passado: uma breve história da arqueologia” | Pedro Correia Silva Embora a palavra arqueologia costume despertar de imediato a curiosidade do público, a verdade é que esta ciência tão fascinante e apelativa tem sido alvo de uma imerecida desatenção. Na realidade, aquilo que é e o que faz um arqueólogo raramente é divulgado a uma escala que não local ou regional. Com esta comunicação, de carácter mais intimista, pretende-se apresentar o livro “Escavar o Passado: uma breve história da arqueologia”. Do mesmo modo, procura-se dar a conhecer o processo criativo da obra e refletir sobre a importância da divulgação desta disciplina junto do público em geral. Conferência 2 “A imagem fotográfica na Arqueologia em Portugal (1850-1950): um projeto em construção” | Carlos Batista A importância da fotografia associada aos desenvolvimentos disciplinares tem sido alvo de vários estudos, mas desconhecem-se ainda os impactos da fotografia associada à Arqueologia em Portugal. Com o objetivo entender a ligação entre fotografia e Arqueologia no ‘tempo longo’, propomo-nos analisar os conteúdos de imagens fotográficas, identificar as técnicas e os atores associados recorrendo à análise de revistas dedicadas à Arqueologia, mas também espólios fotográficos pessoais e institucionais. A fotografia foi um suporte técnico ou um agente ativo no desenvolvimento da Arqueologia em Portugal? Que atores utilizaram esta técnica e que tipos de registos efetuavam? Como é que progressos fotográficos se refletem nos projetos e desenvolvimentos científicos da Arqueologia em Portugal? Nesta comunicação apresentaremos dados essenciais para a compreensão deste tema no contexto específico do Baixo Mondego com especial incidência na Figueira da Foz. Conferência 3 "Arqueologia nas Margens: Comunidade, Memória e Resistência no Espaço Social" | Tânia Manuel Casimiro Partindo das intersecções entre teoria social e arqueologia, esta comunicação explora conceitos e fenómenos tais como desigualdade, crise na habitação, posicionalidade, identidade e ecologia e como estes moldam práticas e interpretações arqueológicas em contextos contemporâneos. A arqueologia social torna-se aqui um instrumento crítico para compreender formas de marginalização, estratégias de resistência e modos de habitar produzidos nas franjas urbanas e emocionais da vida social. A partir deste enquadramento, apresentam-se três projetos que materializam estas questões. Nos bairros informais de Lisboa, marcados por exclusão, a arqueologia comunitária permite reconstruir narrativas de pertença e desafiar discursos estigmatizantes. O estudo do Muro do Miratejo revela práticas de memória e identidade inscritas por juventudes periféricas, evidenciando tensões entre visibilidade e apagamento no espaço urbano. Por fim, a análise do lixo religioso mostra como objetos descartados expressam afetos, ecologias simbólicas e modos de viver o luto que escapam às responsabilidades ecológicas. Em conjunto, estes casos demonstram uma arqueologia comprometida com justiça social, cuidado comunitário e ecologias de memória. Conferência 4 "Manuel Filipe da obra ao negro às cores da liberdade" | Pedro Miguel Ferrão e Fernanda Alves Conferência 5 "João Afonso, um mestre dos sinos que se tornou escultor" | Carla Alexandra Gonçalves Conferência 6 Testemunhos materiais da presença de Portugal na Ásia nos séculos XVI a XVIII – as colchas de motivos botânicos ao modo da Índia e da Pérsia do Museu Municipal Santos Rocha (Figueira da Foz)” | Ana Barros Graça Ferraz Quando os portugueses atravessaram o Oceano Índico em 1498, desencadeou-se um processo intercultural de enormes proporções que originou uma nova cultura material, híbrida e visual. As rotas comerciais que passaram a ligar Goa e Lisboa no final do século XV vieram facilitar a chegada dos têxteis asiáticos ao Reino, embora ainda inacessíveis a um grande grupo de consumidores. Por este motivo, no final do século XVI, início do século XVII começam a surgir em Portugal, produções nacionais “de substituição”, mais acessíveis e inspiradas nos motivos, cores e padrões asiáticos, em particular colchas e os tapetes bordados, dos quais destacamos as colchas de Castelo Branco, os tapetes de Arraiolos, as colchas da «Oficina de Lisboa» e as «colchas de motivos botânicos ao modo da Índia e da Pérsia». Tendo como ponto de partida os dois exemplares bordados de aparato da coleção do Museu Municipal Santos Rocha, que integram a última produção referida, iremos dar a conhecer as «colchas de motivos botânicos ao modo da Índia e da Pérsia» enquanto produção autónoma dos séculos XVII e XVIII, destacando os seus aspetos mais relevantes, nomeadamente as influências multiculturais nela refletidas.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 11-03-2026 (Quarta-feira) | 14:30 - 15:30 | 1:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Temas de Arqueologia - 2026
ACD
3.0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
O Município da Figueira da Foz, através da Divisão de Museu, Património e Núcleos, tem vindo a promover, anualmente, em parceria com a Universidade Sénior da Figueira da Foz (USFF), no âmbito da sua disciplina de Património Cultural, o Ciclo de Conferências “Temas de Arqueologia”. Esta iniciativa, que ...
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Ref. 421Conferência 6 Inscrições abertas até 17-03-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CFAEBM-272526
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3.0 horas
Início: 18-03-2026
Fim: 18-03-2026
Regime: Presencial
Local: Auditório Municipal Madalena Biscaia Perdigão, Figueira Foz
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CFAE Beira Mar, Município da Figueira da Foz e Universidade Sénior da Figueira da Foz
Enquadramento
O Município da Figueira da Foz, através da Divisão de Museu, Património e Núcleos, tem vindo a promover, anualmente, em parceria com a Universidade Sénior da Figueira da Foz (USFF), no âmbito da sua disciplina de Património Cultural, o Ciclo de Conferências “Temas de Arqueologia”. Esta iniciativa, que decorrerá no Auditório Municipal Madalena Biscaia Perdigão, procura dar resposta aos interesses da comunidade escolar universitária e do ensino secundário, abordando temas de Arqueologia, de Arte, de História e de História Local, entre outras áreas de saber. Estas sessões conferem certificação pelo Centro de Formação da Associação de Escolas Beira Mar e, para além do público privilegiado da Universidade, as aulas/conferência são abertas à comunidade, sejam seniores ou jovens, professores ou estudantes, historiadores e investigadores. Esta edição dos “Temas de Arqueologia - 2026”, a décima, pretende integrar seis Conferências, as quais irão ao encontro dos eixos estratégicos do Município, abordando temáticas da ciência arqueológica no âmbito territorial do Concelho.
Conteúdos
Conferência 1 “Escavar o Passado: uma breve história da arqueologia” | Pedro Correia Silva Embora a palavra arqueologia costume despertar de imediato a curiosidade do público, a verdade é que esta ciência tão fascinante e apelativa tem sido alvo de uma imerecida desatenção. Na realidade, aquilo que é e o que faz um arqueólogo raramente é divulgado a uma escala que não local ou regional. Com esta comunicação, de carácter mais intimista, pretende-se apresentar o livro “Escavar o Passado: uma breve história da arqueologia”. Do mesmo modo, procura-se dar a conhecer o processo criativo da obra e refletir sobre a importância da divulgação desta disciplina junto do público em geral. Conferência 2 “A imagem fotográfica na Arqueologia em Portugal (1850-1950): um projeto em construção” | Carlos Batista A importância da fotografia associada aos desenvolvimentos disciplinares tem sido alvo de vários estudos, mas desconhecem-se ainda os impactos da fotografia associada à Arqueologia em Portugal. Com o objetivo entender a ligação entre fotografia e Arqueologia no ‘tempo longo’, propomo-nos analisar os conteúdos de imagens fotográficas, identificar as técnicas e os atores associados recorrendo à análise de revistas dedicadas à Arqueologia, mas também espólios fotográficos pessoais e institucionais. A fotografia foi um suporte técnico ou um agente ativo no desenvolvimento da Arqueologia em Portugal? Que atores utilizaram esta técnica e que tipos de registos efetuavam? Como é que progressos fotográficos se refletem nos projetos e desenvolvimentos científicos da Arqueologia em Portugal? Nesta comunicação apresentaremos dados essenciais para a compreensão deste tema no contexto específico do Baixo Mondego com especial incidência na Figueira da Foz. Conferência 3 "Arqueologia nas Margens: Comunidade, Memória e Resistência no Espaço Social" | Tânia Manuel Casimiro Partindo das intersecções entre teoria social e arqueologia, esta comunicação explora conceitos e fenómenos tais como desigualdade, crise na habitação, posicionalidade, identidade e ecologia e como estes moldam práticas e interpretações arqueológicas em contextos contemporâneos. A arqueologia social torna-se aqui um instrumento crítico para compreender formas de marginalização, estratégias de resistência e modos de habitar produzidos nas franjas urbanas e emocionais da vida social. A partir deste enquadramento, apresentam-se três projetos que materializam estas questões. Nos bairros informais de Lisboa, marcados por exclusão, a arqueologia comunitária permite reconstruir narrativas de pertença e desafiar discursos estigmatizantes. O estudo do Muro do Miratejo revela práticas de memória e identidade inscritas por juventudes periféricas, evidenciando tensões entre visibilidade e apagamento no espaço urbano. Por fim, a análise do lixo religioso mostra como objetos descartados expressam afetos, ecologias simbólicas e modos de viver o luto que escapam às responsabilidades ecológicas. Em conjunto, estes casos demonstram uma arqueologia comprometida com justiça social, cuidado comunitário e ecologias de memória. Conferência 4 "Manuel Filipe da obra ao negro às cores da liberdade" | Pedro Miguel Ferrão e Fernanda Alves Conferência 5 "João Afonso, um mestre dos sinos que se tornou escultor" | Carla Alexandra Gonçalves Conferência 6 Testemunhos materiais da presença de Portugal na Ásia nos séculos XVI a XVIII – as colchas de motivos botânicos ao modo da Índia e da Pérsia do Museu Municipal Santos Rocha (Figueira da Foz)” | Ana Barros Graça Ferraz Quando os portugueses atravessaram o Oceano Índico em 1498, desencadeou-se um processo intercultural de enormes proporções que originou uma nova cultura material, híbrida e visual. As rotas comerciais que passaram a ligar Goa e Lisboa no final do século XV vieram facilitar a chegada dos têxteis asiáticos ao Reino, embora ainda inacessíveis a um grande grupo de consumidores. Por este motivo, no final do século XVI, início do século XVII começam a surgir em Portugal, produções nacionais “de substituição”, mais acessíveis e inspiradas nos motivos, cores e padrões asiáticos, em particular colchas e os tapetes bordados, dos quais destacamos as colchas de Castelo Branco, os tapetes de Arraiolos, as colchas da «Oficina de Lisboa» e as «colchas de motivos botânicos ao modo da Índia e da Pérsia». Tendo como ponto de partida os dois exemplares bordados de aparato da coleção do Museu Municipal Santos Rocha, que integram a última produção referida, iremos dar a conhecer as «colchas de motivos botânicos ao modo da Índia e da Pérsia» enquanto produção autónoma dos séculos XVII e XVIII, destacando os seus aspetos mais relevantes, nomeadamente as influências multiculturais nela refletidas.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 18-03-2026 (Quarta-feira) | 14:30 - 15:30 | 1:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Deus diante dos olhos: visualização filosófica ativa como estratégia didática
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Curso
25.0 horas
e-learning
Professores do Grupo 410
O ensino do problema da existência de Deus exige a abordagem de conceitos altamente abstratos (como omnipotência, necessidade ou contingência) e de argumentos complexos, frequentemente de difícil apropriação pelos alunos. Esta ação propõe o recurso à Visualização Filosófica Ativa uma estratégia ...
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Ref. 3921 Inscrições abertas até 02-05-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-136000/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 08-05-2026
Fim: 30-05-2026
Regime: e-learning
Local: online
Formador
Manuel João da Conceição e Pires
Destinatários
Professores do Grupo 410
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar e Associação de Professores de Filosofia
Enquadramento
O ensino do problema da existência de Deus exige a abordagem de conceitos altamente abstratos (como omnipotência, necessidade ou contingência) e de argumentos complexos, frequentemente de difícil apropriação pelos alunos. Esta ação propõe o recurso à Visualização Filosófica Ativa uma estratégia didático-filosófica que visa tornar visíveis, manipuláveis e experienciáveis os conceitos e estruturas argumentativas da Filosofia, através de metodologias ativas com intencionalidade filosófica. Combinando rigor lógico com imaginação disciplinada, promove-se uma apropriação mais crítica, profunda e autónoma desta problemática central das Aprendizagens Essenciais de Filosofia, em consonância com os princípios do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.
Objetivos
A ação visa capacitar os docentes para tornar visíveis os argumentos, conceitos e dilemas filosóficos sobre a existência de Deus através de estratégias de Visualização Filosófica Ativa. 1. Compreender a relevância filosófica e pedagógica do problema da existência de Deus. 2. Explorar o conceito de Visualização Filosófica Ativa como estratégia didático-filosófica. 3. Tornar visíveis atributos divinos como omnipotência e necessidade por via de analogias e esquemas. 4. Reconstruir visual e criticamente os argumentos cosmológicos, teleológicos e ontológicos. 5. Representar o problema do mal em experiências mentais encenadas. 6. Contrastar formas inferenciais e não inferenciais de justificação da crença. 7. Criar atividades com júris filosóficos, duelos de objeções e mapas argumentativos. 8. Traduzir conceitos metafísicos em formas inteligíveis e comunicáveis. 9. Desenvolver competências de análise lógica e argumentativa. 10. Articular o trabalho com as Aprendizagens Essenciais. 11. Estimular a metacognição filosófica nas práticas didáticas. 12. Explorar o uso pedagógico da IA na investigação filosófica.
Conteúdos
1. O Problema da Existência de Deus 1.1. Perenidade e Atualidade da Questão de Deus 1.1.1. Compreender a persistência da questão de Deus na história da filosofia 1.1.2. Relacionar a interrogação teísta com o contexto atual e o quotidiano dos alunos 1.2. Possíveis Estratégias de VFA 1.2.1. Linha do tempo argumentativa 1.2.2. Mural interativo com citações 1.2.3. Debate filosófico encenado 2. O Conceito de Deus e os Seus Atributos 2.1. Tornar visualizáveis os atributos divinos: omnipotência, omnibenevolência e omnisciência 2.2. Explorar coerência lógica entre os atributos 2.3. Estimular o pensamento abstrato e metafísico 2.4. Possíveis Estratégias de VFA 2.4.1. Mapa dos atributos divinos 2.4.2. Simulação de colisões conceituais 2.4.3. Dramatização metafísica 3. Argumentos Cosmológicos 3.1. Visualizar a estrutura do argumento da Primeira Causa (Tomás de Aquino) 3.2. Compreender o argumento Kalam (W. L. Craig) e o problema da infinitude 3.3. Possíveis Estratégias de VFA 3.3.1. Diagramas de regressão causal 3.3.2. Representação do início do universo 3.3.3. Encenação em mundos possíveis 4. Argumentos Teleológicos 4.1. Interpretar a ordem e finalidade natural (Tomás de Aquino) 4.2. Analisar a analogia do relojoeiro (William Paley) 4.3. Avaliar a hipótese do ajuste fino do universo (Fine Tuning) 4.4. Possíveis Estratégias de VFA 4.4.1. Júris filosóficos com evidência empírica 4.4.2. Animações visuais da complexidade 4.4.3. Simulações de universos múltiplos 5. Argumentos Ontológicos 5.1. Compreender a versão clássica (Anselmo) e a versão modal (Plantinga) 5.2. Aplicar a lógica de mundos possíveis 5.3. Possíveis Estratégias de VFA 5.3.1. Diagramas entre pensamento e ser 5.3.2. Jogos de lógica modal 5.3.3. Debates encenados com objeções 6. O Problema do Mal 6.1. Distinguir as versões lógica e indiciária do problema 6.2. Analisar a teodiceia do melhor mundo possível (Leibniz) 6.3. Explorar o soul-making e a defesa do livre-arbítrio (Plantinga) 6.4. Compreender os argumentos do dormitório (Blackburn) e do corço (Rowe) 6.5. Possíveis Estratégias de VFA 6.5.1. Animações de mundos com e sem mal 6.5.2. Dramatizações de dilemas morais 6.5.3. Simulações de sofrimento sem justificação 7. Formas de Justificação da Crença em Deus 7.1. Distinguir fé, fideísmo e evidencialismo 7.2. Avaliar a crença como apropriadamente básica (Plantinga) 7.3. Compreender a racionalidade prudencial na Aposta de Pascal 7.4. Contrastar a crença teísta com analogias paródicas (ex.: Monstro do Esparguete Voador) 7.5. Possíveis Estratégias de VFA 7.5.1. Júris filosóficos sobre tipos de crença 7.5.2. Simulações interativas de apostas 7.5.3. Visualizações de redes epistémicas 8. Pluralidade de Posições Filosóficas sobre Deus 8.1. Compreender diferentes formas de ateísmo (hostil vs. amigável) 8.2. Visualizar atitudes filosóficas perante o teísmo 8.3. Possíveis Estratégias de VFA 8.3.1. Debates entre crentes e céticos 8.3.2. Dinâmicas de tolerância e convivência intelectual 8.3.3. Análise crítica de posturas
Metodologias
Online síncrono: 20h | Trabalho autónomo (assíncrono): 5h A ação será dinamizada em sessões síncronas na plataforma Zoom, com recurso a estratégias de Visualização Filosófica Ativa, que visam tornar visíveis em mapas, imagens, analogias e encenações os argumentos e conceitos filosóficos trabalhados. As sessões incluirão momentos expositivos breves, atividades colaborativas, dramatizações filosóficas, simulações e experiências mentais conduzidas de forma interativa. Serão utilizados quadros partilhados, salas simultâneas para trabalho em pequenos grupos e ferramentas digitais para estimular a construção de visualizações conceptuais. A partilha de práticas entre docentes será encorajada, bem como a conceção de atividades transponíveis para o contexto de sala de aula. A ação culmina na elaboração de microprojetos de investigação filosófica, com possibilidade de integrar o uso de Inteligência Artificial (como o ChatGPT) na exploração e debate dos argumentos. Pretende-se criar um ambiente de pensamento crítico e criativo, onde a filosofia se torne visível, experienciável e pedagogicamente significativa.
Avaliação
Para além dos materiais e das reflexões realizadas durante a formação síncrona, os formandos terão de elaborar: ● Um projeto filosófico-didático. ● Um trabalho individual, que reflita sobre um dos tópicos abordados e desenvolva uma planificação didática, que materialize os conhecimentos e as competências adquiridas. Assiduidade e participação nas sessões - 20% Realização de tarefas 30% Trabalho individual 50% Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. Trabalhos práticos e reflexões críticas efetuadas, a partir das e nas sessões presenciais, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados na escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC 3/2007 Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores Insuficiente; - 5 a 6,4 valores Regular; - 6,5 a 7,9 valores Bom; - 8 a 8,9 valores Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.
Bibliografia
Oppy, G. (2018). Atheism: The basics. Routledge.Rowe, W. L. (2007). Philosophy of religion: An introduction (4th ed.). Cengage Learning.Sorensen, R. A. (2003). A brief history of the paradox: Philosophy and the labyrinths of the mind. Oxford University Press.Hand, M., & Winstanley, C. (Eds.). (2008). Philosophy in schools. Continuum.Worley, P. (2011). The if machine: Philosophical enquiry in the classroom. Continuum.
Observações
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 08-05-2026 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 09-05-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 15-05-2026 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 4 | 16-05-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 22-05-2026 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 6 | 23-05-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 29-05-2026 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 8 | 30-05-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Poetas Portugueses Contemporâneos - Aprendizagem e Avaliação
Curso
25.0 horas
Presencial
Professores do Grupo 300
Nas Aprendizagens Essenciais relativas ao 12.º Ano da disciplina de Português, é referido o seguinte:
«No domínio da educação literária, pretende-se capacitar os alunos para a leitura, a compreensão e a fruição de textos literários portugueses e estrangeiros, de diferentes géneros. Neste âmbito, é ...
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Ref. 3291 Inscrições abertas até 03-05-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-129585/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 09-05-2026
Fim: 30-05-2026
Regime: Presencial
Local: Escola Sec Dr Joaquim de Carvalho, Figueira da Foz
Formador
Maria Regina de Matos Rocha
Destinatários
Professores do Grupo 300
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 300. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 300.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Nas Aprendizagens Essenciais relativas ao 12.º Ano da disciplina de Português, é referido o seguinte: «No domínio da educação literária, pretende-se capacitar os alunos para a leitura, a compreensão e a fruição de textos literários portugueses e estrangeiros, de diferentes géneros. Neste âmbito, é ainda fundamental que os alunos tenham atingido a capacidade de apreciar criticamente a dimensão estética dos textos literários e o modo como manifestam experiências e valores.» «Poetas Portugueses Contemporâneos» é uma rubrica do Domínio da Educação Literária. A este respeito, são referidos os seguintes objetivos: Contextualizar textos literários portugueses do século XX em função de grandes marcos históricos e culturais; Mobilizar para a interpretação textual os conhecimentos adquiridos sobre os elementos constitutivos do texto poético; Analisar o valor de recursos expressivos para a construção do sentido do texto; Reconhecer valores culturais, éticos e estéticos manifestados nos textos; Comparar textos em função dos temas, ideias, valores e marcos históricos e culturais. Um dos objetivos do trabalho desenvolvido pelos Centros de Formação é o de ir ao encontro das necessidades de formação dos docentes, que têm manifestado interesse no aprofundamento dos seus conhecimentos nesta área.
Objetivos
1. Conhecer a obra dos poetas portugueses contemporâneos indicados nas Aprendizagens Essenciais do 12.º Ano de Português. 2. Desenvolver competências profissionais dos professores no processo de análise do texto poético desses autores bem como no correspondente processo de conceção de materiais e instrumentos de avaliação da aprendizagem dos alunos.
Conteúdos
1. Apresentação e contextualização da obra dos seguintes poetas: Miguel Torga, Jorge de Sena, Eugénio de Andrade, Alexandre ONeill, António Ramos Rosa, Herberto Helder, Ruy Belo, Manuel Alegre, Luiza Neto Jorge, Vasco Graça Moura, Nuno Júdice e Ana Luísa Amaral. (6 horas) 2. Análise de poemas e apreciação dos itens de análise e avaliação: temas; ideias; valores culturais, éticos e estéticos; recursos expressivos.(8 horas) 3. Comparação de poemas e apreciação de atividades propostas: temas; ideias; valores.(4 horas) 4. Elaboração de itens de análise de poemas dos referidos autores e da aprendizagem dos alunos. (5 horas) 5. Apresentação e apreciação do trabalho desenvolvido pelos formandos. (2 horas)
Metodologias
1. Exposição dos assuntos feita pela formadora, apoiada em apresentações em suporte informático, fichas informativas e textos. 2. Estudo autónomo. 3. Realização de tarefas, em grupo e individualmente, a partir de textos, listas de verificação e questionários. 4. Produção de itens de análise de poemas e de avaliação da aprendizagem. 5. Reflexão sobre o processo e o trabalho desenvolvido.
Avaliação
Critérios de avaliação: Participação na ação; trabalhos realizados na ação e reflexão crítica individual.
Bibliografia
ARON, Paul e Alain VIALA. 2005. L Enseignement littéraire. Paris: Presses Universitaires de France.CRUZ, Gastão. 1999. A Poesia Portuguesa Hoje. Lisboa: Relógio D'Água.GUIMARÃES, Fernando. 1989. A poesia contemporânea portuguesa e o fim da modernidade. Lisboa: Caminho, pp. 45-56, 85-97, 115-124, 149 159.MARINHO, Maria de Fátima. 1989. A poesia portuguesa nos meados do século XX Rupturas e Continidades. Lisboa: Caminho, pp. 147-165, 185-193, 239 246.MARTINHO, Fernando J. B. e Anick BILREIRO. 2004. Literatura Portuguesa do século XX. Lisboa: Instituto Camões.
Observações
Critérios de seleção: 1.º Data da próxima subida de escalão do(a) docente; 2.º Docente de Unidade Orgânica associada do CFAE Beira Mar; 3.º Ordem de inscrição; 4.º Docente de Unidade Orgânica não associada do CFAE Beira Mar.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 09-05-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 09-05-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 16-05-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 16-05-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 23-05-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 23-05-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 30-05-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
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